Vi de Bike – Fátima Muniz

Vi de Bike Fatima Muniz blog De Bike na Cidade by Sheryda Lopes

Numa das idas ao IFCE para participar de um processo seletivo, tive um feliz encontro no estacionamento. Conheci a Fátima Muniz, 26 anos, estudante de teatro. Fazia um pouco mais de uma semana que ela tinha começado a utilizar a bicicleta como meio de transporte e eu achei isso o máximo! Ela me falou um pouco de como estava sendo a experiência e eu cheguei a ficar emocionada, porque me lembrou muito as minhas vivências de 3 anos atrás. Inclusive o IFCE faz parte dessas lembranças, porque eu pedalava até lá para fazer natação.

E assim como eu, ela alimentou por bastante tempo a vontade de começar a pedalar até que finalmente conseguiu colocar o plano em prática. “Eu não acredito numa harmonia urbana com tanto carro e estresse. Acho que a harmonia vem de meios mais simples de se locomover e vivenciar a cidade”, explica. Entre as principais vivências, ela destaca a sensação de liberdade, o prazer de sentir o vento e perceber outros aromas. E como todo ciclista, também tem enfrentado muitos desafios, principalmente aqueles relacionados à violência no trânsito. Mas não desanima, pois sabe que hostilidade não é a única coisa que nos aguarda nessa selva de concreto e asfalto.

“Apesar de tudo, percebo que existe muita gentileza no trânsito. E não só de quem está de bicicleta, mas também de motoristas e pedestres. Dia desses, por exemplo, um táxi me deu uma fechada (#DemorôUber) e quase me derrubou. Tomei um susto, mas logo em seguida um outro motorista deixou bastante espaço para que eu conseguisse passar com segurança”, conta. O nome que a ela escolheu para batizar a própria bicicleta, na minha opinião, traduz bem esse sentimento de descoberta: Aurora.

E depois desse papo incrível, acabei até esquecendo de conversar com ela sobre os looks que gosta de usar para pedalar. ^^ Bom demais saber de mais mulheres nas ruas, né, gente? E a propósito, essa não foi nem a primeira Fátima e nem a primeira estudante de teatro do IFCE que eu conheci enquanto pedalava. Estamos nos multiplicando e não tem mais volta!

A Fátima faz parte do grupo Teatro Ateliê e eles estão com várias apresentações marcadas. Fiquem atentos e vão lá conhecer o trabalho da moça! 🙂

Um abraço e vamos pedalar!

 

Além de bike – Passei no IFCE!

Passei no ifce artes visuais sheryda lopes instagram de bike na cidade

A cara de felicidade da pessoa no dia da matrícula

Gente, é com muita alegria que venho compartilhar uma novidade com vocês: vou fazer outra graduação! Fui aprovada recentemente  no curso de licenciatura em artes visuais do Instituto Federal  de Ciência, Educação e Tecnologia do Ceará (IFCE). Para quem não sabe, me formei em jornalismo em 2010 e já trabalhei como repórter em dois jornais locais, além de já ter atuado nas áreas de assessoria de comunicação, comunicação comunitária, mídias sociais, entre outras. Também passei por uma pós graduação em linguagens e mídias digitais e falta um tantinho assim para terminar, mas por enquanto esse projeto está suspenso. E claro, tem este blog, que também é fruto das experiências e conhecimentos que adquiri ao longo desses anos.

Mas por que fazer outra graduação? Há algum tempo venho passando por um processo de construção individual bem profundo, e que chegou a me deixar na bad várias vezes. Inclusive no ano passado cheguei a falar disso por aqui. Uma das razões era profissional, pois além de o mercado do jornalismo estar muito difícil, vivi uma situação de assédio moral há alguns anos que me abalou bastante. Se por um lado ficou o trauma (e que trauma), por outro me levou a mexer em várias coisas em diferentes áreas da minha vida. E então percebi que estava precisando explorar outras possibilidades, entre elas habilidades que me dessem prazer e um tchans na minha autoestima.

Sirlanney

Arte incrível da @Sirlanney que retrata bem o que senti várias vezes

Foi aí que resolvi voltar a desenhar, pintar e criar. Entrei no Vitrola Nova, coral cênico que me ajudou a perder o medo de cantar. Comprei cadernos de desenho, lápis de cor, canetinhas, comecei a seguir artistas no Instagram e construir murais no Pinterest, conversar com artistas da minha cidade e ilustradores de moda. No começo do ano participei de uma oficina de aquarela com a Juliana Rabelo e meu interesse em estudar arte foi aumentando.

