Vi de Bike – Ana Lúcia Porto

Ana Lucia Porto bicicleta fortaleza blog De Bike na Cidade

Oiê! Dia desses viajei com uns amigos da faculdade e no caminho paramos no Hiperbompreço da avenida Washington Soares para comprar comidinhas.Estávamos de carro, mas mesmo assim flagrei a Ana Lúcia chegando e prendendo a bike no bicicletário. Então, aproveitei para saber quem era a moça de macaquinho estampado e bike de cestinha. A gente bateu um papo e tirou essa fotinha, mesmo ela tendo se assustado um pouco no começo com a maluca aqui chegando do nada e se metendo em sua vida. hahaha

O nome dela é Ana Lúcia Porto, tem 44 anos e é dona de casa. Ela utiliza a bicicleta há cerca de um ano para várias atividades, entre elas, as compras da casa. Enquanto muita gente insiste na ideia de que ser ciclista é impossível por causa dos assaltos, a Ana se sente mais segura pedalando. “Eu gosto muito de andar de bicicleta e acho mais prático, inclusive para se proteger”, conta. Ela diz que se perceber o comportamento estranho de alguém, rapidamente pensa num caminho alternativo e desvia, o que seria mais difícil de fazer estando de carro ou a pé. Esperta, ela! Prefere vivenciar a cidade do que alimentar o medo.

E para as pedaladas a Ana sempre escolhe roupas de tecido leve e com estampa. Os macaquinhos são suas peças preferidas, pois unem a praticidade com o estilo da pedaleira. Enquanto caminhávamos do bicicletário para dentro do supermercado, íamos trocando figurinhas sobre roupas para pedalar e os percursos que costumamos fazer. Foi um papo breve, mas muito legal!

Estavam com saudade dos Vi de Bike? Eu também! ^^ Se você quiser aparecer aqui no blog mas a gente ainda não se encontrou por aí, mande sua foto e me conte um pouco da sua história! O email para contato é debikenacidade@gmail.com.

Um abraço e vamos pedalar!

 

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Chuva: 1 x 0: Sheryda

Na semana passada caiu muita água em Fortaleza e em outras cidades cearenses. Isso depois de um logo período de seca e de dias quentes como o inferno. E a minha timeline se encheu de fotos e dizeres de comemoração de amigos que celebravam o alívio de ver água cair do céu. Eu mesma tirei fotos das gotinhas embaçando os vidros da janela de ônibus. Tão lindo!

Chuva noturna embaçando as luzes do trânsito

Chuva noturna embaçando as luzes do trânsito

E os amigos ciclistas? Um monte meteu as caras e a bike na rua debaixo de chuva mesmo. Os mais destemidos apenas com a coragem e uma muda de roupa na bolsa. Outros com capas de chuva e até galochas fofíssimas, super desejadas por esta blogueira. Todos com um ponto em comum: falavam que andar de bike na chuva era possível sim, e que, por causa das bicicletas, nada de atrasos no trabalho e nem engarrafamentos. Fora os sentimentos maravilhosos de liberdade e das lembranças valiosas dos banhos de chuva na infância.

Então. Eu também fui dessas que foi com a Shamira para o aguaceiro. Não sem pensar duas vezes, confesso. Porque eu não tenho muita saudade dos banhos de chuva da infância, sabe? Quer dizer, tenho carinho pelas lembranças, mas gosto que elas se mantenham lembranças e pronto. Como a minha rinite me deixa vulnerável a mudanças repentinas de temperatura e a umidade, gosto de dias chuvosos em que eu fique dentro da minha casa com um bom livro para ler, uma série legal para assistir e uma xícara cheia de uma bebida bem quente. Ah, e milhares de cobertores. hehehe Tenho agonia da lama respingando nos pés e muito medo de adoecer por causa da chuva. Desculpem, amigos destemidos. Sou dessas.

