Além de bike – Estou ruiva!

Após a primeira lavagem, ao ar livre, sol ameno.

E aí, como ficou?

Mudança no visual sempre traz um monte de sentimentos diferentes, né? E eu estou passando por isso agora que tingi o cabelo de vermelho, principalmente porque não ficou como eu imaginava, mas também não ficou de um jeito que odiei.

Indo na contramão das mechas loiras prateadas que estão super na moda e que são lindas, eu gosto mais de tons vermelhos acobreados e marrons. Não sei porque, me acho meio amarela então não curto muito tons dourados e loiros. O problema é que tons acobreados são super difíceis de alcançar e também de explicar para os cabeleireiros. rsrsrsrs Porque são uns cabelos que mudam muito conforme a luz, então o que eu penso que é marrom fica meio loiro numa luz e super avermelhado na outra. Tipo o cabelo da Karol Pinheiro, que eu acho lindo e que ela contou num vídeo que é um tom natural! Nunca me senti tão humilhada! rsrsrsrs Fora que o cobre é, na verdade, um reflexo, então é a primeira parte da coloração que desbota. 😦

Aí dessa vez eu queria que o cabelo segurasse mais o tom de vermelho, que ficasse mais destacado, só que puxando para o marrom e o cobre. Então o profissional usou meia parte de Chocolate acobreado da Koleston (674) e duas partes de Cereja, também da Koleston (6646). O resultado foi um vermelho bem escuro, mas que nem de longe lembra marrom. Na verdade, ele ficou com um fundo meio rosado, púrpura, vinho, sei lá. Mas dependendo da iluminação ele acende, ficando mais sangue, principalmente nas mechas.

Eu não queria esse efeito puxando para o vinho, mas depois achei bem bonito, então estou respirando o novo visual para ver qual é. E também porque o cabeleireiro disse que com as lavagens a tendência é que ele abra mais e puxe para o cobre. Dependendo de como ele se comporte, pode ser que eu mude o tom de vermelho da misturinha, para tirar esse fundo rosado.

À noite, poucas horas após ter tingido os cabelos. Luz fluorescente da sala

À noite, poucas horas após ter tingido os cabelos. Luz fluorescente da sala

 

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Meia caixinha desta cor…

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… mais duas caixinhas desta

Esqueci de tirar fotos antes de lavar o cabelo pela primeira vez após tingir, mas fotografei minhas unhas. A cada vez que eu coçava a cabeça ou mexia nos cabelos, as mãos ficavam vermelhas. E fora que eu fiquei toda pintada rsrsrs. Testa, orelhas, couro cabeludo, camiseta… Um monte de manchas. Comprei até uma faixinha para esconder as manchas na testa e escolhi na cor verde, que combina muito bem com ruivo. E a toalha que usei para secar o cabelo? Parece que foi usada por um dublê de um filme do Quentin Tarantino. Mas depois da primeira lavagem, dois dias depois, as manchas saíram.

Parece até que eu briguei!

Parece até que eu briguei!

Vejam aí algumas fotos do cabelo após a primeira lavagem, dois dias após tingir o cabelo. Apenas compactei as imagens para que não ficassem pesadas, mas não mexi em luz ou cor para que vocês vejam exatamente como ficou. Se acharem que a qualidade ficou muito baixa e não dá para ver direito, me avisem nos comentários que reposto as de melhor qualidade. Ah, e cliquem para ampliar.

Fotos na sombra

Fotos tiradas ao sol

Aí agora eu fico me olhando no espelho sem parar e morrendo de medo de ficar loira com as lavagens. Medo de não ter grana ou ficar com preguiça da manutenção. Aliás, ciclistas ruivas, deixem suas dicas aí nos comentários sobre como manter o ruivo e alcançar o tom acobreado dos sonhos, tá bem? Porque se a Ivete Sangalo diz que o vermelho da Koleston não sai na água, eu acredito que é possível.

