Look de Bike – Ida ao Centro com vestido marrom estampado

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Olá, pessoal! Como vocês foram de Natal? Eu ainda estou empanturrada de tanto comer. Além de todas as guloseimas que a gente prepara nesta data (e minha família é bem exagerada quando o assunto é comida) estou curtindo muito a época com mais panetone do ano. Nham!

Mas além de comer, comer, comer, outra tradição típica dessa época é fazer compras (além de todas as outras ligadas com o verdadeiro significado do Natal, de acordo com o que a data signifique para cada um). Aqui em Fortaleza, um lugar que fica abarrotado de gente é o Centro da cidade, onde há a maior concentração de comércios e onde mora o maior desafio em dezembro. Sim, porque o trânsito e a lotação fazem com que a visita ao lugar se torne uma verdadeira maratona. E nada agradável, principalmente se você vai de carro ou transporte público. É engarrafamento, lotação, motorista estressado… um inferno na terra.

Aí que eu precisava ir ao Centro comprar umas coisas e enrolei com todas as minhas forças até quando pude. Mas aí pensei: melhor ir de bike. Sem topic lotada, sem ficar presa em engarrafamento, certamente vai ser melhor. Eu já tinha ido algumas vezes e achei muito bom, então porque não desfrutar das vantagens da bicicleta nesta época?

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Escolhi um vestido marrom estampado feito de um tecido bem fininho e que estava esquecido no guarda roupa. Como ele é curtinho, short por baixo e casaco azul escuro para me proteger do sol. Nos pés, uma sapatilha que geralmente me deixa com o pé machucado, mas que tem umas cores neutras que eu adoro, então não resisti. O bom do tecido do vestido é que ele não esquentou nem ficou ensopado de suor, pois além de não ser justo, ainda seca bem depressa. Se eu estivesse de ônibus, talvez nem fosse tão confortável, já que não tem vento para ajudar na transpiração.

E como não precisava levar bolsa grande, botei uma bolsinha preta que ganhei da minha sogra só com alguns pertences básicos dentro, como batom, espelho, carteirinha de estudante (mesmo de bike não saio sem), celular e um pouquinho de dinheiro. Achei bem chato levar a bolsa assim, porque ela ficava “girando” ao redor do meu corpo e sempre acabava parando na minha coxa, e depois eu ficava chutando com o joelho enquanto pedalava. Isso me incomoda demais, por isso, não vejo a hora de descolar um cestinho pra bike.

No cabelo, uma tiara com um gatinho de feltro feito por minha madrasta. Usei o acessório por baixo do capacete mesmo, sempre lembrando de afrouxar bem o equipamento para tirar ou colocar na cabeça, evitando que o cabelo ficasse assanhado.

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Antes de ir ao Centro fazer as tais compras, ainda passei na casa de uma amiga que fica na Praia de Iracema. Depois que saí de lá, que surpresa: um amigo estava preso no engarrafamento e me fotografou sem nem eu perceber! Só soube quando cheguei em casa e vi que ele tinha publicado a foto no Facebook.

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Flagra no trânsito. Na garupa, presentinho que ganhei da minha amiga

 

No Centro, a primeira parada foi em uma loja de arte, onde comprei um material para umas coisas (depois conto o quê). É um lugar onde há vários anos compro telas, pincéis e tintas para umas brincadeirinhas. Como é uma loja razoavelmente espaçosa, a dona deixou eu entrar de bike e tudo, enquanto escolhia minhas coisas.

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Na loja de arte

 

Depois, hora de visitar umas lojas mais no miolo do Centro, onde fica a maior movimentação. Alguns ciclistas que conheço, costumam pedalar de loja em loja, amarrando a bicicleta em postes na frente mas eu não me garanto desse jeito não. Queria mesmo era deixar a bicicleta num lugar estratégico, próximo dos lugares onde eu precisava ir e ao mesmo tempo, seguro. Então escolhi a Praça do Ferreira, que é muito aberta e movimentada. Encontrei um ponto em frente ao Cine São Luiz, onde havia vendedores de cartão de crédito, pipoqueiros e alguns artistas de rua se apresentando. Achei bem melhor que escolher um lugar escondido, porque se alguém tiver a ideia de levar a bike, nunca sabe se quem tá chegando é o dono. Ou seja: melhor que escondê-la, é deixá-la à vista 😉

Então, depois de estacionar a Shamira, fui fazer as minhas coisas e na saída da Praça encontrei uns policiais do Ronda do Quarteirão. Aí como quem não quer nada, perguntei se ali era um lugar seguro para deixar minha bicicleta e eles disseram que iam dar uma olhadinha de vez em quando, e que eu não me preocupasse. “A sua bicicleta é aquela rosa ali que quase não chama a atenção?” rsrssrsrsr.

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Comprinhas na bike, só ir para casa

 

Aí foi bem tranquilo. Fui nas lojas que precisava, e quando voltei, vi que a bicicleta ainda estava no lugar. Agradeci aos policiais, comprei um saquinho de pipocas, assisti à apresentação dos artistas de rua e depois foi só prender minha bagagem nas manoplas e na garupa da bicicleta e ir para casa. Tudo muito tranquilo e prazeroso, já que o Centro é um lugar que gosto muito e desta vez não perdi duas horas em ônibus lotado. Nem a sapatilha machucou meu pé, acreditam? Então, se você precisar comprar algum presente de Natal atrasado, a roupa do ano novo ou trocar alguma peça que não deu certo, que tal ir de bike? Desta  vez você pode até usar um dos paraciclos que a Prefeitura instalou na região 🙂 Vale até uma passada para um pastel do Leão do Sul com caldo de cana. Nham!

 

Um abraço e vamos pedalar!

 

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3 comentários sobre “Look de Bike – Ida ao Centro com vestido marrom estampado

  1. Bom dia !!!!!
    Senhora Sheryda Lopes;
    Que tal colocar uma câmera no capacete?
    Ha outra sugestão, quando eu não usava cesta não conseguia pedalar tranquilo. Detalhe eu uso uma cesta na garupa.
    Graças a Deus eu vou para o trabalho de bike, em média meia hora o que dá 5km ou 6km.
    Eu moro na divisa de Maracanaú com Fortaleza e trabalho no Mondubim na área de segurança em uma clinica. Já trabalhei próximo ao Iguatemi e Santos Dumont, como era mais distante ia uma ou duas vezes por semana ao trabalho, agora como é mais perto vou a todos os meu plantões.
    O que mim levou a ir de bike ao trabalho foram as greves de ônibus, então tomei gosto e não parei mais, desde 2010 mim desloco de bicicleta para o trabalho e de vez em quando vou de bike ao centro resolver ou comprar alguma coisa.

    Curtido por 1 pessoa

    • Que legal, Carlos, saber um pouco sobre sua rotina! Você poderia até mandar umas fotos suas para o email do blog, que acha? Elas poderiam entrar na sessão “Leitores que pedalam” 🙂
      Gostaria sim de pôr câmera na bike, até porque sinto vontade de fazer uns vídeos. Vou começar a pesquisar sobre isso e quem sabe não realizo?

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