Chuva: 1 x 0: Sheryda

Na semana passada caiu muita água em Fortaleza e em outras cidades cearenses. Isso depois de um logo período de seca e de dias quentes como o inferno. E a minha timeline se encheu de fotos e dizeres de comemoração de amigos que celebravam o alívio de ver água cair do céu. Eu mesma tirei fotos das gotinhas embaçando os vidros da janela de ônibus. Tão lindo!

Chuva noturna embaçando as luzes do trânsito

Chuva noturna embaçando as luzes do trânsito

E os amigos ciclistas? Um monte meteu as caras e a bike na rua debaixo de chuva mesmo. Os mais destemidos apenas com a coragem e uma muda de roupa na bolsa. Outros com capas de chuva e até galochas fofíssimas, super desejadas por esta blogueira. Todos com um ponto em comum: falavam que andar de bike na chuva era possível sim, e que, por causa das bicicletas, nada de atrasos no trabalho e nem engarrafamentos. Fora os sentimentos maravilhosos de liberdade e das lembranças valiosas dos banhos de chuva na infância.

Então. Eu também fui dessas que foi com a Shamira para o aguaceiro. Não sem pensar duas vezes, confesso. Porque eu não tenho muita saudade dos banhos de chuva da infância, sabe? Quer dizer, tenho carinho pelas lembranças, mas gosto que elas se mantenham lembranças e pronto. Como a minha rinite me deixa vulnerável a mudanças repentinas de temperatura e a umidade, gosto de dias chuvosos em que eu fique dentro da minha casa com um bom livro para ler, uma série legal para assistir e uma xícara cheia de uma bebida bem quente. Ah, e milhares de cobertores. hehehe Tenho agonia da lama respingando nos pés e muito medo de adoecer por causa da chuva. Desculpem, amigos destemidos. Sou dessas.

Só que eu tinha algumas oficinas de desenho para fazer e, como vocês sabem, comprei uma capa no Ebay no ano passado que é específica para pedalar. Então não fazia sentido me enfiar num ônibus abafado, pagar caro pela passagem, aguentar demora de ônibus e engarrafamento pelas ruas alagadas se eu tinha investido num negócio caro (em comparação a capas convencionais) e que demorou para chegar só por nojinho de lama. Quer dizer… eu também sinto um pouco de insegurança de pedalar na chuva, mas já fiz isso antes e preciso me aperfeiçoar. Decidi então sair da zona de conforto e encarar a tempestade, pois estava animadíssima com essas oficinas e a chuva não me faria perdê-las.

Minha saga

Não rolou foto do look de bike porque marido ainda tava dormindinho e coitado, né? Já pensou, o póbi se enfiar na chuva dormindo? rsrsrs E eu também não tava muito arrumada, nem valia a pena ^^ Mas vou descrever minha roupa pra vocês: Como eram eventos informais, não precisava me arrumar muito. Então escolhi um short, uma regatinha branca bem leve com uma estampa divertida e pronto. Nos pés, chinela havaiana e nada de sapato ou sandália mais arrumadinha de reserva. E nenhuma maquiagem na cara. Apesar de não ter me maquiado por pura falta de vontade, a verdade é que isso foi algo a menos para me preocupar. Coloquei meus materiais de desenho dentro de uma mochila jeans (depois descobri que isso havia sido um erro) e meu caderno de desenho novo (o mais caro da minha vida) dentro de um saco plástico. A capa de chuva cobre a parte de trás e da frente da bike, então estava segura de que as coisas estavam protegidas.

En-tão. Pra começar, a capa de chuva não funcionou tão bem quanto da última vez. O capuz ficava saindo do lugar e atrapalhava a minha visibilidade. A parte de trás, que estava cobrindo a garupa, voava a cada vez que um carro passava, descobrindo a mochila e fazendo com que a capa se mexesse ainda mais. Então eu tinha que parar diversas vezes para me ajeitar e tomando muito cuidado para não cair embaixo de nenhum carro.

Ah, e os óculos? Meu Deus, os óculos. Os desgraçados embaçavam sem parar e ficavam cheio de gotinhas que me deixava completamente cega. Não dava nem para tirar um lenço de papel da bolsa, afinal, com a chuva, ele ficaria ensopado. Então eu tinha que parar, também, para tentar passar os óculos na regata, por baixo da capa. Apesar de ficarem manchados, pelo menos isso diminuía o tanto de gotinhas.

Numa das minhas paradas para tentar me recompor, se aproxima um gari que estava trabalhando na ciclovia. Ele usava capa de chuva e era muito sorridente. Olhou para a garupa da minha bike que eu desajeitadamente tentava cobrir e perguntou:

– Tem um bebê recém nascido aí?

E eu, meio estupefata com  a pergunta e imaginando um neném novinho naquelas condições, disse:

– Deus me livre!!

Aí o homem soltou:

– Deus me livre por que? Não diga isso! Olha, não tem nada no mundo que deixe uma mulher mais feliz e completa que gerar uma criança. É uma felicidade enorme.