Amiga, vai na fé!

Amiga, vai na fé!

E gente, cabelo vermelho é muito poder, né? Tem horas que eu fico me achando, sabe? Essa coisa de ter fogo na cabeça, hehehe

Um abraço e vamos pedalar!

 

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Look de Bike – Nem tão chique assim

Cycle Chic nem tão chic Sheryda Lopes blog De Bike na CIdade (3)

Achei uma foto meio velhinha de um look que fotografei mas depois achei feio, e por isso não tinha postado. Sabe quando você precisa resolver algo e veste qualquer coisa, seja por preguiça ou mesmo porque não há nada limpo? Num dia em que as duas coisas aconteceram o resultado foi esse aí: camiseta de turista, sainha de criança e casaco que não combina nada com nada. Nos pés, sandália de borracha mega confortável e no rosto só filtro solar. Que preguiça de me maquiar nesse dia, gente! rsrsrsrs

E para completar, não lembro se fotografei o look antes de sair, morta de sono, ou quando cheguei em casa, meio cansada. Seja lá qual foi a escolha, a cara saiu inchadona, rsrsrsrs. Mas, por algum motivo estava feliz, então, por que não? Um look de desapego, de descompromisso de alegria e sem muita coisa combinando mesmo.

Cycle Chic nem tão chic Sheryda Lopes blog De Bike na CIdade (1)

Cycle Chic nem tão chic Sheryda Lopes blog De Bike na CIdade (2)

Look nem tão chique assim, de um dia qualquer, mas com um acessório importante: um sorriso! Sorrir é cycle chic, não importa o modelito!

Bom fim de semana!

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – Como escolher um sapato para pedalar

Quando comecei a pedalar, basicamente observava e tentava adaptar as peças de roupa que já tinha para andar de bicicleta. Com o tempo, ao ter a chance de comprar roupas novas, comecei a escolher as peças de acordo com os materiais e estilos, para que ficassem bem Cycle Chics. Da mesma forma, isso acontece com meus sapatos e sandálias.

Por exemplo: sempre fui fã de sapatilhas. Acho que são muito básicas, bonitas e confortáveis, além de excelentes coringas. Não sei se só eu faço isso, mas como não tenho muita grana para encher o guarda-roupa, compro o máximo possível de peças básicas e baratinhas, para poder montar muitos looks variados. Nesse sentido, as sapatilhas são perfeitas.

Só que aí comecei a perceber que algumas sapatilhas estavam me deixando tensa e com o pé dolorido após a pedalada. E justamente as que eu acho mais bonitas, aquelas que deixam bastante colo do pé à mostra.

O que observei: quando o calçado não está bem preso no pé, mas bem preso mesmo (o que não quer dizer apertado), instintivamente eu faço força para mantê-lo no lugar. Como o movimento da pedalada leva, naturalmente, à flexão do tornozelo, isso acabava desgastando a articulação e deixando os músculos tensos e doloridos. Sem falar no risco de o sapato escapar no meio da pedalada, causando uma queda.

Aí no fim de semana, quando fui comprar um sapato novo para a pedalada ciclochique pelo Mês da Mobilidade 2015, percebi que faço um teste na hora da escolha. O engraçado é que eu nunca tinha notado que fazia isso! rsrsrsrs Resolvi então fotografar e mostrar para vocês, pois pode ajudá-los na hora da compra.

Teste De Bike na Cidade de qualidade

Primeiro sapatinho testado: uma alpargata Moleca fofíssima

Primeiro sapatinho testado: uma alpargata Moleca fofíssima

É o seguinte: calço o sapato ou sandália e em seguida faço uma “ponta”, alongando o pé, que nem uma bailarina. Isso é para testar se o sapato vai machucar o calcanhar. Vejam na imagem abaixo:

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Pé direito fazendo ponta

Em seguida, flexiono bem o tornozelo. É como se apontasse para o joelho com o dedão do pé, sabe? Se o sapato ou sandália escapar no calcanhar, aí ele não vai morar lá em casa. Muito simples e acho que também vale para quem vai apenas caminhar com a nova peça.