Só que eu tinha algumas oficinas de desenho para fazer e, como vocês sabem, comprei uma capa no Ebay no ano passado que é específica para pedalar. Então não fazia sentido me enfiar num ônibus abafado, pagar caro pela passagem, aguentar demora de ônibus e engarrafamento pelas ruas alagadas se eu tinha investido num negócio caro (em comparação a capas convencionais) e que demorou para chegar só por nojinho de lama. Quer dizer… eu também sinto um pouco de insegurança de pedalar na chuva, mas já fiz isso antes e preciso me aperfeiçoar. Decidi então sair da zona de conforto e encarar a tempestade, pois estava animadíssima com essas oficinas e a chuva não me faria perdê-las.

Minha saga

Não rolou foto do look de bike porque marido ainda tava dormindinho e coitado, né? Já pensou, o póbi se enfiar na chuva dormindo? rsrsrs E eu também não tava muito arrumada, nem valia a pena ^^ Mas vou descrever minha roupa pra vocês: Como eram eventos informais, não precisava me arrumar muito. Então escolhi um short, uma regatinha branca bem leve com uma estampa divertida e pronto. Nos pés, chinela havaiana e nada de sapato ou sandália mais arrumadinha de reserva. E nenhuma maquiagem na cara. Apesar de não ter me maquiado por pura falta de vontade, a verdade é que isso foi algo a menos para me preocupar. Coloquei meus materiais de desenho dentro de uma mochila jeans (depois descobri que isso havia sido um erro) e meu caderno de desenho novo (o mais caro da minha vida) dentro de um saco plástico. A capa de chuva cobre a parte de trás e da frente da bike, então estava segura de que as coisas estavam protegidas.

En-tão. Pra começar, a capa de chuva não funcionou tão bem quanto da última vez. O capuz ficava saindo do lugar e atrapalhava a minha visibilidade. A parte de trás, que estava cobrindo a garupa, voava a cada vez que um carro passava, descobrindo a mochila e fazendo com que a capa se mexesse ainda mais. Então eu tinha que parar diversas vezes para me ajeitar e tomando muito cuidado para não cair embaixo de nenhum carro.

Ah, e os óculos? Meu Deus, os óculos. Os desgraçados embaçavam sem parar e ficavam cheio de gotinhas que me deixava completamente cega. Não dava nem para tirar um lenço de papel da bolsa, afinal, com a chuva, ele ficaria ensopado. Então eu tinha que parar, também, para tentar passar os óculos na regata, por baixo da capa. Apesar de ficarem manchados, pelo menos isso diminuía o tanto de gotinhas.

Numa das minhas paradas para tentar me recompor, se aproxima um gari que estava trabalhando na ciclovia. Ele usava capa de chuva e era muito sorridente. Olhou para a garupa da minha bike que eu desajeitadamente tentava cobrir e perguntou:

– Tem um bebê recém nascido aí?

E eu, meio estupefata com  a pergunta e imaginando um neném novinho naquelas condições, disse:

– Deus me livre!!

Aí o homem soltou:

– Deus me livre por que? Não diga isso! Olha, não tem nada no mundo que deixe uma mulher mais feliz e completa que gerar uma criança. É uma felicidade enorme.

Pois é. Lá estava eu na chuva, toda atrapalhada, desconfortável e ainda me aparece um estranho passando na minha cara a obrigação da maternidade. Eu lá, beirando os 30, tentando pedalar na chuva com o orgulho todo ferido, e agora descobria que era um ser incompleto. Ah, útero inútil. E o pior é que o homem tinha um simplicidade, um sorriso tão amoroso, que nem pra ficar com raiva dele eu servi. Me despedi do anjo da maternidade indispensável e segui caminho

Metros adiante, o que acontece? Escuto um “ploft” seguido de um “tssssss” e a bike super pesada. Depois, sensação de pancadas na parte traseira.

A câmara furou.

Sim. A porra da câmara furou.

E a não-mãe aqui também é uma não-sei-trocar-a-câmara e uma tremenda de uma não-trouxe-câmara-reserva-e-nem-ferramentas.