Pois é. Lá estava eu na chuva, toda atrapalhada, desconfortável e ainda me aparece um estranho passando na minha cara a obrigação da maternidade. Eu lá, beirando os 30, tentando pedalar na chuva com o orgulho todo ferido, e agora descobria que era um ser incompleto. Ah, útero inútil. E o pior é que o homem tinha um simplicidade, um sorriso tão amoroso, que nem pra ficar com raiva dele eu servi. Me despedi do anjo da maternidade indispensável e segui caminho

Metros adiante, o que acontece? Escuto um “ploft” seguido de um “tssssss” e a bike super pesada. Depois, sensação de pancadas na parte traseira.

A câmara furou.

Sim. A porra da câmara furou.

E a não-mãe aqui também é uma não-sei-trocar-a-câmara e uma tremenda de uma não-trouxe-câmara-reserva-e-nem-ferramentas.

Para não dizer que não falei da sorte, sejamos justos. Não estava chovendo tanto assim. É como se o tempo soubesse o que eu pretendia fazer e tivesse decidido colocar o jogo no level médio. Então eu respirei fundo e comecei a pedalar devagarinho até uma borracharia que ficava a uns dois quarteirões. O certo era ir empurrando a bike, mas eu estava muito agoniada e quase atrasada para as aulas de desenho.

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Selfie na borracharia. Olhos inchados de sono e nenhuma make

Chegando na borracharia, o moço pegou a bike, virou de cabeça pra baixo e aí vi o selim com um pedaço da capa faltando em contato direto com o chão molhado e sujo. Imaginei na hora a esponja encharcada e eu com a bunda em cima, mas, ok. Então ele tentou tirar o pneu de trás e estava preso. Lembrei das lições da Aspásia Mariana:

-Você precisa abrir esta parte para sair (as coisinhas que servem para mudar a marcha).

Ele ficou meio constrangido e fez o que eu disse, aí o pneu saiu. Então tirou a câmara, olhou, passou uma lixa elétrica num furo, aplicou cola e adesivo, prendeu a câmara numa prensa e deixou secando.

-O que causou o furo? Algum prego ou vidro?

-Não, foi uma falha na câmara de ar.

-Ah. tá… Vai demorar muito? Estou atrasada para uma aula.

-Não, é rápido. Você tá indo para onde?

-À UFC (em frente à borracharia). Tenho uma aula começando agora.

-É rapidinho.

Poucos minutos depois, ele tira a câmara da prensa, monta o pneu e coloca na bicicleta. Ao desvirá-la, decepção: Pneu baixou de novo.

-Olha, é melhor você ir e voltar aqui depois da sua aula. Vou ter que refazer.

-Tá bom.

Então, fui a pé para as aulas de desenho e cheguei à sala com mais de meia hora de atraso. Mas adivinhem? Os oficineiros não conseguiram sair de casa por causa da chuva e a atividade foi adiada! hahahaha Gente, só rindo mesmo.

Aproveitei o tempo livre para olhar outras atrações no bloco de arte e cultura da UFC, como apresentações musicais e uma exposição de quadrinhos. Lá, inaugurei meu carvão vegetal, comprado especialmente para uma das oficinas das quais participaria.

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Meu primeiro desenho em carvão vegetal. Quem adivinha qual foi a inspiração?

Depois, voltei à borracharia para pegar a Shamira e algo que eu já esperava aconteceu: O homem cobrou bem mais que o normal pelo serviço. Provavelmente porque ele achou que, por ser mulher, eu não ia me tocar. But, not. Falei para ele que o preço que ele pedia era quase o valor de uma câmara nova e que eu já havia remendado antes e sabia que o que ele estava cobrando não era justo. Então ele soltou um queixo esfarrapado, de que o remendo tinha sido feito numa máquina e que por isso era mais caro. Gente, lixa elétrica e prensa mecânica são coisas que têm em praticamente toda borracharia e não influenciam tanto no resultado ao ponto de ser justo cobrar mais por isso. E fora que ele fez aquela cara, sabe? Tipo de “vixi, nem colou”? Então ele baixou um pouquinho o valor cobrado e levei Shamira de volta pra casa. O bom é que ele deixou fiado, já que eu não tinha dinheiro naquela hora e teria que voltar à tarde, quando estivesse passando para outra oficina. Tive muita sorte com isso, afinal, eu tinha botado boneco com o preço, né? rsrsrs

Bom, como o post já está longo demais, vou resumir: Não choveu mais tanto assim e eu não precisei pedalar na chuva de novo durante dois dias. Quando cheguei em casa, vi que meu material de desenho não ficou molhado, mas a mochila jeans ficou úmida e fedida (acho que alguma gata vomitou ou fez xixi nela e eu não havia percebido). Outro detalhe: apesar de ter me atrapalhado muito e com a capa saindo do lugar, a verdade é que minha roupa praticamente não ficou muito molhada. A blusa, por exemplo, estava completamente seca. Tanto que eu usei a peça de novo à tarde e no dia seguinte. Mas como o capuz ficou saindo do lugar, o meu cabelo ficou bastante molhado e isso incomodou bastante.

Desconfio até da razão de o capuz ter saído tanto do lugar, pois isso não aconteceu da outra vez em que usei a capa. Acontece que desta vez não usei capacete. O capuz tem tamanho suficiente para cobrir o equipamento (não obrigatório) de segurança e fica mais firme. Pelo menos essa é a minha impressão.

