Estacionamentos de antes e depois

Sabe quando você vê a história acontecendo assim, na sua cara? Então. Tive essa sensação esses dias ao observar alguns estacionamentos e bicicletários por onde passei. Um deles foi o do prédio de uma amiga que me recebeu em sua casa por uma noite. Acontece que ao invés de ter um carro ocupando sua vaga no prédio, ela tem… bicicletas! Achei uma coisa muito fofa! Estacionei Shamira junto e fiz questão de tirar uma foto.

Estacionamentos antes e depois

Saindo de lá, fui visitar outra amiga e, mais uma vez, a presença de bicicletas no estacionamento fez meus olhos brilharem! ^^

Estacionamentos antes e depois (2)

Eu gosto demais quando chego em um lugar e sinto que as bicicletas estão se multiplicando. Tem uma amiga, por exemplo, que eu conheço de desde antes de comprar Shamira. Nós costumávamos sentar no saguão do prédio dela para conversar, ao lado de um paraciclo entorta-aro que sempre estava deserto. Com o tempo, a quantidade de bicicletas foi aumentando e hoje em dia os moradores ciclistas precisam improvisar o local onde vão guardá-las, porque é muita magrela junta.

Eu fico muito feliz porque quanto mais a quantidade de bicicletas aumentar, maiores a chance de mais paraciclos nos lugares (e melhores, porque ninguém merece os entorta-aros) e de um trânsito mais simpático. 🙂 Sentir que faço parte dessa mudança é ainda mais legal. Imaginem as histórias que contarei aos meus netinhos? hahaha ^^

Um abraço e vamos pedalar! 🙂

(e reivindicar mais paraciclos em “U” invertido)

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Look de Bike – All Star branco e saia de corações

 

Look de bike Saia coração os oito odiados Quentin Tarantino Sheryda Lopes (1)

Primeiro look do ano! ^^ E esse foi para ir ao teatro do Dragão do Mar para ver BR Trans, do coletivo As Travestidas. É um grupo e uma temática maravilhosa, que tem feito um sucesso enorme pelo Brasil, e que muito me dá orgulho do meu Ceará.

E depois de muito tempo sem sair de casa, quis fazer um look divertido, para animar.  Usei uma saia preta com estampa de corações, presente da minha irmã e que tem uma modelagem um pouquinho rodada, bem bonita. Uma regatinha azul pra lá repetida e um colete marrom super interessante que ganhei da minha sogra, e que tenho usado pouco. Ele ficou um tanto tortinho na foto, mas eu juro pra vocês que é um colete legal.

Look de bike Saia coração os oito odiados Quentin Tarantino Sheryda Lopes (2)

Nos pés, o tão desejado tênis branco que minha mãe me deu de presente de Natal e para ornar, colares pretos de flores, ambos presentes, um da minha sogra e outro de uma grande amiga. E porque presente pouco é bobagem, levei na mochila um casaquinho amarelo leve, que ganhei da minha sogra, para usar dentro do teatro durante a peça. Não sei se vocês notaram, mas o look ficou meio anos 80/90, meio moleque. Acho que só faltou um chapeuzinho da Eliana com uma flor na aba pra arrematar tudo. rsrsrs

Look de bike Saia coração os oito odiados Quentin Tarantino Sheryda Lopes (4)

Look de bike Saia coração os oito odiados Quentin Tarantino Sheryda Lopes (3)

Eu já tinha pedalado com essa saia e essa regatinha antes, e a experiência, mais uma vez, foi positiva. Como a saia é de um tecido grossinho e um pouco rodada, os movimentos ficam super livres e o tecido não cola à pele nem fica úmido. Já a regatinha é tipo de um algodão bastante permeável e acaba ficando úmida na barriga e nas costas. Só que não é muito e seca rapidinho. E pedalar à noite é bom demais! Além de ver as luzes da cidade acesas, o clima é gostoso e não tem necessidade de usar filtro solar nem casaco ^^. Até pedalei com o coletinho de boas, que nem incomodou.

E como disse no início do post, os trabalhos das Travestidas são sucesso de público, crítica e bilheteria e é preciso comprar o ingresso com o máximo de antecedência para garantir lugar. Tanto que mesmo chegando uma hora antes da peça, já na fila, passa uma funcionária do Dragão informando que não tinha mais ingresso. 😦 Tinha marcado com amigos para vermos juntos e um deles conseguiu comprar. Já eu e o Eraldo ficamos sem ingresso, mas como ia passar um filme do Quentin Tarantino, resolvemos entrar.