Para não dizer que não falei da sorte, sejamos justos. Não estava chovendo tanto assim. É como se o tempo soubesse o que eu pretendia fazer e tivesse decidido colocar o jogo no level médio. Então eu respirei fundo e comecei a pedalar devagarinho até uma borracharia que ficava a uns dois quarteirões. O certo era ir empurrando a bike, mas eu estava muito agoniada e quase atrasada para as aulas de desenho.

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Selfie na borracharia. Olhos inchados de sono e nenhuma make

Chegando na borracharia, o moço pegou a bike, virou de cabeça pra baixo e aí vi o selim com um pedaço da capa faltando em contato direto com o chão molhado e sujo. Imaginei na hora a esponja encharcada e eu com a bunda em cima, mas, ok. Então ele tentou tirar o pneu de trás e estava preso. Lembrei das lições da Aspásia Mariana:

-Você precisa abrir esta parte para sair (as coisinhas que servem para mudar a marcha).

Ele ficou meio constrangido e fez o que eu disse, aí o pneu saiu. Então tirou a câmara, olhou, passou uma lixa elétrica num furo, aplicou cola e adesivo, prendeu a câmara numa prensa e deixou secando.

-O que causou o furo? Algum prego ou vidro?

-Não, foi uma falha na câmara de ar.

-Ah. tá… Vai demorar muito? Estou atrasada para uma aula.

-Não, é rápido. Você tá indo para onde?

-À UFC (em frente à borracharia). Tenho uma aula começando agora.

-É rapidinho.

Poucos minutos depois, ele tira a câmara da prensa, monta o pneu e coloca na bicicleta. Ao desvirá-la, decepção: Pneu baixou de novo.

-Olha, é melhor você ir e voltar aqui depois da sua aula. Vou ter que refazer.

-Tá bom.

Então, fui a pé para as aulas de desenho e cheguei à sala com mais de meia hora de atraso. Mas adivinhem? Os oficineiros não conseguiram sair de casa por causa da chuva e a atividade foi adiada! hahahaha Gente, só rindo mesmo.

Aproveitei o tempo livre para olhar outras atrações no bloco de arte e cultura da UFC, como apresentações musicais e uma exposição de quadrinhos. Lá, inaugurei meu carvão vegetal, comprado especialmente para uma das oficinas das quais participaria.

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Meu primeiro desenho em carvão vegetal. Quem adivinha qual foi a inspiração?

Depois, voltei à borracharia para pegar a Shamira e algo que eu já esperava aconteceu: O homem cobrou bem mais que o normal pelo serviço. Provavelmente porque ele achou que, por ser mulher, eu não ia me tocar. But, not. Falei para ele que o preço que ele pedia era quase o valor de uma câmara nova e que eu já havia remendado antes e sabia que o que ele estava cobrando não era justo. Então ele soltou um queixo esfarrapado, de que o remendo tinha sido feito numa máquina e que por isso era mais caro. Gente, lixa elétrica e prensa mecânica são coisas que têm em praticamente toda borracharia e não influenciam tanto no resultado ao ponto de ser justo cobrar mais por isso. E fora que ele fez aquela cara, sabe? Tipo de “vixi, nem colou”? Então ele baixou um pouquinho o valor cobrado e levei Shamira de volta pra casa. O bom é que ele deixou fiado, já que eu não tinha dinheiro naquela hora e teria que voltar à tarde, quando estivesse passando para outra oficina. Tive muita sorte com isso, afinal, eu tinha botado boneco com o preço, né? rsrsrs

Bom, como o post já está longo demais, vou resumir: Não choveu mais tanto assim e eu não precisei pedalar na chuva de novo durante dois dias. Quando cheguei em casa, vi que meu material de desenho não ficou molhado, mas a mochila jeans ficou úmida e fedida (acho que alguma gata vomitou ou fez xixi nela e eu não havia percebido). Outro detalhe: apesar de ter me atrapalhado muito e com a capa saindo do lugar, a verdade é que minha roupa praticamente não ficou muito molhada. A blusa, por exemplo, estava completamente seca. Tanto que eu usei a peça de novo à tarde e no dia seguinte. Mas como o capuz ficou saindo do lugar, o meu cabelo ficou bastante molhado e isso incomodou bastante.