Outro detalhe: escolhi mal a mochila. Qualquer gotinha que caísse nela ia deixar o tecido úmido e algum dos meus cadernos poderia ser danificado. Para as outras oficinas usei a mesma mochila da viagem para Recife, que apesar de ser enorme, é feita de couro sintético não permeável. Para reforçar a segurança, poderia também ter guardado a própria mochila dentro de um saco plástico.

E sobre as partes da capa que voavam por causa do vento dos carros, estou pensando em alguma gambiarra que a mantenha presa no lugar sem que me atrapalhe para sair da bicicleta e também de olhar para os lados.

Abaixo, fotos da minha cara de quando cheguei em casa após a chuva, capa atrapalhada e a não-oficina. rsrsrsrs

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Cansada e de cabelo super molhado

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Por mais incrível que pareça, a roupa quase não molhou. Reparem nos óculos embaçados

E vocês? Tem pedalado nesse tempo? Como fazem? Onde vivem? Do que se alimentam? Contem pra mim e vamos juntos ficar experts no pedal. Ainda vou conseguir fazer isso com dignidade! Chova ou faça sol! ^^

Um abraço e vamos pedalar!

Bônus

Quem me segue no Instagram já viu, mas deixo com vocês as fotos de algumas aquarelas que pintei. Fruto do que aprendi na oficina de aquarela da Juliana Rabelo na UFC. E também alguns rabiscos de um exercício de estímulo à criatividade e da roda de debate sobre o feminino na ilustração, com três artistas incríveis daqui. As atividades foram realizadas pelo pessoal da Bolsa Arte e Moda da UFC.

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Bicicletaria oferece espaço e ferramentas gratuitas para ciclistas

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Foto: Bitelli Bikes

Desde que comecei a pedalar, um mundo de possibilidades se abriu para mim. Na contramão da cultura individualista que combate a interação e o compartilhamento, a bicicleta me mostrou que pode ter olhar no olho, solidariedade, gentileza… E isso deixa a cidade mais humana e acessível para as pessoas.

Mas se para muitos a gentileza parece algo impossível nessa cultura do cada um por si, imaginem uma oficina que compartilha seu espaço e ferramentas de forma gratuita para que os próprios ciclistas façam os ajustes em suas bikes! “Ah, Sheryda! Isso tem na Europa, filha! Não aqui, em Fortaleza”! ERRADO!

A Bitelli Bikes, bicicletaria especializada em fixas e urbanas oferece, entre outros produtos e serviços, uma bancada compartilhada com suporte para acomodar a bicicleta durante o ajuste, além de diversas ferramentas. É só chegar e usar o espaço! Um ótimo apoio para quem não tem alguma ferramenta específica, por exemplo ou ainda, que tem ciúmes da bike e não deixa mais ninguém fazer os ajustes. E se precisar de algo, a loja tem vários itens de mecânica à venda, além de bebidas geladas, cafezinho e uns lanchinhos para beliscar. Mas o consumo não é obrigatório para a utilização do espaço.

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A Bitelli disponibiliza espaço e instrumentos para ajustes na sua bike

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Um monte de negocinhos que quero aprender a usar!

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Olha só quanta ferramenta!

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A chave de lock ring é utilizada na manutenção de bikes fixas e está à disposição na Bitelli

Eu fui até lá para comprar um pneu novo para a Lanterna e aproveitei para fazer um ajuste no meu selim. Tive ajuda da Mara Oliveira, que é mecânica de bicicletas e sócio proprietária do estabelecimento. E além de me oferecer o material e o espaço (pra lá de confortável e bonito, diga-se de passagem) ela ainda me deu uma mãozinha porque eu não sei fazer nada. rsrsrs

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Eu tentando ajustar a mesa da bicicleta com a ajuda da Mara Foto: Bitelli Bikes

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Depois de trabalhar na bike, refri beeem gelado para refrescar! Foto: Bitelli Bikes

Gostaram da dica? Então, compartilhem com seus amigos e comecem a sujar essas mãozinhas de graxa!

Bitelli Bikes

Endereço: Rua Livio Barreto, 528 A, Dionísio Torres, Fortaleza-CE.
Telefone: 085 98848-5348
Horário de funcionamento: De terça à sabado 13h às 20h e domingo das 10h às 16h.
Bitelli no Facebook: facebook.com/BitelliBikes

Uma abraço e vamos pedalar!

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Tipos de Bicicleta – O que é uma bike fixa

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Marcada pela simplicidade, elegância e mecânica diferenciada. Foto: Bitelli Bikes

Quando uma pessoa resolve se tornar ciclista urbana, geralmente procura por bikes que proporcionem um deslocamento mais confortável e que minimize o esforço. Pois é, mas existe uma galera que vai na contramão disso, e adere a uma bicicleta que precisa que o ciclista pedale o tempo todo. Quando para de pedalar, a roda para junto. Então: adeus, banguela! Essa é a bicicleta de roda fixa, ou bike fixa, como é mais conhecida. Suas principais características são a simplicidade no design e mecânica, resistência das peças e o fato de as rodas girarem sempre junto com os pedais, inclusive para trás. Sim, é possível pedalar de ré.

