Mande as Ciclanas para São Paulo!

ciclanas catarse bicicultura blog de bike na cidade by sheryda lopes

Bom dia, amores! Vou abrir a semana pedindo ajuda a vocês e dando a dica de um evento babado que vai rolar no final deste mês: o Bicicultura!

O maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo, acontece entre 26 e 29 de maio de 2016 em São Paulo. Organizado pela sociedade civil, busca ser o expoente máximo da bicicleta em todas as suas vertentes: cultural, social, política, artística, econômica e ambiental.

O evento abre espaço para o convívio, o compartilhamento de conhecimento e a formação de alianças entre ciclistas, cicloativistas, entusiastas e interessados na democratização urbana, na sustentabilidade ambiental e na qualidade de vida que a bicicleta proporciona.

E como eu tenho amigas arretadas e maravilhosas, três atividades das Ciclanas, coletivo ciclofeminista fundado em Fortaleza, foram aprovadas para esse evento por meio de edital nacional.

Em dois painéis, serão abordados assuntos como o nascimento e desenvolvimento do coletivo e a cicloviagem realizada para o assentamento Barra do Leme em Pentecostes, interior do Ceará. Já na oficina sobre as experiências de um movimento social com comunicação em redes sociais, as Ciclanas, além de contar as experiências do coletivo, vão propor um momento de consultoria para aqueles e aquelas que participarem.

Foda, né? Que orgulho saber que nosso coletivo vai compartilhar suas experiências na capital que tem o cicloativismo mais forte do país (pelo menos eu acho que tem)! Só que agora as gatas precisam de ajuda para voar até Sampa. Embora o evento forneça a passagem de avião e a hospedagem solidária para as meninas já esteja garantida, elas precisam do auxílio da comunidade para o deslocamento e alimentação durante essa viagem.

Para arrecadar esses recursos, nós Ciclanas estamos com uma campanha aberta no Catarse e já arrecadamos metade da grana. Mas faltam só cinco dias para o fim do prazo e se a meta não for atingida estabeleceremos uma nova meta, o Catarse devolve todo o dinheiro doado até o momento.


ATUALIZANDO: Gente, a informação que eu tinha colocado estava errada. A campanha das meninas é do tipo “flex”, que quer dizer que elas receberão o dinheiro arrecadado ainda que não batam a meta. #PeçoPerdãoPeloVacilo


Por isso, façam de conta que eu nunca pedi nada a vocês e ajudem! É possível realizar doações a partir de R$10. A partir dos R$20 rolam recompensas fofas, que vão de adesivos do coletivo e até camisetas. Mas o mais importante mesmo é ajudar a disseminar as experiências que estamos vivendo aqui em Fortaleza e empoderar as gata desse Brasil-zil-zil!

Vai lá!

Campanha das Ciclanas no Catarse: catarse.me/ciclanas

Ciclanas no Facebook: facebook.com/ciclanas

Ciclanas no Instagram: instagram.com/ciclanas/

Site do Bicicultura: bicicultura.org.br

Um abraço e vamos pedalar!

(e coçar esses bolso)

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Começam os preparativos para o II Fórum Nordestino da Bicicleta em Fortaleza

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(Foto: Ju Brainer. Retirada do Prefiro ir de Bike)

Oi, people! Seguinte: o post de hoje é uma convocação! Acontece que o II Fórum Nordestino da Bicicleta (FNEBICI) já tem data e local marcados! Será na minha amada e ensolarada Fortaleza, de 11 a 15 de novembro deste ano. E como um evento desse porte exige muito trabalho e organização, as reuniões já começaram e precisam ter a máxima participação de ciclistas de todos os estados nordestinos, como uma forma de garantir pluralidade nas falas e claro, o fortalecimento da bicicleta na nossa região.

“É importante pois podemos olhar e conhecer melhor nossos vizinhos e dessa forma podemos entender as ações e realidades de estados mais próximos da gente. É também uma etapa importante de reconhecimento e empoderamento a partir do momento em que ouvimos vozes e experiências parecidas com as nossas”, comenta Daniel Neves, conselheiro fiscal da Ciclovida e responsável pela Comissão de Comunicação e Design do Fórum.  A Ciclovida (Associação dos Ciclistas Urbanos de Fortaleza) está à frente da organização do evento em 2016.

Assim como no ano passado, sete estados estão participando da construção do Fórum. Mas Daniel faz um chamado especial ao Maranhão e Piauí. “Atualmente estamos buscando associações, coletivos e ciclistas desses estados, pois sentimos falta de sua presença no primeiro encontro”, diz. Atualmente, há quatro comissões onde é possível contribuir: Programação, Comunicação, Estrutura e Financeiro.

