Dica: Como pedalar sem pagar calcinha

Olá, pessoal! Quando comecei a pedalar percebi que algumas calças de cintura baixa ficavam desconfortáveis, pois mostravam a calcinha e/ou cofrinho quando eu me curvava. Neste vídeo curtinho eu conto como me adaptei a isso. Confiram e não esqueçam de deixar aquela curtida feliz e de se inscrever no canal!

Ah, é bom ressaltar que essa característica de não querer mostrar a barriga e ter vergonha de deixar a calcinha aparecer quando ando de bicicleta é algo meu, e eu não tenho nada contra às meninas que curtem mostrar mais o corpo. Na verdade, tenho até invejinha porque acho que essas mulheres têm bastante confiança e isso é super legal. E eu queria saber se tem algum truque para pedalar de top e blusa curtinha + cintura baixa sem mostrar a calcinha, ou se o lance é desencanar mesmo. Se vocês souberem, contem aí nos comentários!

Um abraço e vamos pedalar!

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Vi de Bike – Luiz Carlos Lima

Vi de Bike Luiz Carlos Lima blog de bike na cidade Fortaleza Sheryda Lopes

Mais um encontrinho no cotidiano em Fortaleza.  Desta vez eu estava passando em frente a um depósito de construção quando vi este senhor de macacão e todo sujo de tinta saindo do estabelecimento. Achei a bicicleta vermelha dele muito fofa, e resolvi conversar um pouquinho e pedir a foto. O papo foi muito rápido porque era meio-dia, o sol estava de matar e, obviamente ele estava indo para casa almoçar depois do primeiro expediente do dia.

O nome dele é Luiz Carlos Lima, tem 52 anos e é trabalhador da construção civil. Há mais de dez anos, a bicicleta é seu principal meio de transporte (na verdade ele nem lembra mais quando começou a pedalar). É nela que cumpre o trajeto de cerca de três quilômetros por viagem até a obra em que está trabalhando no momento. Para outros compromissos que envolvem distâncias curtas, ele também vai pedalando.

Ele disse que adora pedalar e acha que é o melhor modo de deslocamento, mas ainda tem medo de percorrer distâncias maiores. Entre as principais vantagens do uso da bicicleta, ele afirma, sorrindo, que é manter a forma física em dia. “A gente faz regime”, diz.

Eu gosto muito desses encontros com esses trabalhadores porque me mostram que o discurso de que a bicicleta na cidade é “modinha” não passa de balela. É algo que, na minha opinião, parte de quem não enxerga os entregadores de compras dos bairros, os feirantes, os tios e tias do salgado com suco, e tantas mães e pais que desde que o mundo é mundo vão deixar os filhos na escola pedalando. Essas pessoas merecem ser vistas, merecem infraestrutura adequada, merecem que os motoristas mantenham a distância segura deles quando vão ultrapassá-los. E merecem muito, muito respeito.

Ah, esse não é o primeiro trabalhador da construção civil que passa aqui pelo blog. Lembram do dono dessa Monark Barra Circular estilosa?

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – saia rosa e blusa cinza; bicicletário do Extra

No post de hoje, além de uma sugestão de look para o trabalho, conheça um pouquinho da rotina de quem usa a bicicleta para atividades do cotidiano, como uma ida ao supermercado

Para voltar às atividades após o Carnaval (tá eu sei que tem gente na labuta desde a Quarta de Cinzas), aí vai uma sugestão de look que acredito que cairia muito bem para vários compromissos. Aproveito também para compartilhar com vocês um pouquinho de uma saída de bike. Fui encontrar uma cliente para entregar um produto (tem um tempinho que virei uma representante Eudora, se você estiver precisando de algo, me avisa) e em seguida fui até o supermercado. O percurso inteiro deve ter somado cerca de dez quilômetros, que eu poderia ter percorrido de ônibus ou carro (se tivesse), mas é perfeitamente possível e prazeroso ir aos compromissos de bike. Então, fui 🙂 Tomara que o post te inspire a escolher uns compromissos para ir de bike também.