😦

poster os oito odiados de bike na cidade indo ao cinema de bicicleta

No lugar da peça, filminho leve #sqn

Foi o primeiro Tarantino do Eraldo, e foi muito legal ver as caretas dele na hora daquelas cenas “leves” que são tão características do diretor/roteirista/produtor/mestre dos filmes sanguinolentos. rsrsrs  Se vocês ainda não viram Os Oito Odiados, recomendo. Adorei muito. E não me venham comparar com Bastardos Inglórios e Django, por favor. São filmes diferentes e todos muito bons. Assistam todos e aproveitem, não fiquem perdendo tempo decidindo qual é o melhor.

E depois do filme, pastel com os amigos. O legal é que enquanto lanchávamos nos arredores do Dragão, recebi um telefonema de mais dois amigos que viram a Shamira e a fixa do Eraldo no bicicletário. Esses encontrinhos de bicicleta ^^. Ah, e aproveitei para dar uma volta na nova bike fixa da minha amiga e matar a saudade da rua e dos amiguinhos. 🙂

Look de bike Saia coração os oito odiados Quentin Tarantino Sheryda Lopes (6)

Amigos ciclistas confraternizando 🙂

Ah, e Br Trans continua em cartaz durante o mês de janeiro no Dragão do Mar, e espero tentar de novo. Quem já assistiu deixa seu comentário aí embaixo dizendo o que achou, mas sem spoiler, faz favor. Olha que vi um filme do Tarantino recentemente e estou inspirada! #aloka

Um abraço e vamos pedalar!

 

Guest post – Rotina

Este conto foi escrito especialmente para o blog pelo meu marido lindo e amado, o jornalista e músico Francisco Barbosa (vocês podem conhecer o trabalho da banda dele, a Jacutinga Malacaia, pelo Sound Cloud). Ele já colabora com este espaço fotografando os looks do dia, me apoiando, dando sugestões de pauta e fazendo esta blogueira muito feliz. Espero que gostem!

Foto: We heart it by mervebicer

Foto: We heart it by mervebicer

Durante seus anos de casada sua rotina mudara muito pouco. De segunda a sexta-feira acordava cedo, dava um beijo de bom dia no marido, tomava banho, se arrumava, se maquiava na frente do espelho, preparava o café da manhã, comia o café da manhã assistindo aos primeiros noticiários do dia, escovava os dentes, pegava sua bolsa, dava um beijo no marido, se despedia dele, ia pra parada de ônibus, pegava o ônibus, descia no terminal, pegava outro ônibus, lia um pouco no ônibus, dormia um pouco, chegava no trabalho cansada do trânsito, realizava suas atividades, pausa para o almoço, voltava para as suas atividades, fim do expediente, pegava o ônibus de volta pra casa, lia um pouco, dormia um pouco, se estressava um pouco, e chegava em casa cansada do trabalho e do trânsito.

Chegando em casa ela beijava seu marido, tirava a roupa, tomava banho, trocava de roupa, descansava na frente da TV assistindo algo que lhe agradasse. À noite seu marido preparava algo para os dois comerem, às vezes pediam comida (o que era mais rotineiro acontecer), fazia amor com seu marido (o que já não era tão rotineiro assim), dava um beijo de boa noite eu seu marido e dormia. No outro dia, suas ações se repetiam como um efeito de um feitiço jogado há muito tempo.

Todos os dias era a mesma coisa: ônibus lotado, engarrafamentos infinitos, muito barulho e a lentidão nos trajetos. E isso a irritava tanto que as vezes chegava a pensar que tudo isso seria um castigo pra qualquer um, mas depois refletia e dizia a si mesma: “Não desejo isso nem para o meu pior inimigo”. Às vezes, de dentro do ônibus, via ciclistas passarem sem muitos problemas com o trânsito, e sempre mais rápido que o ônibus onde ela estava. Mesmo com essa visão diária, ela nunca tinha pensado em comprar uma bicicleta, até que certo dia ela se questionou: “Preciso fazer alguma atividade física, será que deveria começar a pedalar?”. Com essa ideia na cabeça começou a pesquisar sobre o mundo das bicicletas, falou com ciclistas, pesquisou preços, até que, enfim, tomou coragem e comprou sua primeira bicicleta. Não era muito boa, pra falar a verdade comprou de um vizinho que não queria mais, mas foi aí que sua paixão começou.