Segundo Daniel Valença, coordenador geral da Ameciclo (Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife), organização que tocou o evento em 2015,  a atuação dos cearenses no ano passado representou uma grande contribuição para o Fórum. Para ele, o FNEBICI marcou a capital pernambucana e o cicloativismo regional. “Pudemos trocar informação com outras associações e descobrir que não somos os únicos com problemas parecidos. Também foi possível aprender com as pautas que foram colocadas e também com o grande esforço voluntário, que é sempre recompensador”, avalia.

Para entrar no time que está organizando o Fórum, basta entrar no link da lista de emails  e solicitar participação na construção do evento. E vale a pena também curtir e seguir o evento nas redes sociais para não perder nenhuma novidade!

II FNEBICI – Fortaleza

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Um abraço e vamos pedalar!

 

Documentário Pedal Delas estreia hoje, no Centro Dragão do Mar

Vamos pegar um cineminha? Logo mais, às 19h, tem exibição gratuita de cinco filmes realizados por participantes do projeto Cacto, da ong Fábrica de Imagens, como parte da celebração de seus 18 anos. Entre os filmes está o Pedal Delas, de direção da fofíssima Thais Marques, e para o qual eu dei uma entrevista. Foi um dia super legal, recebendo uma equipe cheia de energia positiva e falando sobre minha experiencia nas ruas, no blog e com as amadas Ciclanas. Com direito a gatinho fazendo xixi nas mochilas alheias. rsrsrsrs E ainda ganhei um chocolate mais bilhete lindo de lembrança.

Fortaleza possui um transporte público ineficiente e vive um caos em suas estradas com o número crescente de automóveis particulares. Pensando em alternativas sustentáveis, um grupo de mulheres optaram pela bike como seu principal meio de transporte e decidiram compartilhar suas experiencias em um lindo curta metragem. Além de ocuparem a cidade e utilizarem a bicicleta como um estilo de vida, elas mostram o seu cotidiano sobre duas rodas, as vantagens e as várias agressões que sofrem em uma sociedade machista que rejeita o fato de terem que dividir as vias com mulheres de bicicleta. Apesar das limitações, essas ciclistas mostram que é possível pedalar e tornar a cidade um lugar melhor.

Uma oportunidade muito legal de inspirar a mulherada a adotar o pedal e também um registro maravilhoso sobre esse momento que estamos vivendo. E além do Pedal Delas também tem os outros filmes, que eu estou muito curiosa para ver. Bora, bora, boraaaa!! 🙂

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Um abraço e vamos pedalar!

Vlog de Bike – Levando Shamira para Recife!

Oi, pessoal! Vocês já devem estar sabendo que no mês passado participei do primeiro Fórum Nordestino da Bicicleta 2015 (FNEBICI), que aconteceu em Recife. O que vocês não devem estar sabendo é que eu fui pedalando até o Aeroporto Pinto Martins. Lá, embarquei Shamira e ao chegar em Recife fui pedalando até o local da minha hospedagem, aproveitando para conhecer um pouco da cidade. E aí que eu preparei um vlog para mostrar para vocês como foi essa aventura! Tomara que gostem!

E já vou adiantando o pedido para que vocês se inscrevam no canal do blog no You Tube, curtam, comentem e compartilhem o vídeo. 🙂

Como contei no vídeo, saí de casa muito cedo, e valeu a pena. Porque a verdade é que foi bastante cansativo embalar a Shamira e não precisar de pressa foi fundamental. Só lamento não ter providenciado os plásticos no dia anterior ao da viagem. Já tinha pedido para que uma oficina guardasse para mim e achei que seria tranquilo pegar as embalagens a caminho do Aeroporto. Porém, ao chegar lá, o material ainda não tinha sido separado e a oficina estava muito cheia. Isso fez com que eu deixasse o Daniel me esperando, pois demorei mais do que esperava na oficina e também pedalei mais devagar que o normal, por causa do peso da bagagem. Assim, mesmo me programando para sair cedo, ainda tive esse imprevisto.

 

E a propósito, a volta de Recife para casa foi beeeeem diferente! Em breve, post contando tudinho para vocês!

Um abraço e vamos pedalar!

FNEBICI 2015 – Minhas impressões sobre o trânsito de Recife

Foto de Ênio Paipa

Nosso grupo, poucos minutos após sair do aeroporto de Recife

Como vocês já devem saber, recentemente estive em Recife para participar do primeiro Fórum Nordestino da Bicicleta (Fnebici). Passei quatro dias na capital de Pernambuco utilizando a Shamira como meio de transporte, e nesse tempo tracei algumas impressões sobre o trânsito da primeira capital onde pedalei, fora Fortaleza, e a maneira como ela trata os ciclistas.

Saí do aeroporto em um horário próximo do de pico, no final da tarde, e um Bike Anjo local, o querido Ênio Paipa, aguardava a mim e outro participante do Fórum, junto com um cicloativista de outro estado. O grupo formado por quatro pessoas pedalaríamos pela praia de Boa Viagem até a região do Centro, num pedal planejado para já irmos conhecendo Recife.