Look Cycle Chic De Bike na Cidade Blusa cinza e saia plissada rosa - ida ao Extra - Sheryda Lopes - by Francisco Barbosa (9)

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Look Cycle Chic De Bike na Cidade Blusa cinza e saia plissada rosa - ida ao Extra - Sheryda Lopes - by Francisco Barbosa (1)

Eu não precisava ter me arrumado tanto, mas não sei se já aconteceu com vocês, de começar e não conseguir parar. rsrsrsrs Simplesmente fiquei com vontade de usar essa roupa, aí comecei a fazer a maquiagem, e acabei me vestindo bem demais. rrsrsrs No final achei que ficou parecendo um look meio professorinha, ainda mais com o cabelo preso.

Essa blusa suuuuper confortável entrou para o hall das roupas fofas e super pedaláveis. Ela foi comprada na Riachuello e é muito levinha, além de ter uma cor básica e um comprimento grandão, que ajuda a não dar brecha durante o pedal. Gostei tanto do modelo que comprei uma preta também. Já a saia é irmã de outra que já apareceu aqui no blog, e que é bem velhinha, mas é meu xodó. Ela é plissada, o que adoro e tem essa rendinha diferente no forro. Além disso é muito, muito leve e eu também acho chique, por causa desse tom rosa meio antigo. Eu já usei tanto essa saia que é capaz de vocês verem ela pedalando sozinha por aí. Caso isso aconteça, favor guardá-la e mandar um email me avisando ^^.

Nos pés, sapatilha comprada na Monsenhor Tabosa e que também já apareceu em outro look. Ela costuma machucar um pouco meu pé na altura do tornozelo, e isso aconteceu nesse dia. Sempre lamento porque esqueço de pôr um band aid e também porque eu adoro as cores neutras dessa sapatilha. Apesar de estampada, ela tem uns tons beges super fofinhos. Achei que os tons do look inteiro ficaram bem serenos nesse dia, o que não combinou muito com o clima (tava fazendo um calor do cão), mas ficariam bem nesse clima chuvoso que está fazendo aqui em Fortaleza. Aliás, São Pedro, pode mandar mais chuva que meu Brasil tá precisando, viu?

Ah, e repararam que a bicicleta está diferente? Então, eu não pintei a Shamira de verde. Essa aí na foto é a Lanterna, a bike do maridão, que quebrou o maior galho já que a minha bicicleta estava internada na oficina depois de me deixar na mão no pré-carnaval.

Ida ao Supermercado

E depois de entregar os batons da minha cliente, resolvi passar no Hipermercado Extra para comprar ricota e umas frutinhas, além de ver se encontrava outras coisas que estava precisando.

O Extra da avenida Mister Hull tem paraciclos bem bacanas, que apóiam bem as bicicletas e têm bastante vagas. Infelizmente ele não é coberto, então a bike fica sujeita a levar sol e chuva em suas peças, enquanto o estacionamento dos carros tem vários toldos que os protegem. Outro problema do local é que não há uma sinalização ou funcionário que oriente os clientes, e é super comum encontrar motos ocupando as vagas das bikes. Aliás, eu não sei que tesão é esse que alguns motociclistas têm por paraciclos. Eles sequer prendem as motos nessas estruturas, mas adoram estacioná-las na frente delas, impedindo que a gente tenha onde prender nossas magrelas. Por sorte, quando cheguei ao local todas as vagas no bicicletário estavam livres e pude estacionar a Lanterna sem problemas.

Look Cycle Chic De Bike na Cidade Blusa cinza e saia plissada rosa - ida ao Extra - Sheryda Lopes - by Francisco Barbosa (2)

Dentro do estabelecimento, aproveitei o ar condicionado que traz bastante alívio para quem estava pedalando no sol. Comecei a passear um pouquinho e acabei encontrando um capacete lindo e num preço até razoável e fiquei com muita vontade de levar. Mas além de não poder gastar com isso agora  – e meu capacete tá em boas condições – tenho conversado com alguns ciclistas sobre o equipamento ser mesmo necessário ou não para nós que usamos a bicicleta no meio urbano. É assunto para outro post, mas fique à vontade para deixar sua opinião aí nos comentários. Independente disso, a estampa desse que encontrei é muito bonita e tem esse modelo meio Formiguinha Atômica, que é o que eu mais gosto.

