Em crise com a capa

Sheryda Lopes Capa de chuva pedalar poncho bicicleta Blog De Bike na Cidade Resenha (3)

Gentem, e aí? Como foi o fim de semana? Hoje estou aqui para chorar com vocês e desabafar a respeito de uma relação na qual eu depositei muitas expectativas (tem algo mais canceriano que isso?), mas que está me decepcionando: a que eu tenho com minha capa de chuva para pedalar.

Como contei num post do ano passado, comprei uma capa de chuva no Ebay de um vendedor alemão e esperei por meses. Demorou tanto que já tinha passado até a estação chuvosa e eu achei que só iria experimentá-la em 2016. Porém, para nossa alegria, ainda houve oportunidades de me fantasiar de minion azul do League of Legends e viver a sensação de pedalar na chuva à moda europeia (se é que os europeus realmente usam essa capa).

E nos primeiros usos eu até que fiquei feliz! Consegui proteger a mim e à minha bagagem da chuva sem passar calor por causa do plástico. Mas com no começo deste ano a experiência tem sido muito ruim.

Primeira reclamação: a capa não encaixa. A ideia do modelo é que ele cubra a parte da frente da bicicleta e a de trás também, formando um poncho. Mas ela fica desabotoando a cada vez que subo ou desço do selim. É como se eu precisasse que alguém me vestisse a cada vez que monto na bicicleta, ou seja, inviável.

Capa cobrindo a mesa

Teoricamente era para ficar assim

Segunda reclamação: o vento tira a capa do lugar deixando a mim e à minha bagagem descobertas. Isso acontece principalmente quando passa um carro ao meu lado muito rápido. Juntando ao primeiro motivo, acaba que eu preciso parar constantemente para me ajeitar, o que se torna muito cansativo e estressante.

Terceira reclamação: Essa parte da capa que cobre o guidão está começando a acumular água, fazendo um peso chato que só, aí eu preciso dar uma empurradinha pra cima pra derramar. Juro que isso não acontecia antes.

Mas a peça ainda tem suas vantagens: Como cobre minhas mãos, não fica aquela melequeira toda, escorregando e tals. A fita refletora dela também é bacana pois funciona muito bem e com ela me sinto mais segura.

Também tenho usado a capa para cobrir a bike estacionada, porque meus gatinhos fizeram o favor de rasgar o plástico que cobre o selim, deixando a esponja exposta. Se cair água em cima eu vou ter que pedalar muito com o bumbum molhado e isso não é legal. Mas, francamente, essa capa foi cara e demorou para chegar, então se for só por essas funções, acho que não vale a pena. Ou então eu preciso aprender a usá-la direito.

Ah! E mais dois agravantes: a cega aqui fica com as lentes dos óculos totalmente embaçadas enquanto pedala (já recebi dica de usar produtinho de Go Pro na lente, mas não fui atrás ainda).

E para finalizar, fico com a rinite super atacada por conta da umidade. Francamente, tenho pensado que pedalar na chuva não é pra mim, aí acabo pegando ônibus. Paciência.

E vocês? Como estão pedalando com essas chuvas? Por acaso alguém usa um capa parecida com a minha e está se saindo melhor que eu? Contem aí nos comentários.

Um abraço e vamos pedalar!

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Além de bike – Estou ruiva!

Após a primeira lavagem, ao ar livre, sol ameno.

E aí, como ficou?

Mudança no visual sempre traz um monte de sentimentos diferentes, né? E eu estou passando por isso agora que tingi o cabelo de vermelho, principalmente porque não ficou como eu imaginava, mas também não ficou de um jeito que odiei.