A Mara Oliveira é mecânica de bicicletas e socioproprietária da Bitelli Bikes, bicicletaria especializada em bikes urbanas e fixas aqui em Fortaleza, e é uma fixeira apaixonada. Ela garante que existe uma mágica na bike fixa. “Quem utiliza esse tipo de bicicleta não tem vantagens relacionadas ao deslocamento, porque é preciso aprender a controlar a bike, e tem a questão de não parar de pedalar. Mas com certeza é um pedal mais divertido e que faz te sentir muito mais conectado com o veículo”, conta.

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Mara Oliveira e sua bike fixa

Eu já dei algumas voltas na fixa da Mara e de outras pessoas em eventos como a Escola Bike Anjo e achei muito interessante a sensação. Por não estar acostumada, senti bastante medo nas primeiras vezes, e claro, me cansei bastante pondo força para manter os pedais girando o tempo todo. E isso num espaço pequeno, uma pracinha, né? Imaginem só fazer um percurso inteiro numa bicicleta dessas? “Quem for preguiçoso vai deixar de ser pedalando na fixa, porque ela te força a pedalar mais, e cada vez mais rápido. É uma bicicleta que te motiva”, explica.

O que faz a bike fixa ter essa conexão contínua do giro dos pedais com a roda é o fato de ao invés de possuir um sistema de catraca, que é o que permite fazer uma banguela, ela tem um pinhão. “É como se fosse uma catraca travada”, explica. Assim, numa descida, por exemplo, quando costumamos ficar com os pés parados controlando a velocidade da bicicleta com os freios, na bike fixa os pedais não param de girar em nenhum momento. Embora assim as pernas do ciclista não parem, o que parece cansar bastante, por outro lado dessa forma é possível controlar a velocidade da descida para uma correspondente à vontade de quem está conduzindo a bicicleta.

Freios

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O freio é muitas vezes dispensado pelos fixeiros. Foto: Bitelli Bikes

Como se não bastasse a ideia de pedalar o tempo todo, que já causa bastante estranhamento em quem não conhece a fixa, segura essa: Muitos fixeiros optam por pedalar sem freio! Ou melhor, sem as manetes de freio, aqueles gatilhos que apertamos para parar a bicicleta. “Na bicicleta fixa, o movimento dos pedais para trás e em seguida parar de pedalar, ajuda a travar as rodas da bicicleta, o que funciona como um freio. Então o próprio pedal é um freio”, explica Mara. O que pode parecer perigoso acaba refletindo num uso mais cauteloso da bicicleta. “Como a parada com a fixa não é tão súbita como as das bicicletas de roda livre, dificilmente um fixeiro vai arriscar manobras que não vai conseguir. Alcançar um sinal verde antes que feche, por exemplo, é algo que ele não vai fazer se não tiver certeza de que vai conseguir”.

Ela lembra que para se acostumar com o jeito de pedalar nesse tipo de bicicleta é preciso tempo e provavelmente problemas vão acontecer. Tanto que traz consigo duas cicatrizes grandes na barriga e ombro, resultado de uma queda ocasionada simplesmente porque o pé escapou certa vez do pedal e encostou no chão.

Mas nem isso a fez desistir do estilo e mais: a levou a aprender mais sobre mecânica para que pudesse fazer os ajustes na própria bike e, posteriormente a abrir a bicicletaria especializada. “Muitos mecânicos nem sabiam o que era uma bicicleta de roda fixa. Além disso, as peças eram muito difíceis de achar e a comunidade fixeira se juntavam para comprar tudo pela Internet. Aqui a gente faz ajustes e disponibiliza várias peças e ferramentas”, conta. A bicicletaria também conta com vários modelos de bicicletas de roda fixa à venda. E dá até para tomar uma cervejinha bem gelada ou outra bebidinha enquanto escolhe.

Cores

Como as bicicletas de roda fixa costumam ter menos coisas instaladas (marchas, freios, etc), o visual clean se tornou uma de suas características. A ideia é que quanto menos coisas instaladas, melhor. E se falta acessório, sobra estilo na hora de escolher as cores, que muitas vezes são vibrantes e cheias de personalidade. “É comum pessoas começarem a usar a fixa por acharem a bike bonita. E elas são lindas mesmo” declara a fã do estilo.

O preço de uma bike fixa de entrada (que você pode ir aperfeiçoando com o tempo) varia entre mil e R$ 2 mil. Ela já vem pronta e o ideal é que o fixeiro compre uma do seu tamanho certinho, para evitar dores nas costas e outros problemas. Para isso, Mara recomenda um bike fit, teste que ajuda a descobrir as medidas corretas do quadro para cada tipo de pessoa. Também é importante comprar a bicicleta num local especializado porque a fixa precisa de peças muito resistentes, para aguentar a tração da aceleração e desaceleração constante.

Gostaram? Vocês acham que encaram uma pedalada numa fixa? Se querem saber mais sobre outro tipo de bicicleta, não deixem de acessar também o post que explica direitinho o que é uma bicicleta urbana!

Um abraço e vamos pedalar!