Então percebi que precisava estudar mais para desenvolver minhas técnicas e aumentar minha zona de conhecimento, além de abrir novas possibilidades de atuação. Depois de muita conversa com amigos da área e de muito refletir, decidi participar do processo seletivo de graduados e transferidos do IFCE e entrei! 🙂 E olha que foi um processo muito louco porque eu fiquei sabendo do edital no finalzinho e ainda fiquei trancada no dia da prova!

E sabem o que é interessante? Há exatos dez anos eu conquistava uma bolsa pelo Prouni e começava, animadíssima, minha jornada no curso de jornalismo da Faculdade Integrada do Ceará (hoje Estácio FIC). Entrar na faculdade era um sonho e eu não cabia em mim de tanta alegria. E depois de tanta luta e sacrifício, eu achei que estaria cansada, triste e frustrada demais, e que não suportaria tentar outra graduação. Mais que isso: a ideia me apavorava!

Mas depois de abraçar meus monstrinhos interiores e de tentar compreendê-los, no dia 13 de junho começo um curso novo. E com um bônus: trata-se de uma licenciatura, então existe a possibilidade de eu dar aula, algo que eu não cogitava e que agora me faz sorrir. Alguns dias depois, em 28 de junho, completarei meus 30 anos! Ser caloura não era o que eu planejava para esta idade, mas vejam só que aprendizado: lidar com as surpresas, com as novas experiências, com as possibilidades… Não vou mentir pra vocês: Estou com medo. Mas também muito animada com o que virá.

Muito obrigada por me permitirem compartilhar algo tão íntimo com vocês. Torçam por mim, tá bem?

 

O curso ainda não começou, mas já estou experimentando: Atualmente faço marcadores de livros pintados à mão em aquarela, à venda na Úrbici, e disponibilizei duas artes no meu studio no Colab55. Vocês podem adquirir camisetas, canecas, capas de celular e vários outros produtinhos ilustrados e me ajudar a comprar o material do curso. ^^ #miçangasdashumanas

Um abraço e vamos pedalar!

No meu tempo…

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“Olha, minha filha, azamiga da sua vó”

Já comentei várias vezes aqui no blog que é muito legal viver esse momento de mudanças em Fortaleza. Ver a bicicleta sendo cada vez mais reconhecida como um veículo sustentável (embora ainda com uma longa pedalada pela frente até chegar ao cenário ideal) e mais mulheres de bicicleta nas ruas é fantástico.

Eu imagino no futuro, QUANDO (percebam o otimismo) a violência no trânsito tiver diminuído muito e a gente só tiver engarrafamento de bicicleta (que nem em Copenhagen), eu lá conversando com os meus netinhos. Eles e elas tudo acostumado a andar de bicicleta pra todo canto me perguntando se era verdade que no começo dos anos 2000 o povo só queria saber de comprar carro e as mulheres eram desencorajadas a pedalar. Aí eu vou contar pra eles que era verdade sim, que o pessoal chamava a gente de doida e que tinha que ser corajoso pra andar de bicicleta.

“Pra vocês terem uma noção, eu tinha um grupo enorme de amigas que conversava sobre o machismo no trânsito. E quando algum macho réi inventava de ser fresquim ou valentão, a gente esculhambava”, eu lá contando e eles impressionados, e quem sabe, orgulhosos, da ancestral aqui. Eu iria mostrar fotos de papel pra eles e eles iriam pirar nos looks vintage 2016.

Pois é, marido e eu gostamos de “revelar” fotos, vocês sabiam? Costumamos juntar pastas das lembranças mais marcantes de determinados períodos e aí aproveitamos promoções de compra coletiva para imprimir. Já tem um tempo que não fazemos isso, mas é graças a esse hábito que preservamos fotos do começo do namoro, da faculdade, do casamento, da reforma da nossa casa… Tudo isso teria se perdido com o fim do Orkut e do nosso computador que morreu.

Aí que eu planejo fazer dois álbuns para incluir nas lembranças da família: Um só com Looks de Bike e outro com fotos das Ciclanas. Já pensou, que incrível, ter e mostrar fotos das minhas amigas guerreiras empoderadas daqui a uns 50 anos? Gente, eu acho que vai ser um registro histórico de uma etapa importante das mulheres de Fortaleza.

Claro que antes de nós muitas outras pedalaram e pedalam, sem serem ouvidas, fotografadas ou até sem nem perceber o quanto elas fazem parte de uma história de libertação. Pensando nisso, quem sabe não rola também um álbum só com fotos do Vi de Bike com as pessoas que fui encontrando no meu caminho? De uma coisa eu sei: a bicicleta entrou na minha história pra nunca mais sair e com certeza estará na caixinha de lembranças da minha família.