Desconfio até da razão de o capuz ter saído tanto do lugar, pois isso não aconteceu da outra vez em que usei a capa. Acontece que desta vez não usei capacete. O capuz tem tamanho suficiente para cobrir o equipamento (não obrigatório) de segurança e fica mais firme. Pelo menos essa é a minha impressão.

Outro detalhe: escolhi mal a mochila. Qualquer gotinha que caísse nela ia deixar o tecido úmido e algum dos meus cadernos poderia ser danificado. Para as outras oficinas usei a mesma mochila da viagem para Recife, que apesar de ser enorme, é feita de couro sintético não permeável. Para reforçar a segurança, poderia também ter guardado a própria mochila dentro de um saco plástico.

E sobre as partes da capa que voavam por causa do vento dos carros, estou pensando em alguma gambiarra que a mantenha presa no lugar sem que me atrapalhe para sair da bicicleta e também de olhar para os lados.

Abaixo, fotos da minha cara de quando cheguei em casa após a chuva, capa atrapalhada e a não-oficina. rsrsrsrs

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Cansada e de cabelo super molhado

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Por mais incrível que pareça, a roupa quase não molhou. Reparem nos óculos embaçados

E vocês? Tem pedalado nesse tempo? Como fazem? Onde vivem? Do que se alimentam? Contem pra mim e vamos juntos ficar experts no pedal. Ainda vou conseguir fazer isso com dignidade! Chova ou faça sol! ^^

Um abraço e vamos pedalar!

Bônus

Quem me segue no Instagram já viu, mas deixo com vocês as fotos de algumas aquarelas que pintei. Fruto do que aprendi na oficina de aquarela da Juliana Rabelo na UFC. E também alguns rabiscos de um exercício de estímulo à criatividade e da roda de debate sobre o feminino na ilustração, com três artistas incríveis daqui. As atividades foram realizadas pelo pessoal da Bolsa Arte e Moda da UFC.

Inspiração – looks femininos para pedalar no calor

Ai, faz muito tempo que não fotografo um Look de Bike. A real é que o meu guarda roupa está precisando de novidades e estou precisando ser mais criativa para montar looks interessantes. Então, fui buscar um pouco de inspiração no The Sartorialist, um dos meus blogs prediletos de moda (e também um dos mais famosos). As fotos são feitas no exterior, geralmente na Europa, que tem um verão bem quente, então achei que encontraria fotos legais para pensar em looks aqui para Fortaleza. Gente, tem horas que eu penso que vou evaporar. Juro. Calor demais! E o pior é que quanto mais calor, mais as pessoas pensam em se esconder em carros com ar condicionado, o que ajuda a esquentar ainda mais o planeta. :/ #EstamosFazendoIssoErrado

Abaixo, minhas 10 fotos preferidas de looks femininos de verão. Destaque para a combinação de vestidos leves com tênis brancos, que achei lindas! Inclusive, minha mãe me deu um All Star branco recentemente e não vejo a hora de fazer um look interessante e mostrar para vocês!

Que lindeza de look todo branquinho! E o cabelo ficou charmoso demais! http://bit.ly/1O877w4

Que lindeza de look todo branquinho! E o cabelo ficou charmoso demais! http://bit.ly/1O877w4

 

Sou doida por motivos navy e tenho visto muitas coisas assim ultimamente. #ParaNossaAlegria E que interessante brincar com a transparência do vestido, que geralmente seria um problema. http://bit.ly/1lfGHCa

Sou doida por motivos navy e tenho visto muitas coisas assim ultimamente. #ParaNossaAlegria E que interessante brincar com a transparência do vestido, que geralmente seria um problema. http://bit.ly/1lfGHCa

 

Esse vestido é de uma leveza que eu fiquei aliviada do calor só de olhar para foto. E muito sensual também, né? http://bit.ly/1H3pROp

Esse vestido é de uma leveza que eu fiquei aliviada do calor só de olhar para foto. E muito sensual também, né? http://bit.ly/1H3pROp

 