Primeiro começou a pedalar para se exercitar, depois queria ir mais rápido e mais longe, em seguida quis comprar uma bicicleta melhor, começou a freqüentar encontros de ciclistas, conheceu novas pessoas, e ia cada vez mais longe com sua bicicleta. Começou a recusar ir de ônibus para locais perto de sua casa como shoppings, bares, restaurantes, teatros, entre outros locais que freqüentava. De repente sentiu que sua vida não seguia mais aquela rotina cansativa de antes, e foi aí que decidiu começar a ir ao trabalho de bicicleta. O local onde trabalhava era muito longe de sua casa, e muitos amigos, inclusive seu marido diziam para ela não se arriscar, mas ela sentia que estava pronta e no dia seguinte foi.

Acordou cedo, deu um beijo de bom dia no marido, tomou banho, ligou o rádio, se arrumou, se maquiou na frente do espelho, preparou o café da manhã, comeu seu café da manhã sem assistir aos noticiários, escovou os dentes, pegou sua bolsa, deu um beijo no marido, se despediu dele e disse que poderia chegar um pouco mais tarde em casa, pois pela primeira vez estava indo ao trabalho de bicicleta.

Naquele dia não foi pra parada de ônibus. Seguiu seu destino semáforo após semáforo. Chegou muito cedo no trabalho, mais cedo do que de costume. Chegou sorridente e feliz por ter feito o trajeto sem muitos problemas. Estava cansada, mas feliz.

Ao final de seu expediente pegou a bicicleta e foi para casa. Durante o trajeto passou por ônibus lotados e parados devido ao engarrafamento, e pela primeira vez soube como àqueles ciclistas se sentiam. Chegou cedo em casa, mais cedo do que o de costume. Colocou a bicicleta em um canto da parede. Seu rosto estava vermelho, suas roupas suadas e sua boca com um sorriso enorme. Abriu a porta e foi direto para a geladeira pegar um copo enorme com água. Nesse momento ouviu um barulho vindo do seu quarto. Ao abrir a porta, a surpresa! Seu marido estava lhe traindo. Ele gritou algumas desculpas, mas ela não ouviu. Virou as costas, pegou sua bicicleta e saiu.

Ela nunca mais foi vista naquela casa. Alguns dizem que morreu, outros dizem que foi embora para a casa dos pais, até dizem que largou o emprego e que perdeu o juízo devido ao ocorrido. Mas a verdade é que ela está muito bem. É verdade que largou o emprego, mas não está louca.

Depois daquele dia foi para a casa de uma amiga, ficou mais alguns meses no trabalho e depois pediu demissão. Hoje está viajando pela Europa com a sua bicicleta e já conheceu vários países ao redor do mundo. Quando questionada por que resolveu fazer essas viagens, ela responde: “Por causa da bicicleta descobri que estava sendo traída pelo meu ex-marido. Depois daquele dia decidi que não queria ter aquela vida de novo. Peguei minha bicicleta e nunca mais cai na rotina. Estou sempre conhecendo pessoas novas, lugares novos e novos amores. A bicicleta virou minha fiel companheira.”.

Quando pergunto pelo seu ex-marido, ela responde com um sorriso no rosto: “Espero que esteja em um ônibus lotado e num engarrafamento infinito.”

 

 

Um abraço e vamos pedalar!

Vi de bike – Luana e Ingrid

Vi de Bike Luana e Paloma by Sheryda Lopes

Pedalar é bom, mas pedalar casamigas é ainda melhor, né não? E esta dupla que flagrei no bairro Benfica ainda vai além: uma carrega a outra na solidariedade 🙂 A de blusa preta é a Luana Guerra, 21, e a de blusa colorida e sandália florida é a a Paloma Bezerra, 17 anos.