E as fotos do post de hoje entrarão nesses álbuns: São de um final de almoço com amigas Ciclanas dia desses no Benfica. Tinha mais meninas, mas eu estava morrendo de fome e só conseguia pensar em comer. Na hora de fotografar só restavam a Elaine Luz, salvadora das amigas trancadas, adêvogada amada que tem luz no nome e na alma e que já foi entrevistada pela Dora Moreira; e a Aspásia Mariana, que é nossa artista, guerreira, Mulan, Bike Anjo, bruxa plantadora de gerimuns e gateira. A Aspas fez até “pose de blogueira” pras fotos! hahahaha

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje e que eles inspirem seu fim de semana. Sejam felizes, celebrem com suas mães a história que elas construíram e vamos juntos também centrar forças num amanhã mais próspero, gentil e do bem.  Pra galera que vai chegar saber que a gente pensou com carinho no que queria deixar pra eles.

"Em 2016, a gente era rochêda"!

“Em 2016, a gente era rochêda”!

Um abraço e vamos pedalar!

Exposições de arte em Fortaleza

Olá! Quem me segue no Instagram deve ter reparado que ultimamente a maior parte das minhas fotos são de aquarelas e ilustrações que tenho feito em casa. Tenho me dedicado mais a essas atividades e por causa disso, ficado bastante tempo em casa. Só que às vezes bate saudade da rua, né? Então resolvi sair para resolver umas burocracias e depois pedalar pela cidade em busca de inspiração para o blog e para fotografar alguns “Vi de Bike“.

Assim fui parar no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, um dos lugares mais amados desta Fortaleza escaldante, para ver a exposição Reflexos da Alma, da Dora Moreira, estilista de bicicletas e artista. Por coincidência, nos encontramos logo na entrada do Dragão, mesmo sem marcar, e seguimos juntas para o local onde suas peças estavam expostas.

A Dora utiliza em suas criações artísticas materiais reaproveitados e naturais, como o cipó e o barro, restos de demolição e peças de bicicleta. Entre as peças que eu mais queria ver estava a “Bicicleta Romeira”, uma homenagem maravilhosa aos romeiros cearenses que percorrem as estradas todos os anos até Canindé. Fiquei emocionada, porque eu tenho um negócio muito forte com minhas raízes e acho a terra algo arrebatador, sabe?

A Bicicleta Romeira

A Bicicleta Romeira

A força do barro do Cariri

A força do barro do Cariri

Maravilhosa nos detalhes

Maravilhosa nos detalhes

Olha que coisa maravilhosa!

Olha que coisa maravilhosa!

Dora e suas criações

Dora e suas criações

Após a visita, segui para a Caixa Cultural, que fica ao lado do Dragão do Mar. O prédio é lindo mas seria ainda mais bonito se tivesse um bicicletário, né, dona Caixa? Espaço é o que não falta. Fui lá para ver a exposição Rastro, do artista Weaver e mais uma vez a emoção tomou conta: Ele viajou pelo interior e fez grafites maravilhosos pelo caminho. Ou seja: juntou duas belezas contrastantes que é a da grande cidade e a do campo. Na exposição, reproduções dos grafites que foram aplicados, fotos da execução das artes e dos resultados, e os estêncils utilizados durante os trabalhos.

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Cabeças nas nuvens… reparem nessa formas geométricas dos vestidos, como são legais

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Como você interpreta essas peças?

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O corpo preso, a cabeça livre

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Os stêncils… Adoro ver materiais e estúdios de artistas

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Olha que coisa maravilhosa essa imagem: uma menina que fez amizade com o Weaver desenhou toda a turma. Integração do artista com a comunidade

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Aí você pega a estrada e se depara com uma imagem dessas. Já pensou?

Depois de passar a tarde mergulhada nesses ambientes criativos e inspiradores, voltei pra casa pedalando à noite pelo Centro. As ruas tranquilas, frias, o silêncio, o som da Shamira e de suas engrenagens e eu lá, pensando na vida, em arte, na minha cidade… Tem como se sentir mais livre que isso? 🙂

A exposição Rastro infelizmente já foi encerrada, mas a da Dora continua até amanhã. Visitem! É gratuito e vale muito a pena!

Um abraço e vamos pedalar!

Que ferramentas devemos levar na bolsa?