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O sapato escapou no calcanhar, então: reprovado!

Também observo o material do qual o calçado é feito. Se for muito rígido, pode causar calos. O ideal é que seja feito de um material bem macio e fofinho, que trate seu pé com todo o amor do mundo. Observe também se a cobertura do calçado é delicadinha demais, porque isso pode causar arranhões em sua superfície quando você encostar no pedal da bicicleta. Materiais foscos, por exemplo, disfarçarão melhor possíveis arranhões que os envernizados. Da mesma forma, sapatos estampados ou mais escuros não vão deixar manchas de lama ou graxa tão aparentes. Já os sapatos de tecido são confortáveis, mas podem ficar sujos muito rápido.

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Sapatinho lindo, estilo boneca e com tornozeleira

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Só que o material era muito rígico, e percebi que ia machucar meus pés. :/ Reprovado!

Salto alto

Mesmo para caminhar, eu nunca gostei muito de salto alto. O que posso dizer é que é possível sim, pedalar de salto, mas aconselho evitar aqueles tipo agulha fininhos porque eles podem ficar presos nas frestas do pedal da bicicleta. Já os saltos quadrados, anabela e plataforma, podem evitar esse acidente e deixar a pedaleira ou pedaleiro mais confiante na hora de parar e pôr o pé no chão, sem perder o equilíbrio.

Também aconselho evitar os sapatos de bico fino, pois eles aumentam a pressão nos dedos, machucando bastante. Mas isso é dica de quem não é acostumada a usar salto, gente. Pode ser que haja meninas e meninos que usem e que conseguem lidar com essas características. Aliás, se alguém assim estiver lendo este post, favor deixar seu testemunho aí nos comentários!

E eu meio que me contradisse um pouco na minha escolha! hahaha Acabei levando um sapato de salto baixo da Beira Rio, que é muito confortável, me calçou muito bem… mas é bege e envernizado! rsrsrsrs Comprei porque não resisti e acho que vai integrar um monte de looks bonitos. Além disso, conheço essa coleção porque tinha uma sapatilha vermelha dela, e que eu usei por muito tempo, até a sola arrancar. A cobertura do sapato, apesar de envernizada, é bastante resistente. Ainda assim, estou pensando em um modo de protegê-la quando for sair de bicicleta calçando o sapatinho novo. Mas essa dica fica para outro post. 😉

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Na hora da ponta, ele não machucou o pé

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Ao flexionar o pé, ele não escapou! Aprovado!

E vejam o Look que usei para o pedal ciclochique, já de sapatinho novo! Fotografei no banheiro de um estabelecimento porque troquei de roupa lá. E como estava com muito medo de que chovesse, minha maquiagem era apenas pó translúcido, delineador, blush e batom. Caso me molhasse, o derretimento viria com menos prejuízo!

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Os outros ciclistas chiques que fizeram parte da pedalada. Saiu até no Tribuna do Ceará!

A propósito, o pedal ciclochique foi uma ação da Ciclovida para chamar a atenção para o Mês da Mobilidade 2015. Está rolando uma campanha no Catarse, ainda não conseguimos nem metade dos recursos necessários e faltam só 10 dias para a campanha acabar. Se não conseguir a meta, que é R$ 6 mil, a Associação não receberá nem um tostão do dinheiro doado. Tem inclusive o orçamento dos eventos na campanha, para todos saberem para quê, exatamente, estão doando! Então, coce os bolsos e ajude com a quantia que puder! Compartilhe a campanha com seus amigos e vamos fazer um setembro bapho! E rápido! Isto não é um treinamento! Repito: isto não é um treinamento!!

Um abraço e vamos pedalar!

E contribuir!