Indo na contramão das mechas loiras prateadas que estão super na moda e que são lindas, eu gosto mais de tons vermelhos acobreados e marrons. Não sei porque, me acho meio amarela então não curto muito tons dourados e loiros. O problema é que tons acobreados são super difíceis de alcançar e também de explicar para os cabeleireiros. rsrsrsrs Porque são uns cabelos que mudam muito conforme a luz, então o que eu penso que é marrom fica meio loiro numa luz e super avermelhado na outra. Tipo o cabelo da Karol Pinheiro, que eu acho lindo e que ela contou num vídeo que é um tom natural! Nunca me senti tão humilhada! rsrsrsrs Fora que o cobre é, na verdade, um reflexo, então é a primeira parte da coloração que desbota. 😦

Aí dessa vez eu queria que o cabelo segurasse mais o tom de vermelho, que ficasse mais destacado, só que puxando para o marrom e o cobre. Então o profissional usou meia parte de Chocolate acobreado da Koleston (674) e duas partes de Cereja, também da Koleston (6646). O resultado foi um vermelho bem escuro, mas que nem de longe lembra marrom. Na verdade, ele ficou com um fundo meio rosado, púrpura, vinho, sei lá. Mas dependendo da iluminação ele acende, ficando mais sangue, principalmente nas mechas.

Eu não queria esse efeito puxando para o vinho, mas depois achei bem bonito, então estou respirando o novo visual para ver qual é. E também porque o cabeleireiro disse que com as lavagens a tendência é que ele abra mais e puxe para o cobre. Dependendo de como ele se comporte, pode ser que eu mude o tom de vermelho da misturinha, para tirar esse fundo rosado.

À noite, poucas horas após ter tingido os cabelos. Luz fluorescente da sala

À noite, poucas horas após ter tingido os cabelos. Luz fluorescente da sala

 

Kit-Tintura-Koleston-Chocolate-Acobreado-674-121853

Meia caixinha desta cor…

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… mais duas caixinhas desta

Esqueci de tirar fotos antes de lavar o cabelo pela primeira vez após tingir, mas fotografei minhas unhas. A cada vez que eu coçava a cabeça ou mexia nos cabelos, as mãos ficavam vermelhas. E fora que eu fiquei toda pintada rsrsrs. Testa, orelhas, couro cabeludo, camiseta… Um monte de manchas. Comprei até uma faixinha para esconder as manchas na testa e escolhi na cor verde, que combina muito bem com ruivo. E a toalha que usei para secar o cabelo? Parece que foi usada por um dublê de um filme do Quentin Tarantino. Mas depois da primeira lavagem, dois dias depois, as manchas saíram.

Parece até que eu briguei!

Parece até que eu briguei!

Vejam aí algumas fotos do cabelo após a primeira lavagem, dois dias após tingir o cabelo. Apenas compactei as imagens para que não ficassem pesadas, mas não mexi em luz ou cor para que vocês vejam exatamente como ficou. Se acharem que a qualidade ficou muito baixa e não dá para ver direito, me avisem nos comentários que reposto as de melhor qualidade. Ah, e cliquem para ampliar.

Fotos na sombra

Fotos tiradas ao sol

Aí agora eu fico me olhando no espelho sem parar e morrendo de medo de ficar loira com as lavagens. Medo de não ter grana ou ficar com preguiça da manutenção. Aliás, ciclistas ruivas, deixem suas dicas aí nos comentários sobre como manter o ruivo e alcançar o tom acobreado dos sonhos, tá bem? Porque se a Ivete Sangalo diz que o vermelho da Koleston não sai na água, eu acredito que é possível.

Amiga, vai na fé!

Amiga, vai na fé!

E gente, cabelo vermelho é muito poder, né? Tem horas que eu fico me achando, sabe? Essa coisa de ter fogo na cabeça, hehehe

Um abraço e vamos pedalar!

 

Bicicletários – North Shopping da Bezerra de Menezes

A resenha de hoje é sobre o local reservado às bicicletas no North Shopping da avenida Bezerra de Menezes. Vale ressaltar que trata-se de um estabelecimento comercial localizado na avenida onde fica uma das principais ciclovias da cidade e que tem um intenso fluxo de ciclistas.

O bicicletário é localizado próximo ao estacionamento dos carros e é cobrada uma taxa de R$ 1 pelo serviço, independente do tempo em que a bicicleta permaneça no local. Antes de ter acesso ao paraciclo, o ciclista passa por um funcionário do Shopping, que cola um selo numerado na bike e entrega um ticket, a ser validado depois no caixa.