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Se bem me lembro, este capacete com estampa bonita estava custando R$ 60

Indo às compras do lar, peguei uma ricota e algumas peras e fui até o caixa. Eu queria comprar poucas coisas mesmo, e além disso, a Lanterna não tem bagageiro então não daria para comprar tantos itens assim. Fiquei ouvindo podcasts na fila enquanto me segurava para pegar chocolate, salgadinho e outras tranqueiras que adoro. É por isso, aliás, que quando vou ao supermercado com a conta certinha do que vou comprar, evito pegar cestinha e carrinho. Assim é mais difícil se render à tentação. 😉

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Eu na fila com tudo nas mãos para não pegar um saco de Doritos

Quando voltei ao estacionamento, havia outras bikes estacionadas e – infelizmente – motos também. Ai, gente, pára com isso!  :/ Dividi o peso das minhas compras em duas sacolinhas e encaixei uma em cada manopla. Reparem nos nós do saquinho que são bem importantes para ele não ficar dançando enquanto você pedala. Cheguei em casa rapidinho – bom para a ricota que não ficou muito tempo sem refrigeração – e guardei as comprinhas na geladeira. E sem ter ficado estressada com engarrafamento 🙂

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Posicionamento da empresa

Entrei em contato com a empresa que faz a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar – ao qual o Extra pertence – a respeito dos pontos levantados neste post, como falta de sinalização, cobertura e fiscalização no bicicletário do estabelecimento. Por email, eles me enviaram uma nota, que publico abaixo na íntegra:

O Extra pauta suas ações no respeito ao cliente e possui, em seu estacionamento, um bicicletário com capacidade para 11 bicicletas. A rede agradece suas sugestões e informa que vai avaliar os pontos levantados para que possa aprimorar o serviço oferecido aos seus clientes. A empresa  permanece à disposição.

E você, onde costuma ir de bicicleta? Onde é mais bem recebido? Conta aí nos comentários!

Um abraço e vamos pedalar!

Vi de bike – livre como um passarinho

De Bike na Cidade Vi de Bike Pedreiro Sheryda Lopes (3)

Qual é a coisa mais terrível que pode acontecer a um jornalista? Publicar uma notícia falsa, um engano, dar a famosa barrigada. Bom, ainda bem que isso não aconteceu comigo, o que aconteceu foi a segunda pior coisa: Perdi minha entrevista! Buááááá!

Quem assistiu ao vídeo de agradecimento sobre os 100 posts publicados (aliás, tá rolando promoção. Corre lá!) viu que tinha um barulhão na praça onde eu estava. Era uma obra. Depois de gravar fiquei conversando com minha amiga Li :), que colaborou bastante com o vídeo, e vi que tinha uma bicicleta com os pneus pintados toda lindona. Perguntei quem era o dono e logo um pedreiro que estava trabalhando na reforma se apresentou. Bati o maior papo com ele, que, todo faceiro, fez questão de pegar os óculos escuros e fazer pose para a foto, enquanto os colegas comemoravam que ia “ficar famoso”!

De Bike na Cidade Vi de Bike Pedreiro Sheryda Lopes (2)

Outras bicicletas no canteiro de obras

De Bike na Cidade Vi de Bike Pedreiro Sheryda Lopes (1)

Olha só que moral!

O papo foi ótimo, mas eu simplesmente o perdi! Não sei o que houve, o celular não salvou minhas anotações 😦 Uma pena, porque eu não lembro o nome desse pedreiro ou a idade, mas lembro o quanto ele sentiu prazer em falar da bicicleta. Os pneus pintados foram para torcer pelo Brasil na Copa do Mundo. “Perdemos, mas resolvi deixar assim mesmo”, ele disse.

Outro fato que ele me contou é que chega às vezes a pedalar 40 quilômetros por dia, que já fez viagens e que ama muito andar de bicicleta, muito mais que de carro ou ônibus. A razão para isso ficou na minha cabeça, independente de qualquer informação perdida:

Quando pedalo, me sinto livre como um passarinho.