Vi de Bike – Mara Nívea

Vi de Bike Mara Nívea Blog De Bike na Cidade by Sheryda Lopes (2)

Encontrei esta linda de cachos poderosos e não resisti! Tinha que parar para saber mais sobre ela. Seu nome é Mara Nívea, tem 21 anos e é estudante de teatro no IFCE. Fã de vestidos por serem despojados e combinarem com várias ocasiões e lugares, a moça pedala há tanto tempo que até já perdeu a conta. “Deve fazer uns três ou quatro anos”, tenta puxar pela memória.

Sua amada Florzinha, nome que ela deu à bike, a acompanha pela cidade enquanto se locomove. Para ela, além de essa ser a melhor forma de deslocamento, quando pedala se sente mais livre e feliz. “Pedalar é muito divertido”, conta.

Cachos e bicicleta

Eu adoro cabelos crespos e cacheados, sabe? Acho que existe uma beleza maravilhosa neles e o ato das pessoas cacheadas de assumirem seus caracóis, para mim, é de uma resistência ao racismo incrível. Não que o povo não possa alisar, fazer escova, etc, mas sei também que existe uma pressão social terrível para que os cachinhos se sintam inferiores frente aos cabelos lisos. Por isso, sou fascinada pelos crespos, adoro assistir tutoriais e resenhas de produtos específicos para esse tipo de fio e morro tentando amassar meu cabelo com ativadores de cachos, sem sucesso. Os cachinhos do maridão, então, me deixam toda boba ^^

Aí eu sei que as meninas e meninos cacheados têm toda uma ciência com os cabelos, e fiquei curiosa para saber como a Mara faz para ficar tão lindona assim, ao vento e na bike. E não é que é justamente o vento o segredo dela? “Gosto de volume e quanto mais solto e volumoso ele ficar melhor”, Ela não usa capacete, mas não é por causa do cabelo e sim por falta de costume mesmo. “Até penso em comprar um”, explica.

Ela me contou ainda que, além de usar sempre pentes de dentes largos e manter a hidratação em dia, ainda aplica Bepantol líquido nos fios, junto com a máscara de hidratação! Fiquei bo-ba! Nem sabia que existia esse produto líquido – uso a pomada nos lábios, para hidratar – e menos ainda que podia ser aplicado nas madeixas.

E olha só que linda a declaração de amor dela aos próprios fios cacheados:

Nem sempre tive uma boa relação com ele (cabelo). Antes não gostava do volume e usava-o preso. Mas, após experimentar soltá-lo, me vi uma mulher incrível, de cabelos lindos e que refletiam toda uma força e a beleza negra.. Amo meu cabelo do jeito que ele é. Amo o volume e meus cachos”.

Quer mais dicas e reflexões a respeito dos cabelos cacheados? Há alguns anos fiz um vídeo para meu canal pessoal no You Tube a respeito desse assunto. Tem até dica de profissional especializada aqui em Fortaleza! Assiste só:

E depois, aproveita também para se inscrever no canal do De Bike na Cidade! Tem um tempinho que não coloco vídeos novos, mas já estou preparando alguns, com muito carinho para vocês! Enquanto isso, vejam os que eu já postei!

Beijão, Mara! Adorei sua energia 🙂

E a todos, como sempre…

…um abraço e vamos pedalar! 😉

Vi de Bike – Gabi Zaupa

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Já contei que as pessoas mais estilosas da cidade estão no Benfica? Pelo menos é o que eu sinto sempre que ando por lá, pois é cada acessório lindo, cada estilo de cabelo… E foi numa dessas que encontrei a Gabi Zaupa, estudante e professora de línguas, 25 anos. Ela pedala desde o final de 2013, mesma época em que comecei, para se locomover pela cidade. O mesmo percurso que ela faz de ônibus, em cerca de uma hora, de bicicleta leva no máximo 30 minutos. #nãoémagiaétecnologia No total, são pelo menos seis quilômetros para ir e voltar das aulas, menos da metade dos 14 que ela percorria logo que começou a pedalar. “Agora moro mais perto de onde estudo e leciono”, explica.