Então, o ciclista se dirige até um corredor e ao entrar à esquerda se depara com isso:

Resenha bicicletário north shopping bezerra Fortaleza blog de bike na cidade by Sheryda Lopes (5)

O caminho até o bicicletário é repleto de entulho, aparentemente restos ou reserva de materiais de construção. São canos, madeira, metal… Confesso que, enquanto caminhava por lá, a palavra “tétano” percorria minha mente com bastante insistência. E ao chegar ao local onde as bicicletas devem ser guardadas, um pouco mais à frente, vi que a coisa não melhora.

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Sim, trata-se de um paraciclo do tipo açougue, desses em que é preciso levantar a bicicleta e pendurá-la em ganchos. Além de não ser o modelo mais acessível e benéfico para a própria bicicleta, a estrutura é aparentemente velha, suja e enferrujada (tétano, tétano, tétano). E assim como o caminho a ser percorrido até a chegada no local, o ambiente também está repleto  de materiais de reforma.

Minha avaliação: É bem desagradável, como cliente que, inclusive, está pagando pelo serviço, ser conduzida até um ambiente assim. Ainda que o estacionamento para as bicicletas fosse gratuito, não é como quero ser tratada quando saio de casa, principalmente se estou pagando pela segurança e integridade da minha bicicleta.

Vantagens: O local é coberto e razoavelmente protegido do sol e chuva. Digo razoavelmente porque há um portão, trancado, que permite a entrada de luz e há horários em que a luz e calor do sol atingem as bicicletas. Inclusive dá para ver isso em algumas fotos. Não sei se quando chove há o risco de molhá-las, mas acredito que não. Inclusive porque há bastante madeira no ambiente e nenhum sinal de mofo, portanto, sem sinal de madeira molhada. #elementarmeucaroWatson

Outra vantagem é que para ter acesso ao local, é necessário passar pelo funcionário do Shopping e mostrar para ele o ticket pago. Nunca cheguei para buscar minha bicicleta e não encontrei o responsável na entrada. Assim, creio que ela realmente fica segura. Eu preferiria que o paraciclo não fosse tão isolado, pois creio que num descuido ficaria mais fácil furtar uma bike. Além disso, é meio sinistro ir até lá. Por via das dúvidas, sempre que deixo a bicicleta em qualquer local, tiro uma fotografia. Assim, tenho como provar onde deixei meu amado veículo, e até mostrar para a polícia se for necessário. #ficadica

Posicionamento

Entrei em contato com a assessoria de comunicação do North Shopping e abordei os pontos levantados neste post. Por email, a empresa respondeu que:

“O bicicletário é provisório, pois algumas intervenções estão acontecendo no Shopping. Mesmo sendo provisório, já foi sinalizado a melhoria para o espaço para um atendimento mais adequado aos nossos clientes. Existe um projeto padrão de revitalização do espaço que será implantado”.

Maiores detalhes sobre essa revitalização, padrão ou prazo para que ela seja realizada, não foram revelados, mas eles ficaram de me avisar quando houver mais novidades. Quanto ao valor cobrado pelo serviço, segundo as informações, é um “custo simbólico para manutenção do controle de acesso e pagamento do seguro”.

Eu vou esperar ansiosa por essas mudanças e quando acontecerem, mostrarei aqui no blog para vocês, é claro! E, como sempre, agradeço pela disponibilidade da empresa em conversar comigo e expôr seu ponto de vista.

Um abraço e vamos pedalar!

Testei a capa!

Capa de chuva poncho pedalar na chuva Sheryda Lopes blog Se Bike na Cidade

Uma tempestade de sentimentos antes de experimentar a capa

Um monte de gente me procurou para saber se a capa tipo poncho que comprei pelo Ebay é boa mesmo, mas eu ainda não tinha testado. Na verdade, achei que só usaria o acessório no ano que vem, já que o clima aqui em Fortaleza estava mais quente que fogo de castanha.  Porém, começou a chover um pouco pela manhã e à noite ultimamente, e eis que, na semana passada eu tinha um compromisso e o tempo estava chuvoso. Grande oportunidade de matar nossa curiosidade a respeito da eficiência da capa!