Serviço

Bitelli Bikes

Endereço: Rua Livio Barreto, 528 A, Dionísio Torres, Fortaleza-CE.
Telefone: 085 98848-5348
Horário de funcionamento: De terça à sabado 13h às 20h e domingo das 10h às 16h.
Bitelli no Facebook: facebook.com/BitelliBikes

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Tipos de Bicicleta – O que é uma bike urbana

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Muita gente me procura para pedir conselhos sobre que bicicleta escolher. Antes de começar a pesquisar, a gente pensa que essa questão é muito simples, mas aí se depara com diversos tipos de bike, acessórios, preços… um monte de informação que pode deixar quem está por fora cheio de dúvidas. Neste post, vamos falar sobre as características da bicicleta urbana, o tipo de bike que eu uso para me locomover em Fortaleza.

Em primeiro lugar, é bom dizer qual é o objetivo da bicicleta urbana: chegar. E chegar bem, sem estar ofegante, sem suar muito e com o máximo de conforto. “Como o objetivo da bicicleta urbana não é a velocidade, os modelos são geralmente maiores e o ciclista pode ficar numa postura mais ereta. Não precisa ‘quebrar o vento’ durante a pedalada”, explica Mara Oliveira, mecânica de bicicletas e sócio-proprietária da Bitelli Bikes, bicicletaria especializadas em urbanas e fixas que foi inaugurada este ano, aqui em Fortaleza. “É o tipo perfeito para quem, por exemplo, vai trabalhar de bicicleta e não tem onde tomar banho”, completa.

Para tornar a pedalada mais eficiente na cidade, Mara explica que a bicicleta urbana tem características específicas.  Os pneus, por exemplo, devem ser mais finos e lisos tornando a bicicleta mais leve.  O diâmetro do pneu da bicicleta urbana geralmente é maior, fazendo o ciclista percorrer mais metros com menos pedaladas e mais conforto.

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Aro grandão para uma pedalada mais confortável

Embora na maior parte das vezes os pneus sejam finos, instalar um “pneu balão”, que é um pouco mais gordinho e pesado, pode ajudar a amortecer o impacto em buracos no meio urbano, sem precisar de suspensão, por exemplo. “Algumas pessoas acham que a suspensão faz muita diferença, mas a verdade é que ela é pouco usada na cidade, adicionando apenas peso à bicicleta. Já cheguei a pegar bicicletas cujo um terço do peso da bike estava todo na suspensão. E como o impacto na cidade não é grande como acontece nas trilhas, por exemplo, a suspensão estava sem uso. Travada”, conta. Literalmente, um peso morto na bike.

Marchas

Assim como a suspensão, o jogo de marchas pode ser um item questionável, principalmente em Fortaleza. Mara recomenda a instalação desse recurso para pedalar em cidades como Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, que têm muitas ladeiras. Mas aqui, onde o relevo é muito plano, ela considera que ter 21 marchas pode ser um exagero. “As pessoas acham que há bicicletas sem marcha, mas toda bike tem pelo menos uma. É possível personalizar essa marcha, deixá-la mais leve ou pesada conforme a preferência do ciclista”, diz. Com menos marchas, a bicicleta urbana acaba se tornando mais simples na hora da manutenção.

A minha Shamira é uma Tito Urban Premium, que tem suspensão dianteira e um jogo com 21 marchas. Antes de comprá-la, soube dessas questões, de que esses recursos podem estar sobrando, e de vez em quando penso em tirá-los. As marchas, por exemplo, uso praticamente só três ou quatro, das 21. E a suspensão realmente deixa a bicicleta mais pesada, além de me atrapalhar na hora de encontrar um  cestinho (em bikes com suspensão frontal é preciso um modelo específico). Mas acho que sou meio acomodada e por isso não faço essas mudanças. ^^’

Acessórios

Quem pedala na cidade geralmente tem alguma bagagem e não quer sujar a roupa de graxa ou de lama.Por isso, a bicicleta urbana precisa de acessórios como cestinho, bagageiro, paralamas e cobre corrente. Para instalá-los, o quadro deve ter furos para a colocação dessas peças, ainda que elas não acompanhem a bicicleta. E cuidado: há modelos que podem te prender a marcas específicas, limitando o ciclista a usar somente acessórios do mesmo fabricante. “O ideal é que as peças da bicicleta urbana sejam acessíveis e facilmente encontradas, mas como o mercado brasileiro passou muito tempo ofertando apenas mountain bikes, isso nem sempre acontece”, afirma Mara.

Além dos furos no quadro, é bacana que seu design seja rebaixado para facilitar a subida na bicicleta. Para a mecânica, as classificações de bicicleta masculina (quadro alto) e bicicleta feminina (quadro baixo) são machistas. “Um homem usando calça jeans tem tanta dificuldade de levantar a perna quanto uma mulher. Na Europa a maior parte das bikes urbanas têm quadro rebaixado e nem por isso os homens deixam de usá-las”, opina.

Personalize

O preço de uma bicicleta urbana varia, em média, de R$ 500 a R$ 2 mil, dependendo dos acessórios e recursos da bicicleta. Na Bitelli é possível escolher as peças e montar o veículo conforme as necessidades do ciclista. “Embora o guidão mais alto, por exemplo, seja característico da bike urbana, nem sempre ele é o ideal. Precisa harmonizar com o tamanho do quadro e a altura do selim”, explica.