Gabi começou a pedalar por influência de amigos que usavam a bicicleta e também pela vontade de se exercitar. “Apesar de achar que desse jeito que eu faço não é exercício”, brinca ela.

Estilo

Vi de Bike Gabi Zaupa Blog De Bike na Cidade by Sheryda Lopes (2)

Vi de Bike Gabi Zaupa Blog De Bike na Cidade by Sheryda Lopes (3)

Para pedalar, sua principal preocupação é o conforto. Assim que começou a usar a bicicleta já deu preferência a leggings e vestidos, e sempre usa acessórios interessantes para turbinar o visual. Vegetariana, ela evita couro e dá preferência a sapatos de pano.

Para evitar o suor, ela procura respeitar o ritmo do próprio corpo, pois percebeu que quanto menos se esforçar, menos ficará suada. Com a experiência das pedaladas, hoje o suor já não a preocupa tanto, pois o corpo se adaptou aos movimentos.

E eu quase consegui terminar este post sem a referência de “Azul é a cor mais quente”, mas me perdoa, gente. Li o HQ dia desses e não teve como. Me digam se esse cabelo azul da Gabi não é encantador? Porém, mais encantadora que os cabelos com certeza é a simpatia da moça!

Vi de Bike Gabi Zaupa Blog De Bike na Cidade by Sheryda Lopes (4)

 

Um abraço e vamos pedalar!

Entrevista no Cadeira Cativa – O Estado CE

Tive a chance de bater um papo muito legal com meu amigo e colega de profissão Tarik Otoch, no quadro Cadeira Cativa, do site do jornal O Estado. Num clima super descontraído, falamos sobre o blog, suor, buracos, violência urbana em Fortaleza e as alegrias e desafios de pedalar aqui na capital cearense. Me senti no sofá do Jô! hahaha Confere aí 🙂

Já é a terceira entrevista que dou para O Estado. A última foi para a seção Estrelas da Internet, e quem fez foi a querida Cely Fraga. Uma imensa honra ser procurada e conceder entrevistas para meus colegas de profissão, pessoas competentes e que admiro muito.

Tomara que vocês gostem!

Um abraço e vamos pedalar!

 

Tomem água

 

Não gosto de ficar me desculpando quando não consigo postar com certa frequência aqui no blog (se for pra se desculpar, melhor produzir, né?), mas acho que preciso compartilhar isso com vocês. Já tem um tempo que perdi minha garrafinha de água que costumava levar comigo na Shamira, e ela era super importante não só para me hidratar durante o pedal, mas também durante todo o dia, porque mantendo ela cheinha e por perto, eu estava sempre tomando água.

Ocorre que, de uns tempos para cá, retomei o péssimo hábito de tomar pouca água, apesar de viver levando carão por isso do marido. O resultado? Esta vossa blogueira querida do coração ciclístico fortalezense adquiriu uma bela de uma infecção urinária, e está com o rim direito doendo pacas. Isso prejudicou um pouco minhas atividades, inclusive a produção aqui no blog, mas logo, logo voltarei à ativa.

Então, do alto da minha dor renal #drama peço: ciclista ou não, tome bastante água. Além de ser bom de vários jeitos, a situação da saúde pública não tá fácil. Fui numa UPA e no posto de saúde do meu bairro duas vezes antes de ser atendida, além de as farmácias dos postos de saúde estarem sem vários medicamentos. Então, cuidem-se, que o babado tá ruim até pra ficar doente!

E enquanto não chegam posts novos, que tal navegar pelos mais antigos? Tenho certeza de que você vai se divertir bastante. Só chegar aí na coluna lateral, clicar em “Categorias dos posts” e escolher um tema.

Um abraço e vamos pedalar!