Olá! Já contei aqui no blog algumas vezes sobre quando fiquei no prego com minha Shamira e até com a Lanterna, que é a bike do maridão. Como não sei fazer os reparos básicos e estava desprevenida nessas ocasiões, as bicicletas tiveram que se hospedar em locais de emergência até que viesse alguém nos prestar socorro. Resolvi então procurar a mestra Mara Oliveira, mecânica de bicicletas e sócio proprietária da Bitelli Bikes, para falar um pouco das ferramentas que devemos ter na bolsa para o caso de uma câmara de ar furar, por exemplo. Além de serem úteis para essas emergências, esses itens podem nos ajudar a entender melhor nossas bikes e conquistar mais autonomia.

Ah, e esse vídeo foi captado pelo Ricardo Guilherme Lins, que já realizou outro projeto com o De Bike na Cidade, e editado pelo Morfeu Gilson. O Morfeu também criou as vinhetas de abertura e encerramento que ficaram fofíssimas! Confiram aí e nos digam se gostaram!

Um abraço e vamos pedalar!

Desejo e inspiração: Charms e pingentes de bicicleta

Nhaêêan… Tudo certim com vocês?  Há muitos anos que eu desejo uma pulseira Life, daquelas que a gente conta nossas histórias escolhendo as pecinhas (charms). As mais famosas são as da Pandora e da Vivara, que sempre estão lançado coleções legais. Infelizmente eu nunca consegui priorizar uma dessas no meu orçamento, mas vira e mexe dou umas olhadinhas em busca dos mais fofos. Vai que, né? hahaha

Hoje eu separei algumas dessas peças que representam bicicletas, não necessariamente das marcas citadas acima, que eu achei mais fofinhas. E também três colares legais, com magrelas de pingente. Bicicleta é um charme, né? Deixa os acessórios e o visual muito bonito!

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Retinha e rústica (Aliexpress

 

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Penduricalho com quadro reto. Parece uma bike fixa (Aliexpress)

 

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Esta é antigona e diferente. Muito delicada e divertida (Aliexpress)

 

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Também tem para quem curte dourado! (Aliexpress)

 

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Adorei a mistura do metal com contas e tiras de couro (Elo7)

 

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Com resina, bem divertida e colorida (Vivara)

 

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Olha que lindeza esta urbana! ^^ S2 (Vivara)

 

http://www.vivara.com.br/produto/pingente-bicicleta-life/EL00047743

Mais uma retinha, para a galera minimalista (Vivara)

E além das pulseiras, achei estes dois colares:

https://atacadoaura.com.br/pingente-de-prata-casal-de-bicicleta.html

Tá bom que não é lá muito feminista, mas achei fofo e bem diferente ^^ (Atacado Aura)

http://www.figurine.com.br/colar-com-pingente-de-bicicleta-em-prata-925-p252

Este aqui é bem legal, também. Dava pra montar uns looks bem legais com ele (Figurine)

Gostaram das minhas escolhas? De qual peças vocês gostaram mais e quais não curtiram? Ah, e lembrando que eu nunca comprei nos links citados, apenas estou indicando onde encontrei as fotos. Então, se já tiverem experiência com esses sites, compartilhem aí nos comentários!

Um abraço e vamos pedalar!

Estacionamentos de antes e depois

Sabe quando você vê a história acontecendo assim, na sua cara? Então. Tive essa sensação esses dias ao observar alguns estacionamentos e bicicletários por onde passei. Um deles foi o do prédio de uma amiga que me recebeu em sua casa por uma noite. Acontece que ao invés de ter um carro ocupando sua vaga no prédio, ela tem… bicicletas! Achei uma coisa muito fofa! Estacionei Shamira junto e fiz questão de tirar uma foto.

Estacionamentos antes e depois

Saindo de lá, fui visitar outra amiga e, mais uma vez, a presença de bicicletas no estacionamento fez meus olhos brilharem! ^^

Estacionamentos antes e depois (2)

Eu gosto demais quando chego em um lugar e sinto que as bicicletas estão se multiplicando. Tem uma amiga, por exemplo, que eu conheço de desde antes de comprar Shamira. Nós costumávamos sentar no saguão do prédio dela para conversar, ao lado de um paraciclo entorta-aro que sempre estava deserto. Com o tempo, a quantidade de bicicletas foi aumentando e hoje em dia os moradores ciclistas precisam improvisar o local onde vão guardá-las, porque é muita magrela junta.

Eu fico muito feliz porque quanto mais a quantidade de bicicletas aumentar, maiores a chance de mais paraciclos nos lugares (e melhores, porque ninguém merece os entorta-aros) e de um trânsito mais simpático. 🙂 Sentir que faço parte dessa mudança é ainda mais legal. Imaginem as histórias que contarei aos meus netinhos? hahaha ^^

Um abraço e vamos pedalar! 🙂

(e reivindicar mais paraciclos em “U” invertido)