Achei essas costas nuas uma lideza. Não tenho peças assim no meu guarda roupas, mas bem que fiquei com vontade de experimentar! Detalhe: foto tirada no verão de Nova Iorque. http://bit.ly/1SD1p9z

Achei essas costas nuas uma lideza. Não tenho peças assim no meu guarda roupas, mas bem que fiquei com vontade de experimentar! Detalhe: foto tirada no verão de Nova Iorque. http://bit.ly/1SD1p9z

 

Mais um vestidinho, desta vez um tiquinho só mais justo. Estampa floral maravilhosa! http://bit.ly/1jDPa0e

Mais um vestidinho, desta vez um tiquinho só mais justo. Estampa floral maravilhosa! http://bit.ly/1jDPa0e

 

Gente, olha que look delícia e a cara do Brasil! Estampa super colorida, absolutamente contagiante e um coque desarrumado e cheio de intenção com o look. Foto tirada no Japão! http://bit.ly/21CtvaP

Gente, olha que look delícia e a cara do Brasil! Estampa super colorida, absolutamente contagiante e um coque desarrumado e cheio de personalidade. Foto tirada no verão japonês, que eu soube que é quente demaaaaais! http://bit.ly/21CtvaP

 

Este aqui é um fofo para quem não abre mão das cores escuras, mesmo no calor. Adorei a modelagem do short e também a ideia da meia com sandália, algo que eu nunca consegui fazer. Vocês acham que funcionou? http://bit.ly/1PFmhz8

Este aqui é um fofo para quem não abre mão das cores escuras, mesmo no calor. Adorei a modelagem do short e também a ideia da meia com sandália, algo que eu nunca consegui fazer. Vocês acham que funcionou? http://bit.ly/1PFmhz8

 

Mais um look de cores escuras. Achei super lindo, mas fico pensando no conforto, já que tem peças muito justas e eu detesto roupa grudada na pele suada. Mas que ficou bonito, ficou. Uma pegada ensaio de balé. http://bit.ly/1QZbIah

Mais um look de cores escuras. Achei super lindo, mas fico pensando no conforto, já que tem peças muito justas e eu detesto roupa grudada na pele suada. Mas que ficou bonito, ficou. Uma pegada ensaio de balé. http://bit.ly/1QZbIah

 

Achei este uma excelente opção de look fresquinho e formal, super bom para o trabalho. Se esquentar demais, é só tirar o blazer e ser feliz. http://bit.ly/1QkFnZI

Achei este uma excelente opção de look fresquinho e formal, super bom para o trabalho. Se esquentar demais, é só tirar o blazer e ser feliz. http://bit.ly/1QkFnZI

 

E aqui, um macacão de costas nuas lindo. Detalhe para as sapatilhas coloridas, um detalhe inusitado e alegre. Só fiquei preocupada com o tecido, que parece amassar demais e também com a modelagem: Será que essa barra prende na corrente? http://bit.ly/1SD2rCo

E aqui, um macacão de costas nuas lindo. Detalhe para as sapatilhas coloridas, um toque inusitado e alegre. Só fiquei preocupada com o tecido, que parece amassar demais e também com a modelagem: Será que essa barra prende na corrente da bike? http://bit.ly/1SD2rCo

 

Gostaram? Algum look preferido? Se quiserem ver mais algumas fotos que me inspiram, sigam meu álbum Bicicleta no Pinterest.

Foi super divertido fazer este post. Tava precisando para sair da bad. E a propósito, muito obrigada pelas mensagens de carinho. Vocês são demais! 🙂

E, em breve, looks inspiradores para os meninos! 😉

Um abraço e vamos pedalar!

Além de Bike – Vitrola de Novembro

Olá, pessoal! Quando contei que entrei para o grupo artístico Vitrola Nova, prometi que avisaria quando fôssemos nos apresentar. Pois bem, nós vamos! Na próxima terça-feira, cantaremos no (ai, meu corassaum) palco principal do Teatro José de Alencar! Para quem não conhece, é um dos locais mais bonitos de Fortaleza, e que até foi atração de durante o Mês da Mobilidade. Gente, que honra! Cantarei naquele palco incrível! Se vocês quiserem assistir, aí vão as coordenadas:

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Estaremos no Palco principal do TJA próxima terça apresentando nosso recital de fim de ano.
Mesmo dezembro ainda não chegando, já estamos em clima de festa, Natal, retrospectiva e novidade com nosso “Vitrola de Novembro.”