Mas, logo que saí pela manhã, parou de chover. Então coloquei capa e chinelo dentro da bolsa, para o caso de alguma surpresa na volta. E eis que, lá pelas 18h,  o tempo fechou. Mas tipo, fechou muuuuito. O céu escureceu do nada e rolou um vento fortíssimo. Aí, pensei: Pronto! Armagedon! F****. Antes mesmo de chegar até onde tinha guardado a Shamira, tive que vestir a capa e colocar o chinelo. E eu não vou mentir pra vocês: foi bem ridículo.

Acontece que a capa é um negócio enorme, volumoso, sabe? Eu me senti uma barraca ambulante ou ainda, um minion azul do League of Legends. E acho que algumas pessoas riram de mim. rsrsrs O bom é que com certeza não dava para me reconhecer (a não ser que fosse um leitor que soubesse da capa) e com exceção do meu rosto, fiquei protegida. As mangas da capa são um pouco curtas, por isso, pus os braços para dentro. Bolsa, corpo e roupa ficaram sequinhos até eu chegar onde tinha deixado a bike.

De bike na chuva

Tirar a bicicleta vestida nesse trambolho não foi fácil. Muito plástico, muito volume. Um saco. Me atrapalhei muito com a chave escorregando e se perdendo no meio de tanto plástico azul, mas consegui abrir a tranca. E antes de sair, tirei as fotos que ilustram este post. Será que eu estava tensa? rsrsrs

Para  minha enorme sorte, apesar do climão digno de Ororo, não choveu tanto assim. Porque seria muito desafiador pedalar na chuva (algo que há muito eu não fazia), à noite e de capa nova. Então é como se eu tivesse escolhido o level médio de dificuldade.

Primeiro pedalei com os braços para fora da capa, por baixo das mangas, e não foi muito legal. As pontas que sobravam ameaçavam prender na corrente e nos freios, com frequência eu abria sem querer os botões que ficam na lateral da peça e tinha que ficar dando um jeito de abotoar quando chegava no semáforo fechado.

Então resolvi colocar a parte da frente cobrindo a mesa da bicicleta e pus os braços para dentro da capa. Foi aí que todo o excesso de plástico começou a fazer sentido. Com a peça mais esticada, não tinha tanta ponta sobrando, a mobilidade das pernas ficou muito mais eficiente e sem ameaçar abrir o tempo todo. Quando cheguei na ciclovia e senti que podia parar com mais tranquilidade, peguei a parte de trás da capa e cobri o cestinho, protegendo a minha bolsa (esqueci de levar sacola para guardá-la). Falando sério, não tem a menor comparação com a experiência de pedalar com capas comuns, que têm botões na frente e abrem o tempo todo. Em vários momentos me peguei pedalando rápido demais, por causa do conforto, mas diminuía a velocidade para não cair no chão molhado.

Problemas

– Achei que a movimentação da cabeça ficou prejudicada, pois com o capuz cobrindo o capacete, tinha dificuldade de olhar para os lados e para trás. Não sei se é apenas uma questão de costume.

– Com a capa cobrindo a mesa, a parte traseira da bicicleta e o capacete, acabei ficando quase sem lugar para colocar luzes. A única que eu usei foi na frente, presa no capacete e morrendo de medo de o plástico a cobrir sem que eu percebesse. Apesar de a capa ter fitas refletoras, como eu não vi em nenhum momento o efeito (já que eu estava a usando, né) fiquei muito insegura. Afinal, na chuva, a visiblidade é prejudicada e eu queria mesmo era brilhar muito.

– O mesmo problema das luzes ocorre com a buzina. A minha é tipo trim trim, fica na mesa e achei que o som ficou abafado por causa da capa em cima. E eu nem me atrevo a usar apito. Sei que é muito eficiente e que é super usado por vários ciclistas, mas francamente não quero pedalar com nada na boca e também sinto certo nojinho de apito. #blogueirafresca

Eu uso óculos e achei um saco a lente cheia de respingos. Acho que da outra vez que pedalei na chuva usava lentes de contato e funcionou bem mais. Dessa vez precisei parar de vez em quando para dar uma secada. Atenção, gênios: inventem lentes de óculos à prova de chuva ou uma forma de instalar pequenos pára-brisas. #alôka

Vantagens

– A movimentação das pernas é muito tranquila e confortável;

– Protege a bicicleta e os objetos trazidos;

– Não senti muito calor a mais e de vez em quando recebia uma lufada de ar que entrava pelas aberturas da capa (importante lembrar que estava pedalando à noite, não sei como seria durante o dia).