Da mesma forma, o mito de que os selins mais finos são menos confortáveis que os fofinhos podem enganar o comprador. “O selim certo é o apropriado para cada formato de bacia. Nem sempre o maior vai ser melhor para todo mundo. Por isso é importante analisar todo o conjunto e até experimentar, antes de efetuar a compra” explica Mara. Com a ajuda da bicicletaria especializada, você pode montar a bike do seu jeitinho.

Gostaram do post? Compartilhem com aquele amigo ou amiga que está escolhendo a bicicleta e deixem aí nos comentários suas opiniões. Espero ter ajudado!

Um abraço e vamos pedalar!

 

Serviço

Bitelli Bikes

Endereço: Rua Livio Barreto, 528 A, Dionísio Torres, Fortaleza-CE.
Telefone: 085 98848-5348
Horário de funcionamento: De terça à sabado 13h às 20h e domingo das 10h às 16h.
Bitelli no Facebook: facebook.com/BitelliBikes

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Amanhã tem Bazar da Mobilidade na Praça Portugal

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Pessoal, é o seguinte: o prazo para arrecadar dinheiro para o Mês da Mobilidade 2015 está acabando, e a Ciclovida ainda não conseguiu nem metade dos recursos necessários! Sério, faltam só 13 dias, gente! Se não rolar a grana, provavelmente não haverá recursos para realizar um mês todinho de atividades aqui em Fortaleza, incluindo palestras e debates com importantes cicloativistas de outros estados. Entre essas personas está a Aline Cavalcante, do Pedalinas, uma das mulheres que mais me encorajou a começar a pedalar. Por favor, gente, ajuda! EU QUERO CONHECER A ALINE!!!

E para turbinar a coçassão de bolsos (coçar os bolsos, aqui no Ceará, quer dizer gastar dinheiro, deixar de ser pão duro ^^), a Ciclovida está organizando o Bazar da Mobilidade, com um monte de peças de moda, livros e acessórios de bicicleta para vender. Será amanhã, na Praça Portugal, na 10ª edição do Aí Dentu – Lá na Praça, que é um evento que tem sido realizado semanalmente por coletivos artísticos e ativistas para evitar que o local seja demolido para dar lugar a uma obra da Prefeitura.

Então, apareça amanhã no Bazar e faça sua contribuição na campanha do Catarse! Não deixe para a última hora!

E eu já fiz minha wish list de itens à disposição:

All Star branco cano alto com desenhos figurativos feito à mão - R$ 15.00

All Star branco cano alto com desenhos figurativos feito à mão – R$ 15.00

S2 Eu querooooo!!!! Buzina trim trim rosa S2  R$ 10,00

S2 Eu querooooo!!!! Buzina trim trim rosa S2
R$ 10,00

Plaquinha Ciclana usada -   R$ 10.00

Plaquinha Ciclana usada –
R$ 10.00

Botinha de Camurça com detalhe de Oncinha - Tamanho 36 - R$20

Botinha de Camurça com detalhe de Oncinha – Tamanho 36 – R$20

 

Serviço:

Bazar da Mobilidade

Quando: Amanhã, 26 de julho, às 17h.

Onde: Praça Portugal.

Mais informações: Evento no Facebook.

Um abraço e vamos pedalar!

E contribuir!

Testei a capa!

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Uma tempestade de sentimentos antes de experimentar a capa

Um monte de gente me procurou para saber se a capa tipo poncho que comprei pelo Ebay é boa mesmo, mas eu ainda não tinha testado. Na verdade, achei que só usaria o acessório no ano que vem, já que o clima aqui em Fortaleza estava mais quente que fogo de castanha.  Porém, começou a chover um pouco pela manhã e à noite ultimamente, e eis que, na semana passada eu tinha um compromisso e o tempo estava chuvoso. Grande oportunidade de matar nossa curiosidade a respeito da eficiência da capa!

Mas, logo que saí pela manhã, parou de chover. Então coloquei capa e chinelo dentro da bolsa, para o caso de alguma surpresa na volta. E eis que, lá pelas 18h,  o tempo fechou. Mas tipo, fechou muuuuito. O céu escureceu do nada e rolou um vento fortíssimo. Aí, pensei: Pronto! Armagedon! F****. Antes mesmo de chegar até onde tinha guardado a Shamira, tive que vestir a capa e colocar o chinelo. E eu não vou mentir pra vocês: foi bem ridículo.

Acontece que a capa é um negócio enorme, volumoso, sabe? Eu me senti uma barraca ambulante ou ainda, um minion azul do League of Legends. E acho que algumas pessoas riram de mim. rsrsrs O bom é que com certeza não dava para me reconhecer (a não ser que fosse um leitor que soubesse da capa) e com exceção do meu rosto, fiquei protegida. As mangas da capa são um pouco curtas, por isso, pus os braços para dentro. Bolsa, corpo e roupa ficaram sequinhos até eu chegar onde tinha deixado a bike.