Quando: Dia 24/11/15 às 19h30min
Ingressos: R$ 15 (meia) e R$30 (inteira)
É única apresentação e os ingressos são limitados!
Não perca!

Maiores informações na fanpage do Vitrola Nova.

Eu estou super animada, ensaiando bastante e naquele processo de montar o figurino. E o repertório também está super divertido, com músicas natalinas e outras surpresas. Se você ficou a fim de assistir, então garanta logo seu ingresso porque são apenas 120 lugares no Teatro. Ah, e se for de bicicleta, o TJA tem um bicicletário interno onde cabem 10 bikes. Que tal ir todo mundo pedalando para que essa demanda aumente e com isso, o pátio do Teatro fique lotado de magrelas? Nossa, eu ia cantar super mais feliz!

Então, espero vocês, hein?

Um abraço, vamos pedalar e mandar ver nesse falsete!

 

 

Registro do Dia Mundial sem Carro – depoimentos

Gente, no Dia Mundial sem Carro, 22 de setembro, fui até a ciclovia da Bezerra de Menezes com o videomaker Ricardo Guilherme Lins e registramos alguns depoimentos de ciclistas que passaram por ali. Espero que você gostem do resultado!

Já conhecem o canal do De Bike na Cidade no You Tube? Então, não percam tempo e inscrevam-se! 🙂 Acho que vai rolar vlog de Recife, hein? E no Instagram também vai ter conteúdo com certeza! #MeSegueGeral #VemNeMim

Um abraço e vamos pedalar!

Entre irmãs e irmãos – Fórum Nordestino da Bicicleta

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Foto: FNEBICI 2015

Já falei muitas vezes sobre a minha história com a bicicleta e sobre o quanto precisei de tempo para amadurecer e quebrar barreiras até que, efetivamente, começasse a pedalar. E desde que Shamira entrou na minha vida, as coisas vem mudando muito, tanto na minha relação com a cidade quanto naquela que tenho comigo mesma. Em 2015 estou zerando a vida: conheci mulheres da minha cidade que pedalam e se apóiam. Conheci Aline Cavalcante, cujos escritos e ações me ajudaram no tempo em que ainda sonhava com pedais. E na semana passada tive a honra de viajar para Recife para o primeiro Fórum Nordestino da Bicicleta, para falar sobre a experiência sensacional das Ciclanas aqui em Fortaleza e contar um pouquinho da minha própria história. Lá, conheci ainda a Renata Falzoni, uma jornalista e ciclista urbana que admiro bastante.

Foram quatro dias trocando ideias com cicloativistas nordestinos e alguns de outras regiões. E como foi bom estar ali, ouvindo aqueles sotaques diferentes do meu mas que traziam todos uma essência de Nordeste. Eram depoimentos e reflexões relacionadas ao uso da bicicleta, como já havia lido tantas vezes nos blogs do Sul e Sudeste que me informaram muito e continuam me informando. Mas, desta vez, eram relatos onde me identificava por causa do clima e da cultura. Senti que estava entre os meus. E minhas! Siiiim! Quantas mulheres nordestinas arretadas, guerreiras, descendentes de tantas outras nordestinas que fizeram sua luta nesse nosso chão, que seja rachado pela seca, molhado pelo mar ou pela lama do mangue, ou ainda, cujos pés subiram e desceram nossas serras enfrentando o machismo, tão intenso e cruel na nossa região. E quantas não pedalam, nesse Nordeste? Pois bem, fomos pauta e fizemos pauta nesse primeiro Fórum! E juntas, escreveremos história que orgulharão nossas netas. Parafraseando Ivânia de Alencar, bruxas de nós mesmas, sim!