A roupa e eu chegamos muito sequinhas em casa. Nem mesmo tinha grandes manchas de suor, o que imaginei que aconteceria por causa do plástico abafado.

 

É isso. Desculpem pelo post ter ficado tão grande, mas tentei explicar bem direitinho as minhas impressões. No geral, gostei muito de utilizar a capa e acho que parte do desconforto que senti foi causado pela insegurança e nervosismo. Muitos amigos ciclistas dizem que pedalar na chuva é libertador e muito gostoso, mas eu sou uma daquelas pessoas que acha que dia de chuva tinha que ser feriado. Sem falar que, por causa da minha rinite alérgica, estou fungando até agora. Rsrsrs Ainda assim, é bem melhor estar de bicicleta em dia de chuva do que preso no engarrafamento ou num ônibus abafado, né?

Se vocês comprarem a capa pelo Ebay, sugiro que façam isso logo para estarem preparados quando as chuvas do início do próximo ano chegarem. 😉 Outra dica é testar capas compostas por calça e camisa, tipo aquelas de motoqueiro. Não sei se dá certo para todo mundo, mas não custa tentar.

 

Um abraço e vamos pedalar!

Bicicletários – Estácio FIC, sede Moreira Campos

Resenha bicicletário Estácio FIC Moreira Campos De Bike na Cidade (1)

Na ausência de paraciclos, bicicletas ficam presas na grade

No dia em fui de bicicleta à faculdade Estácio FIC – sede Moreira Campos, que fica na Aldeota, estava muito otimista porque soube por um aluno que o uso das bikes por estudantes de lá tem aumentado bastante.  Só que me deparei com um problema: Não havia onde guardar, “oficialmente” a bicicleta. 😦

Um segurança da instituição informou que não havia bicicletário, e que eu teria que guardar a bicicleta onde os outros alunos costumam deixar: presa na grade da entrada da Faculdade. Como o dia estava chuvoso e a grade não contava com proteção contra a chuva, pedi para prendê-la num local coberto onde havia uma coluna. O segurança permitiu, mas logo em seguida pediu que eu a retirasse, pois havia sido informado que isso não era permitido.

Resenha bicicletário Estácio FIC Moreira Campos De Bike na Cidade (3)

Resenha bicicletário Estácio FIC Moreira Campos De Bike na Cidade (2)

Então deixei a bicicleta onde ele me indicou, bem na entrada da Faculdade, numa grade. O bom é que é um lugar com bastante movimento e bem iluminado, e por isso não senti tanta insegurança. Só que é chato deixar a bike assim, descoberta, com perigo de molhar e ter a corrente enferrujada. E me irritou um pouco o fato de haverem lugares cobertos onde eu poderia deixar a bicicleta, sem atrapalhar os transeuntes, e isso não ser permitido. :/ Às vezes o estabelecimento realmente não está preparado para receber as bicicletas, mas se mostra flexível e nos ajuda a acomodá-la num local mais seguro, mas não foi bem o que aconteceu nesse dia. Ainda assim, foi permitido que eu deixasse a Lanterna do lado de dentro da Instituição, e há ocasiões em que nem isso é permitido.

Posicionamento

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Estácio informou que, diante da ausência de legislação que obrigue a instalação de bicicletários em instituições de ensino, a empresa providencia a estrutura conforme a demanda. No caso da sede Moreira Campos, segundo as informações, a procura por esse serviço é pequena.

Legislação

A lei 9701/10, que obrigava prédios públicos e privados a instalarem bicicletários, foi revogada no final do ano passado por meio do Plano Diretor Cicloviário de Fortaleza (PDCI). “Com isso, apenas novos projetos precisam instalar bicicletários em suas estruturas, para que sejam aprovados pela Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). O problema é que os estabelecimentos que já existiam na cidade ficaram irregulares por todo esse período, aí surgiu uma lei que diz que eles não estão mais irregulares”, explica o advogado Celso Sakuraba, diretor da Associação de Ciclistas Urbanos de Fortaleza. “Protestamos contra essa revogação, principalmente porque a instalação de um bicicletário é algo simples e barato”, completa.