De bike na chuva

Tirar a bicicleta vestida nesse trambolho não foi fácil. Muito plástico, muito volume. Um saco. Me atrapalhei muito com a chave escorregando e se perdendo no meio de tanto plástico azul, mas consegui abrir a tranca. E antes de sair, tirei as fotos que ilustram este post. Será que eu estava tensa? rsrsrs

Para  minha enorme sorte, apesar do climão digno de Ororo, não choveu tanto assim. Porque seria muito desafiador pedalar na chuva (algo que há muito eu não fazia), à noite e de capa nova. Então é como se eu tivesse escolhido o level médio de dificuldade.

Primeiro pedalei com os braços para fora da capa, por baixo das mangas, e não foi muito legal. As pontas que sobravam ameaçavam prender na corrente e nos freios, com frequência eu abria sem querer os botões que ficam na lateral da peça e tinha que ficar dando um jeito de abotoar quando chegava no semáforo fechado.

Então resolvi colocar a parte da frente cobrindo a mesa da bicicleta e pus os braços para dentro da capa. Foi aí que todo o excesso de plástico começou a fazer sentido. Com a peça mais esticada, não tinha tanta ponta sobrando, a mobilidade das pernas ficou muito mais eficiente e sem ameaçar abrir o tempo todo. Quando cheguei na ciclovia e senti que podia parar com mais tranquilidade, peguei a parte de trás da capa e cobri o cestinho, protegendo a minha bolsa (esqueci de levar sacola para guardá-la). Falando sério, não tem a menor comparação com a experiência de pedalar com capas comuns, que têm botões na frente e abrem o tempo todo. Em vários momentos me peguei pedalando rápido demais, por causa do conforto, mas diminuía a velocidade para não cair no chão molhado.

Problemas

– Achei que a movimentação da cabeça ficou prejudicada, pois com o capuz cobrindo o capacete, tinha dificuldade de olhar para os lados e para trás. Não sei se é apenas uma questão de costume.

– Com a capa cobrindo a mesa, a parte traseira da bicicleta e o capacete, acabei ficando quase sem lugar para colocar luzes. A única que eu usei foi na frente, presa no capacete e morrendo de medo de o plástico a cobrir sem que eu percebesse. Apesar de a capa ter fitas refletoras, como eu não vi em nenhum momento o efeito (já que eu estava a usando, né) fiquei muito insegura. Afinal, na chuva, a visiblidade é prejudicada e eu queria mesmo era brilhar muito.

– O mesmo problema das luzes ocorre com a buzina. A minha é tipo trim trim, fica na mesa e achei que o som ficou abafado por causa da capa em cima. E eu nem me atrevo a usar apito. Sei que é muito eficiente e que é super usado por vários ciclistas, mas francamente não quero pedalar com nada na boca e também sinto certo nojinho de apito. #blogueirafresca

Eu uso óculos e achei um saco a lente cheia de respingos. Acho que da outra vez que pedalei na chuva usava lentes de contato e funcionou bem mais. Dessa vez precisei parar de vez em quando para dar uma secada. Atenção, gênios: inventem lentes de óculos à prova de chuva ou uma forma de instalar pequenos pára-brisas. #alôka

Vantagens

– A movimentação das pernas é muito tranquila e confortável;

– Protege a bicicleta e os objetos trazidos;

– Não senti muito calor a mais e de vez em quando recebia uma lufada de ar que entrava pelas aberturas da capa (importante lembrar que estava pedalando à noite, não sei como seria durante o dia).

A roupa e eu chegamos muito sequinhas em casa. Nem mesmo tinha grandes manchas de suor, o que imaginei que aconteceria por causa do plástico abafado.

 

É isso. Desculpem pelo post ter ficado tão grande, mas tentei explicar bem direitinho as minhas impressões. No geral, gostei muito de utilizar a capa e acho que parte do desconforto que senti foi causado pela insegurança e nervosismo. Muitos amigos ciclistas dizem que pedalar na chuva é libertador e muito gostoso, mas eu sou uma daquelas pessoas que acha que dia de chuva tinha que ser feriado. Sem falar que, por causa da minha rinite alérgica, estou fungando até agora. Rsrsrs Ainda assim, é bem melhor estar de bicicleta em dia de chuva do que preso no engarrafamento ou num ônibus abafado, né?

Se vocês comprarem a capa pelo Ebay, sugiro que façam isso logo para estarem preparados quando as chuvas do início do próximo ano chegarem. 😉 Outra dica é testar capas compostas por calça e camisa, tipo aquelas de motoqueiro. Não sei se dá certo para todo mundo, mas não custa tentar.

 

Um abraço e vamos pedalar!