E que mulheres loucas para mobilizar! Fala-se em Ciclanas em outros estados! Fala-se em construir debates, pedaladas, coletivos ciclofeministas regionais e nacionais! Nossas fitinhas inspiraram e viajaram para a Bahia, Paraíba, Sergipe… Enfeitam bicicletas cujas donas vão colocar a boca no trombone e o dedo nessa ferida aberta e fedida que é o machismo, presente até mesmo na fala de alguns homens que afirmam pedalar pelo direito à cidade. Ah, mas não esquecendo também dos companheiros dispostos a refletir sobre seus próprios privilégios e fortalecer o debate.

E falamos também da bike na periferia, refletindo sobre a invisibilidade de tantas bicicletas velhas e enferrujadas que carregam pessoas e sustento todos os dias. Esse Fórum representou passos dados rumo a um Nordeste que já anda de bicicleta desde que o mundo é mundo, e que agora pedala rumo a um diálogo cada vez mais transversal.

E no ano que vem, Fortaleza vai sediar a segunda edição do evento! Quero ver esta capital cheinha de cor! Quero ver quem faz o melhor baião de dois e que novidades vão enriquecer nossa cidade. E quero receber meus irmãos e irmãs nordestinas tão bem quanto fui recebida lá em Recife.

2016, chega logo que a gente já está se coçando para dar o grau aqui!

Um abraço e vamos pedalar!

Bicicletaria oferece espaço e ferramentas gratuitas para ciclistas

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Foto: Bitelli Bikes

Desde que comecei a pedalar, um mundo de possibilidades se abriu para mim. Na contramão da cultura individualista que combate a interação e o compartilhamento, a bicicleta me mostrou que pode ter olhar no olho, solidariedade, gentileza… E isso deixa a cidade mais humana e acessível para as pessoas.

Mas se para muitos a gentileza parece algo impossível nessa cultura do cada um por si, imaginem uma oficina que compartilha seu espaço e ferramentas de forma gratuita para que os próprios ciclistas façam os ajustes em suas bikes! “Ah, Sheryda! Isso tem na Europa, filha! Não aqui, em Fortaleza”! ERRADO!

A Bitelli Bikes, bicicletaria especializada em fixas e urbanas oferece, entre outros produtos e serviços, uma bancada compartilhada com suporte para acomodar a bicicleta durante o ajuste, além de diversas ferramentas. É só chegar e usar o espaço! Um ótimo apoio para quem não tem alguma ferramenta específica, por exemplo ou ainda, que tem ciúmes da bike e não deixa mais ninguém fazer os ajustes. E se precisar de algo, a loja tem vários itens de mecânica à venda, além de bebidas geladas, cafezinho e uns lanchinhos para beliscar. Mas o consumo não é obrigatório para a utilização do espaço.

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A Bitelli disponibiliza espaço e instrumentos para ajustes na sua bike

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Um monte de negocinhos que quero aprender a usar!

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Olha só quanta ferramenta!

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A chave de lock ring é utilizada na manutenção de bikes fixas e está à disposição na Bitelli

Eu fui até lá para comprar um pneu novo para a Lanterna e aproveitei para fazer um ajuste no meu selim. Tive ajuda da Mara Oliveira, que é mecânica de bicicletas e sócio proprietária do estabelecimento. E além de me oferecer o material e o espaço (pra lá de confortável e bonito, diga-se de passagem) ela ainda me deu uma mãozinha porque eu não sei fazer nada. rsrsrs

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Eu tentando ajustar a mesa da bicicleta com a ajuda da Mara Foto: Bitelli Bikes

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Depois de trabalhar na bike, refri beeem gelado para refrescar! Foto: Bitelli Bikes

Gostaram da dica? Então, compartilhem com seus amigos e comecem a sujar essas mãozinhas de graxa!

Bitelli Bikes

Endereço: Rua Livio Barreto, 528 A, Dionísio Torres, Fortaleza-CE.
Telefone: 085 98848-5348
Horário de funcionamento: De terça à sabado 13h às 20h e domingo das 10h às 16h.
Bitelli no Facebook: facebook.com/BitelliBikes

Uma abraço e vamos pedalar!

Publieditorial.