Já a poucos metros do aeroporto, um viaduto surgiu à nossa frente e com ele o primeiro desafio para mim, que evito viadutos em Fortaleza não só pela impaciência dos motoristas, mas principalmente por ter medo de altura. E não tive como pensar muito, o jeito foi seguir pedal acima: Na maior parte das vezes não há como evitar viadutos e pontes na cidade pois nem sempre (ou nunca?) há opção de passar por baixo ou escolher uma rua alternativa. E la fui eu, com medo mesmo e amparada pelos ciclistas experientes que me acompanhavam.

Nas ruas e avenidas pelas quais passamos até chegar à ciclovia que acompanha a orla de Boa Viagem, observei o quanto os motoristas de Recife buzinam. Não sei se tive essa impressão por estar reparando em tudo, mas cheguei a pensar que eles usam a buzina até mais que os motoristas  de Fortaleza. O carro à frente demorou um segundo para arrancar no sinal verde? Buzina. Ciclista “atrapalhando”? Buzina. Chegou o verão? Buzina. Isso irrita muitíssimo e dá ao trânsito um imenso tom de hostilidade.

Já anoitecendo e depois de sair da ciclovia da Boa Viagem, o trânsito começou a ficar mais denso e violento. O que mais me surpreendeu foi a forma como as vias da cidade são organizadas e a velocidade dos motorizados. É mais ou menos assim: Você está numa avenida rápida e de repente, numa curva, ela desemboca numa via de quatro pistas ou mais, e também rápida. E lá vai o grupo de ciclistas, acompanhando o fluxo, se juntar aos carros nas faixas do meio, já que nem sempre é possível chegar às faixas dos bordos de cara.

Fiquei muito assustada, porque estava numa cidade diferente da minha e por isso não sabia o que esperar. Aqui em Fortaleza, evito ao máximo esse tipo de via (já cheguei a ficar paralisada ao tentar atravessar a Engenheiro Santana Junior por causa dos túneis). Geralmente paro, espero o sinal fechar e utilizo faixas de pedestres para ganhar vantagem dos carros e acessar as pistas de forma mais tranquila. Ou ainda, já sei o que me espera à frente e já vou preparada, sinalizando com as mãos e me posicionando na faixa. Mas em Recife, cada curva era uma surpresa e quase nunca havia faixas de pedestre, semáforos e calçadas para ajudar.

Finas, muitas finas

Logo na primeira noite em Recife, ainda com a bagagem na garupa da Shamira, já recebi muitas ameaças no trânsito. Muitas finas e uma explicitamente de propósito, uma manobra de uma saveiro toda adesivada de uma empresa (ou seja, motorista profissional) que tentou encostar o retrovisor na bicicleta para me derrubar ou assustar. O mais louco é que em Recife tem umas ciclofaixas TEMPORÁRIAS pintadas no chão! Elas só funcionam aos domingos e feriados, mas permanecem na pista nos demais dias da semana, diferente das ciclofaixas de lazer de Fortaleza, que são construídas com cones e saem após o final do evento. Estávamos usando essas ciclofaixas mesmo não sendo fim de semana e isso provocou a ira de muitos motoristas, que abusavam das finas. Depois sai post especificamente sobre essas ciclofaixas imaginárias.

As ameaças me assustaram. Claro que já passei por isso em Fortaleza, mas por ter recebido tantas finas e buzinas em um curto intervalo de tempo, tive a impressão de que em Recife os motoristas são mais hostis que em Fortaleza. E também de que eram todos assim.

E lá se vai mais um dia…

Só que estava enganada. No dia seguinte, pedalei sozinha algumas vezes. Confesso que saí um tantinho ansiosa, por medo de me perder (e me perdi) e ainda com as buzinas e finas na lembrança. Mas aí me deparei com um Centro lindamente arborizado, uma temperatura amena, lindos prédios antigos, a vista para o rio, as belas pontes que cortam o Capibaribe, paredes grafitadas, a visão do mangue… e muitos motoristas gentis. Vários deles me deram a preferencial, esperaram que eu entrasse nos cruzamentos antes deles, ou que eu passasse antes que saíssem das garagens e estacionamentos. Se as buzinas na noite anterior eram de impaciência, à luz do dia recebi várias suaves e curtinhas, junto com gestos de “pode passar” e sorrisos no rosto.