Lista de desejos de aniversário

Imagem destacada De Bike na Cidade Desejos de Aniversário Wish List bicicleta2

Algumas coisinhas que uma certa blogueira adoraria ganhar ^^

Como eu contei há alguns posts, meu aniversário é no dia 28 de junho. Ou seja: domingo que vem. Aí eu resolvi bancar a gaiata e publicar uma listinha de desejos que pode inspirar você a presentear alguém que também gosta de bicicleta. Se essa pessoa for eu mesma, então, melhor ainda ^^ #blogueirasonsa

Na lista estão inclusas algumas coisinhas que vão me ajudar na produção do conteúdo para o blog. Ah, e há também links de onde tirei as fotos, mas não comprei em todos esses sites. Portanto, se for efetuar uma compra em alguns desses locais, lembre-se de pesquisar antes para saber se é confiável. 😉

1 – Acessório/buginganga temáticos de bicicleta

Presentes temáticos de bicicleta Desejos De Bike na Cidade

Fotos: 1 -Pingente para pulseira (Ali Express); 2 – Miniatura de bicicleta(Ali Express); 3 – Porta retrato (Que barato!); 4 – Porta retrato (Grata Surpresa); 5 – Relógio de mesa (Mercado Livre); 6 – Boneca Barbie de bicicleta (Barbie Fanpage); 7 – Relógio de pulso (Ali Express); 8 – Relógio de pulso (Ali Express); 9 – Caderno Hello Kitty de bicicleta (Hello Kitty

Pode ser um chaveiro, pulseira, caderno, item de decoração, enfeite de natal… Qualquer fofura que tiver uma bicicletinha vai me deixar contente e deixar a vida desta canceriana acumuladora um pouco mais bonita.

2 – Vestuário com estampa de bicicleta

Roupas e sapatos com estampa de bicicleta Desejos De Bike na Cidade

Fotos: 1 – Vestido preto e branco (Moda em Atacado); 2 – Vestido azul (Umbigo sem fundo); 3 – Tênis rosa (Casa Joka); 4 – Chinelo (J Canedo); 5 – Blusa linda e maravilhosa (Entre Livros e Pincéis); 6 – Saia estampada (Brechó Camarim)

Vale camiseta, vestido, saia, tênis… Só não pode ser com aquela estampa plástica pesada, sabe? Não sei dizer o nome dela, mas sei dizer o nome da que eu posso usar: sublimação, que é bem levinha e não esquenta. Eu tenho alergia à que é pesada . Confesso que estou desejando, principalmente algo com uma estampa bem cheia de bicicletas, sabe? Para caber muuuuitas ^^.

3 – Câmera nova

Câmera Desejos De Bike na Cidade

Fotos: 1: Sony W830; 2 – Smart Camera NX300M (Samsung); 3 – Canon T5i (Buscapé)

Para poder continuar fazendo os trabalhos aqui do blog, estou precisando com urgência de uma câmera nova. Acontece que fiz o favor imenso de perder a minha, junto com a bateria reserva, e agora estou fazendo fotos e vídeos só com o celular ou com a câmera de uma amiga, que gentilmente me empresta quando preciso. Ainda não acredito que perdi a minha, e o pior é que não tenho nem ideia de onde e quando isso aconteceu. 😦 Ambiciono ter uma câmera maior no futuro, com uma lente bem legal. Mas por hora, ficaria feliz em substituir minha Sony Cybershot por uma similar (que grave em HD e Full HD).

4 – Celular novo

Smartphones Celulares Celular para blogueiras De Bike na Cidade

Fotos: 1 e 2 – Motorola;  3 – Galaxy Gran Prime (Ponto Frio)

Ainda da série #ajudeumablogueira, um smartphone bacana, com boas câmeras na frente e atrás e bastante memória tem aparecido nos meus sonhos ultimamente.

Quanto aos melhores modelos para escolher, confesso que estou um pouco por fora, por isso peço a sugestão de vocês. De preferência, algo que tenha Android, já que não sou muito familiarizada com as coisas da Apple. Para ilustrar o post usei uma foto do Samsung Galaxy Gran Prime, que foi lançado recentemente, promete tirar ótimas selfies e que, segundo a Nayara Morrone, é um celular ótimo para blogueiras. Só que ele tem só 8GB de memória interna, embora tenha a memória do cartão expansível para 64 GB. Eu tenho a impressão de que quando o cartão de memória começa a pesar, isso reflete na memória interna de alguma maneira. Ou seja: não adianta muito ter um sem o outro.

Também encontrei o Galaxy A7, que tem maravilhosos 16 GB de memória interna, mas que custa bem mais. 😦

E o meu sobrinho recomendou os celulares novos da Motorola, em especial o Moto G 2 e o Moto X 2, com boas câmeras frontais e bastante memória.

Se você entende melhor de celular, deixa aí nos comentários uma dica de um celular legal para me ajudar, beleza? Ou, me dá um de presente ^^ #alôka #sonhaalice #minhafianãoquernada.

5 – Equipamento de iluminação

Equipamento de iluminação De Bike na Cidade

Fotos: 1 – Soft box com tripé (Also Digital); 2 Luminária de mesa estilo Pixar (Mercado Livre); 3 – Tripé (Magazine Luiza)

E quando falo em equipamento, não é nem nada profissional, sabe? Quer dizer, não precisa, mas a gente aceita! hahaha Poderia ser só duas luminárias de mesa com lâmpadas que não esquentem que eu já ficava feliz. Eu utilizaria para gravar vídeos aqui em casa, que tem iluminação prejudicada à noite.

Uma soft box e um tripé também me deixariam pra lá de contente. Pode ser até na vibe faça você mesmo, como a Gi ensina aqui e aqui.

 

Essa foi minha listinha de desejos de aniversário. E você aí, tem sonhado com algo ultimamente? Conta aí nos comentários!

Um abraço e vamos pedalar!