De emocionar, né? Será que conseguimos fazer este post chegar até esse espírito livre? Seria muito legal! Por favor, compartilhe este post e me ajude a encontrar essa figura super carismática.

Aliás, esse pessoal da Barra Circular é pura simpatia. Você já conhece o João Sales? Ele deve ter a bike mais iluminada de Fortaleza!

Um abraço, sejamos mais passarinho e vamos pedalar!

Vi de bike – Bruno de Oliveira

Bruno de Oliveira De Bike na Cidade Sheryda Lopes (1)

Pra vocês verem o que é o faro de jornalista. Eu vi de longe um rapaz destrancando a bike e sem nenhum motivo aparente pensei: “tenho que entrevistar esse cara”. Me coloquei no caminho dele e o chamei. Ele parou e gentilmente topou conversar comigo. E olha que legal: o rapaz é um cozinheiro vegano ^^ e é um dos responsáveis por um delicioso hambúrguer de linhaça que comi uma vez na Feira Agroecológica do Benfica. Nham!


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Sim, mas vamos apresentá-lo, né? É só falar de comida e eu já perco a noção. rsrsrs Esse é o Bruno de Oliveira, que mantém com um amigo uma espécie de cooperativa de cozinheiros veganos, a Bike Vegan. Ele tem 25 anos e utiliza a bicicleta para trabalhar, quando aparece algum evento onde ele e o amigo expõem suas delícias. A Feira citada anteriormente, por exemplo, ocorre a cada 15 dias na praça da Gentilândia, e eles mantém uma barraquinha lá com um monte de coisas gostosas sem ingredientes de origem animal.

Além de ajudar na labuta, a bike do Bruno o leva para qualquer lugar. A escolha pelo modal foi feita principalmente pela liberdade. “Com ela eu crio meu destino. Não dependo de ônibus, gasolina, nada disso”, diz. Ele toma o cuidado de levar ferramentas consigo e fez questão de aprender a fazer vários ajustes na bicicleta, o que o torna ainda mais independente. Aliás, essa é uma das razões para ter escolhido uma bike simples, sem marcha ou suspensão. “Eu não sei mexer nessas coisas e nem vejo necessidade em Fortaleza, que é muito plana”, afirma. Ele me contou que já pedalou em Campina Grande, que tem várias ladeiras, e aí sim sentiu falta de uma mãozinha. Já em Recife, sentiu que o terreno é bem parecido com o nosso.

Eu fiquei impressionada com a vivência do rapaz e sua bicicleta. Ele disse que tem dias que chega a pedalar uns 90 quilômetros! É chão, viu? No dia a dia, transita tranquilamente entre vários bairros como Montese, Centro, Benfica, Barra do Ceará e Mondumbim. Gosta de usar roupas casuais leves, como bermudas curtas e camisetas, e se protege do sol com filtro solar e manguines.

Mesmo percorrendo longas distâncias de bike, ele não sente a necessidade de usar capacete porque pedala devagar pela cidade. “Talvez um dia eu compre”, fala, sem muita preocupação.

Quando perguntei se ele gostaria de acrescentar mais algum comentário em nossa conversa, ele foi bem direto e soltou o conselho: “Ande de bicicleta”.

Pó deixar, Bruno!

Um abraço e vamos pedalar!

 

Leitores que pedalam – Jannayna Lima

Jannayna Lima De Bike na Cidade 2

Geeente, olha que coisa “marlinda” essa ciclista! É a Jannayna Lima, 34 anos que é bancária. Ela me mandou estas fotos de quando foi pedalar de saia e saltinho para o trabalho, tá bom, bebê? Diiiiiiiva do capital hahahaha Uma das novas ciclistas que vem surgindo em Fortaleza, a moça percorre uma distância de quase 5km para chegar ao trabalho e a mesma para voltar. Antes, de carro, ela demorava cerca de 12 minutos para chegar e mais meia hora rodando atrás de vaga de estacionamento. Quando encontrava, era sempre longe da agência onde trabalha.  Agora, são 20 minutos de pedalada e pronto: chegou! E gente, 5 km por viagem é um percurso muito curtinho para passar preso em engarrafamento. Vale nem a pena rsrsrs De bicicleta, nem dá pra cansar direito, é só treinar um pouquinho e logo o corpo se acostuma.