Plano Diretor Cicloviário de Fortaleza

A lei n° 10302 de 2014, que trata do PDCI, está na página 6 do Diário Oficial do Município do dia 23 de dezembro de 2014. Acesse clicando aqui.

Um abraço e vamos pedalar!

Bicicletários – Sebrae da Monsenhor Tabosa

Acho que quem chega de carro sente até inveja

Acho que quem chega de carro sente até inveja

Tive uma grata surpresa ao me dirigir à sede do Sebrae que fica na avenida Monsenhor Tabosa, na Praia de Iracema, e procurar o bicicletário. Gente, que “corra mar linda”, como a gente diz aqui no Ceará. Sério, um bicicletário perfeito, na minha opinião.

Com paraciclos em formato de “U” invertido, que é o melhor modelo, a bicicleta fica perfeitamente apoiada, sem risco de tombar ou entortar os raios. Além disso, esse modelo permite que a bike seja trancada tanto pelo quadro, quanto pelas rodas, o que garante uma segurança adicional à sua querida magrela. Os paraciclos têm bastante espaço entre eles, e com isso os ciclistas podem manobrar de forma mais confortável, sem esbarrar em outras bicicletas ou derrubá-las. É bom lembrar também que a área é coberta, portanto, a bicicleta está tão protegida de sol e chuva quanto os carros que vão até o Sebrae.

Sinalização

Além de ter  a palavra “Bicicletário” bem grandona na parede, o que o deixa super visível, o chão ainda recebeu uma ciclofaixa que começa logo na entrada do estacionamento, para que os ciclistas pedalem com mais segurança até a área reservada para a bicicletas.

Bicicletário do Sebrae Fortaleza Blog De Bike na Cidade Sheryda Lopes   (2)

Quase um tapete vermelho

Muito amor

Tudo o que comentei até aqui tem a ver com a parte técnica de um bicicletário, o que favorece a integridade da bike e também a segurança do ciclista. Mas precisava ser bonito, gente? Sério, precisava ser tão lindo? Com essas imagens na parede, essa ciclofaixa novinha, paraciclos super bem pitados nesse verde bonito… Não precisava ser lindo, mas é. Me senti verdadeiramente bem vinda no prédio, e com uma imensa vontade de voltar. Ah, e o estacionamento é gratuito, viu? Sebrae está de parabéns! Tomara que as pessoas que vão até lá para aprender a abrir seus próprios negócios se inspirem nessa iniciativa e não deixem de receber bem os ciclistas em seus estabelecimentos. Porque ninguém merece dar de cara com paraciclo entorta raios, açougue, ou pior, ouvir que não pode guardar a bicicleta no local.

Quer ler mais resenhas de bicicletários aqui de Fortaleza? No Vlog de Bike comentei o do Pão de Açúcar e do Pátio North, ambos na avenida Bezerra de Menezes, e em outro post falei sobre o bicicletário do shopping Del Paseo.

Um abraço e vamos pedalar!

 

Livros Eu amo bike e Eu amo viajar

Gosto muito de livros, de bicicleta e tenho muita vontade de viajar. Por isso, há bastante tempo eu queria comprar os livros Eu amo bike e Eu amo viajar, ambos da Editora Mol. Juntos, eles somam 100 histórias de ciclistas e de pessoas que adoram ver o mundo. Inspirador, né? No vídeo de hoje eu conto o que estou achando das publicações e também comento a saga que foi conseguir realizar essa compra.

Confiram o vídeo e não deixem de curtir e se inscrever no canal. Coloquem também comentários para eu saber se vocês estão gostando desses vídeos e no que eu posso melhorar.

 

Editora Mol

*Site de vendas da Editora Mol: http://www.bancadobem.com.br/
*Eu Amo Bike: http://www.bancadobem.com.br/produto/eu-amo-bike/
*Eu Amo Viajar: http://www.bancadobem.com.br/produto/eu-amo-viajar/

*Instagram Eu amo bike: @livreeuamobike

*Instagram Eu amo viajar: @livroeuamoviajar

 

 

Um abraço e vamos pedalar!