Juntando isso tudo ao lindo sotaque de Recife, que ouvia a cada vez que eu pedia informação, com seus “tís” e “dís” livres de qualquer chiado e o “visse” no final das frases, que parece uma beijo na bochecha, percebi que na noite anterior tinha ouvido apenas uma breve parte da sinfonia que é aquela cidade. E o que é uma cidade senão uma grande música cheia de tons e nuances diferentes? Sim, ainda há notas desafinadas e instrumentos precisando de ajustes. Mas como fazemos todos parte daquela grande orquestra (eu mesma tive minha participação durante esses dias) cabe a nós irmos afinando nossos instrumentos e tocando nossa parte da melhor forma possível. E no fim, podemos juntos alcançar o frevo perfeito. E quem sabe até com uma dose generosa de maracatu, mangue beat e um forrozinho cearense, acrescentado por uma ciclista gaiata e forasteira que eventualmente visite a cidade.

 

Um abraço e vamos pedalar!

Registro do Dia Mundial sem Carro – depoimentos

Gente, no Dia Mundial sem Carro, 22 de setembro, fui até a ciclovia da Bezerra de Menezes com o videomaker Ricardo Guilherme Lins e registramos alguns depoimentos de ciclistas que passaram por ali. Espero que você gostem do resultado!

Já conhecem o canal do De Bike na Cidade no You Tube? Então, não percam tempo e inscrevam-se! 🙂 Acho que vai rolar vlog de Recife, hein? E no Instagram também vai ter conteúdo com certeza! #MeSegueGeral #VemNeMim

Um abraço e vamos pedalar!

Entre irmãs e irmãos – Fórum Nordestino da Bicicleta

De Bike na Cidade FNEBICI 2015 Recife Bicicleta Sheryda Lopes (9)

Foto: FNEBICI 2015

Já falei muitas vezes sobre a minha história com a bicicleta e sobre o quanto precisei de tempo para amadurecer e quebrar barreiras até que, efetivamente, começasse a pedalar. E desde que Shamira entrou na minha vida, as coisas vem mudando muito, tanto na minha relação com a cidade quanto naquela que tenho comigo mesma. Em 2015 estou zerando a vida: conheci mulheres da minha cidade que pedalam e se apóiam. Conheci Aline Cavalcante, cujos escritos e ações me ajudaram no tempo em que ainda sonhava com pedais. E na semana passada tive a honra de viajar para Recife para o primeiro Fórum Nordestino da Bicicleta, para falar sobre a experiência sensacional das Ciclanas aqui em Fortaleza e contar um pouquinho da minha própria história. Lá, conheci ainda a Renata Falzoni, uma jornalista e ciclista urbana que admiro bastante.

Foram quatro dias trocando ideias com cicloativistas nordestinos e alguns de outras regiões. E como foi bom estar ali, ouvindo aqueles sotaques diferentes do meu mas que traziam todos uma essência de Nordeste. Eram depoimentos e reflexões relacionadas ao uso da bicicleta, como já havia lido tantas vezes nos blogs do Sul e Sudeste que me informaram muito e continuam me informando. Mas, desta vez, eram relatos onde me identificava por causa do clima e da cultura. Senti que estava entre os meus. E minhas! Siiiim! Quantas mulheres nordestinas arretadas, guerreiras, descendentes de tantas outras nordestinas que fizeram sua luta nesse nosso chão, que seja rachado pela seca, molhado pelo mar ou pela lama do mangue, ou ainda, cujos pés subiram e desceram nossas serras enfrentando o machismo, tão intenso e cruel na nossa região. E quantas não pedalam, nesse Nordeste? Pois bem, fomos pauta e fizemos pauta nesse primeiro Fórum! E juntas, escreveremos história que orgulharão nossas netas. Parafraseando Ivânia de Alencar, bruxas de nós mesmas, sim!

E que mulheres loucas para mobilizar! Fala-se em Ciclanas em outros estados! Fala-se em construir debates, pedaladas, coletivos ciclofeministas regionais e nacionais! Nossas fitinhas inspiraram e viajaram para a Bahia, Paraíba, Sergipe… Enfeitam bicicletas cujas donas vão colocar a boca no trombone e o dedo nessa ferida aberta e fedida que é o machismo, presente até mesmo na fala de alguns homens que afirmam pedalar pelo direito à cidade. Ah, mas não esquecendo também dos companheiros dispostos a refletir sobre seus próprios privilégios e fortalecer o debate.

E falamos também da bike na periferia, refletindo sobre a invisibilidade de tantas bicicletas velhas e enferrujadas que carregam pessoas e sustento todos os dias. Esse Fórum representou passos dados rumo a um Nordeste que já anda de bicicleta desde que o mundo é mundo, e que agora pedala rumo a um diálogo cada vez mais transversal.

E no ano que vem, Fortaleza vai sediar a segunda edição do evento! Quero ver esta capital cheinha de cor! Quero ver quem faz o melhor baião de dois e que novidades vão enriquecer nossa cidade. E quero receber meus irmãos e irmãs nordestinas tão bem quanto fui recebida lá em Recife.

2016, chega logo que a gente já está se coçando para dar o grau aqui!

Um abraço e vamos pedalar!