A Jannayna conta que a experiência de pedalar pela cidade despertou o sentimento de empatia e de pertencimento do espaço urbano, fazendo com que esteja mais atenta aos próprios direitos. Ela tem adorado essa nova forma de ver a cidade, mas se aborrece com as motos que percorrem a ciclofaixa da avenida Santos Dumont. 😦

E olha só como ela seguiu as dicas do bloguinho ^^ Casaquinho para se proteger do sol, toda fofa! Ah, e com luvinha viu, que eu tô doida para comprar para proteger as mãos também, tanto do sol quanto de um possível acidente. Agora o próximo passo é instalar bagageiro ou cestinho para levar a mochila, para deixar a pedalada mais confortável.

Jannayna Lima De Bike na Cidade

A Janna (posso te chamar assim, Janna?) tem me deixado muitíssimo feliz e emocionada, pois ela é uma das pessoas que tem entrado em contato comigo dizendo que o blog as ajudou de alguma forma, seja com as dicas sobre roupitchas para pedalar, ou apenas com meus relatos, que contribuíram para que tomassem coragem. Sem falar nas pessoas que me procuram para dizer que vão comprar ou já compraram as bicicletas e que o blog teve muita (boa) culpa para que tomassem essa decisão. Ela conta que antes só via os meninos pedalando, e que morria de vontade de começar. Depois de conhecer o blog, percebeu que era possível e foi.

Isso me deixa extremamente satisfeita, feliz e emocionada. Quero agradecer muitíssimo pelo carinho e atenção não só da Janna mas de todos vocês e pedir que continuem dando esse retorno. E eu vou me esforçar pra sempre fazer um conteúdo bacaninha para que vocês não deixem de me visitar 😉

Ah, e você também pode me mandar sua foto para publicar aqui ou até mesmo críticas e sugestões de pauta. Elogios também são muitíssimo bem vindos hehehehe

Além de usar os comentários aqui no próprio blog, também tem o email debikenacidade@gmail.com.

E já curtiu a fanpage do De Bike na Cidade? É um jeito muito legal de ficar por dentro do que é publicado aqui e ainda facilita na hora de compartilhar o conteúdo com aquele amigo que só vive reclamando do trânsito. #ficadica

 

Um abraço e vamos pedalar!

 

 

Leitores que pedalam – Cassius Mineirinho

De Bike na Cidade Cassius Mineirinho  (3)

Oi, gente! Estou muitíssimo feliz com o retorno que venho recebendo de leitores do blog, tanto por email, quanto pelos comentários e também pela recém criada página no Facebook. Yes, estamos no Face! Mais uma forma prática de acompanhar o bloguinho e compartilhar os posts. Curtam, comentem e compartilhem! Ah, e lembrem-se de, após curtir a página, clicar na setinha ao lado do “Curtiu” e marcar a opção “Obter notificações”. Assim, as atualizações aparecerão no seu feed de notícias 🙂

E hoje temos o look de um leitor do blog, o querido Cassius Mineirinho. Num dos primeiros passeios que maridão e eu fizemos quando as bicicletas chegaram, encontramos um grupo de pedal super diversificado, com mulheres, crianças e até um idoso (que por sinal, deixa o povo comendo poeira). Marido e eu éramos novatos nas pedaladas, mas achamos o grupo super legal e pedimos para ir junto. Eles deixaram e depois disso foram vários outros passeios. Nesse grupo estava o Cassius, um cara super extrovertido e simpático, com uma família linda e umas canelas poderosas, que levam ele de bicicleta até para fora de Fortaleza! Já cá em terras alencarinas, a bicicleta o leva para os compromissos do dia a dia com muita classe e agilidade.

De Bike na Cidade Cassius Mineirinho  (1)

Abaixo, um pouquinho do papo que batemos por email:

Há quanto tempo você pedala?

