Vi de bike – Bruno de Oliveira

Bruno de Oliveira De Bike na Cidade Sheryda Lopes (1)

Pra vocês verem o que é o faro de jornalista. Eu vi de longe um rapaz destrancando a bike e sem nenhum motivo aparente pensei: “tenho que entrevistar esse cara”. Me coloquei no caminho dele e o chamei. Ele parou e gentilmente topou conversar comigo. E olha que legal: o rapaz é um cozinheiro vegano ^^ e é um dos responsáveis por um delicioso hambúrguer de linhaça que comi uma vez na Feira Agroecológica do Benfica. Nham!


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Sim, mas vamos apresentá-lo, né? É só falar de comida e eu já perco a noção. rsrsrs Esse é o Bruno de Oliveira, que mantém com um amigo uma espécie de cooperativa de cozinheiros veganos, a Bike Vegan. Ele tem 25 anos e utiliza a bicicleta para trabalhar, quando aparece algum evento onde ele e o amigo expõem suas delícias. A Feira citada anteriormente, por exemplo, ocorre a cada 15 dias na praça da Gentilândia, e eles mantém uma barraquinha lá com um monte de coisas gostosas sem ingredientes de origem animal.

Além de ajudar na labuta, a bike do Bruno o leva para qualquer lugar. A escolha pelo modal foi feita principalmente pela liberdade. “Com ela eu crio meu destino. Não dependo de ônibus, gasolina, nada disso”, diz. Ele toma o cuidado de levar ferramentas consigo e fez questão de aprender a fazer vários ajustes na bicicleta, o que o torna ainda mais independente. Aliás, essa é uma das razões para ter escolhido uma bike simples, sem marcha ou suspensão. “Eu não sei mexer nessas coisas e nem vejo necessidade em Fortaleza, que é muito plana”, afirma. Ele me contou que já pedalou em Campina Grande, que tem várias ladeiras, e aí sim sentiu falta de uma mãozinha. Já em Recife, sentiu que o terreno é bem parecido com o nosso.

Eu fiquei impressionada com a vivência do rapaz e sua bicicleta. Ele disse que tem dias que chega a pedalar uns 90 quilômetros! É chão, viu? No dia a dia, transita tranquilamente entre vários bairros como Montese, Centro, Benfica, Barra do Ceará e Mondumbim. Gosta de usar roupas casuais leves, como bermudas curtas e camisetas, e se protege do sol com filtro solar e manguines.

Mesmo percorrendo longas distâncias de bike, ele não sente a necessidade de usar capacete porque pedala devagar pela cidade. “Talvez um dia eu compre”, fala, sem muita preocupação.

Quando perguntei se ele gostaria de acrescentar mais algum comentário em nossa conversa, ele foi bem direto e soltou o conselho: “Ande de bicicleta”.

Pó deixar, Bruno!

Um abraço e vamos pedalar!

 

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