Sempre gostei de pedalar. Quando ganhei minha primeira bicicleta era um moleque e adorava saltar pequenas rampas, com minha Caloicross. Depois este mineiro veio para o Ceará e acabei deixando minha bicicleta com meu irmão, mas um dia solicitei o envio e ela chegou.

Além do deslocamento para o trabalho, quais são os outros usos que você faz da bicicleta (cicloturismo, competições, esporte…)?

Além do trabalho eu vou todos os dias para a Faculdade (FAC) João Pessoa onde faço o curso de Direito. Gosto muito de participar dos passeios noturnos, só não posso ir com frequência. Costumo dar umas boas esticadas sozinho. Já fui para o Pecém, Caucaia e Maranguape.

No que você trabalha?

Na assessoria Jurídica do Sindicato da Polícia Civil.

Quais são os trajetos que você faz no cotidiano? Quantos quilômetros por dia?

Casa – trabalho: 2km

Almoço em casa: 2km

Retorno para casa: 2km

Casa – Faculdade: 2,5 km

Retorno para casa: 2,5km

É isso ai. 11km todos os dias parece pouco, mas faz uma grande diferença no bolso no final do mês. (Acho que faltou a volta de casa para o trabalho depois do almoço, então deve ter mais um pedacinho de chão aí).

Quais são as peças de roupa que você mais usa para esse deslocamento?

Como trabalho no escritório uso sempre roupa social. Levo sempre uma peça de roupa na mochila, mas procuro sair mais cedo para o suor não atrapalhar tanto e chegar cheiroso no trabalho.Vi a dica do lencinho umedecido e vou providenciar.

Onde você trabalha ou estuda tem lugar para guardar a bicicleta?

Temos um guarda bicicleta sim, mas o vigia sempre deixa eu guardar a minha bike perto da guarita. Isso facilita a saída na volta.

As pessoas estranham o fato de você usar a bicicleta?

Não vamos dizer estranhar, mas digo sempre que um ciclista motiva outra pessoa a pedalar. E tenho amigos que quando eu chego na faculdade ou no trabalho, sempre dizem “ô vontade que eu tenho de fazer a mesma coisa que você faz”. (A esses amigos, eu digo: pois, bora, macho! rsrssr)

Gostaria de fazer mais algum comentário?

Essa semana eu estava vendo um vídeo do Massa Crítica de Fortaleza, onde o povo pintava as ruas, fazendo as ciclo faixas e achei bem bacana a iniciativa, pois nós ciclistas sabemos onde temos necessidades das faixas.

E digo para você que tem medo de pedalar nas ruas, e que quando vê um ciclista passando fica morrendo de vontade: faça a experiência uma só vez. Depois me conta se vai usar o carro para ir para o trabalho novamente. Tenho pena do meu Celtinha: a bateria dele arriou depois que fiz a transição e desde então tá parado e morrendo de inveja da bike.

Cassius, muito obrigada mais uma vez! Por favor, divulgue o bloguinho e peça para outros ciclistas que você conhece mandarem os looks para mim.

Eu que agradeço Sheryda a grande oportunidade. Diga para o marido que mando um abraço.

Gostaram? Espero que inspire outros homens que também tenham vontade de pedalar para o trabalho, mas se sentem inseguros por causa da roupa social. Ah, e que também inspirem outros leitores a mandarem as fotinhas para o blog e compartilharem com a gente suas experiências! O endereço é: debikenacidade@gmail.com

E olha só, gente, o que achei! Fotinha do encontro que comentei lá no início do post, de quando conhecemos o Cassius. Foi exatamente no dia 2 de novembro de 2013, e pedalamos juntos da Parquelândia até a Praia de Iracema. Marido e eu não tínhamos nem capacete ou tranca – mas providenciamos em seguida! E eu lembro que fui de short jeans e voltei com ele ensopado de suor rsrsrsrs. Jeans não é uma boa escolha para começar.

Bora Pedalar De Bike na Cidade Sheryda Lopes 2

Um abraço, oremos pelo Celta do Cassius, e vamos pedalar!