No papo rapidinho que batemos no sinal, elas me contaram que a bicicleta é elemento super presente no dia a dia dessas meninas. Elas moram no Conjunto Ceará e vão à praia (quem conhece Fortaleza sabe que do Conjunto Ceará para a praia é chão) e sempre que precisam resolver algo em outro bairro, a bicicleta é o meio escolhido. Isso porque, segundo a Paloma, trata-se do transporte mais rápido e que, ainda por cima, não prejudica o meio ambiente. Garota esperta 🙂

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – Vestido Olinda da Fluorita e visita à loja

Vestido Olinda Fluorita De Bike na Cidade Sheryda Lopes_by Francisco Barbosa (1)

Há alguns dias fui conhecer a loja física da Fluorita, marca da minha amiga Caroline Tavares, e fiz questão de usar um vestido da coleção passada que adoro, o Olinda. Assim como várias peças da Fluorita, o Olinda tem uma estampa exclusiva, criada pela própria Carol, e que eu amo. Além disso, é de um tecido muito confortável para pedalar, pois é bem frio e não fica úmido, além de secar depressa. É o único vestido que tenho que é justo no quadril, algo que não costumo usar porque tenho culote, mas ele veste tão bem que eu vou sem medo. Nos pés, a sandália azul de saltinho de novo. Lembram dela? Apareceu aqui e aqui.

E para me proteger do sol, casaco azul marinho. E gente, que calor que está em Fortaleza, viu? Alguém me explica pra quê tanta ignorância, armaria, nã! Haja filtro solar!

Vestido Olinda Fluorita De Bike na Cidade Sheryda Lopes_by Francisco Barbosa (2)

Vestido Olinda Fluorita De Bike na Cidade Sheryda Lopes_by Francisco Barbosa (3)

Vestido Olinda Fluorita De Bike na Cidade Sheryda Lopes_by Francisco Barbosa (4)

Vestido Olinda Fluorita De Bike na Cidade Sheryda Lopes_by Francisco Barbosa (6)

E lá na loja da Fluorita eu fiquei encantada. Muitas peças lindas e coloridas e que eu já fui pensando em como pedalar com elas, é lógico. Depois vou fazer os looks e publicar aqui, mas por enquanto já mostro para vocês o vestido que escolhi para passar o ano novo e os mimos que ganhei.

De Bike na Cidade Fluorita Sheryda Lopes Caroline Tavares (4)

Amarelo, para atrair riquezas para 2015 🙂

De Bike na Cidade Fluorita Sheryda Lopes Caroline Tavares (2)

Nas compras acima de R$ 150, clientes levam para casa caixinha, ímas lindos com estampas da marca e um doce super gostoso

De Bike na Cidade Fluorita Sheryda Lopes Caroline Tavares (1)

Eu quero tudo!

Desta vez não pude levar tudo o que queria, mas estou sonhando com os quimonos e o cropped furadinho e colorido. Pintando uma graninha (ou alguém com vontade de me presentear no Natal), eles serão meus.

Para conhecer as peças da Fluorita, acessem a loja virtual, curtam a fanpage ou sigam @lojafluorita no Instagram. A loja física fica na rua Dom Sebastião Leme, 207, no Bairro de Fátima e é aberta de segunda a sexta das 10h às 18h, e aos sábados das 10h às 15h. Também é possível marcar visitas à noite e tirar dúvidas pelo Whats App no número (85) 88689091. Fica a dica!

 

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – Camisa rosa e saia bege

Sheryda Lopes Blog de Bike na Cidade Camisa Rosa _ by Francisco Barbosa (2)

O look de hoje foi fotografado na volta de um freelancer. Na composição, camisa social num tom de rosa e uma saia bege que eu adoro porque tem um tecido que aguenta bastante lavagem à máquina  (fator importantíssimo, na minha opinião),  e amassa pouco. Já essa camisa aí é um pouco mais problemática, e por isso fica mais tempo no guarda roupa. Na foto já dá para ver que ela ficou beeem amarrotada, e isso nem tem tanto a ver com a bicicleta. Mesmo de ônibus ou carro, ela já tem tendência a ficar amassada e meio torta. Uma pena, pois além de ser uma das poucas camisas sociais que eu tenho, ela tem essa cor sóbria, bem coringa e que é bem diferente de outras cores que gosto de usar.

Sheryda Lopes Blog de Bike na Cidade Camisa Rosa _ by Francisco Barbosa (3)

Sheryda Lopes Blog de Bike na Cidade Camisa Rosa _ by Francisco Barbosa (4)

Sheryda Lopes Blog de Bike na Cidade Camisa Rosa _ by Francisco Barbosa (5)

Nos pés, sandália de salto baixinho que já apareceu aqui em outro look. Mais uma vez, achei tranquilo pedalar com ela, embora tenha passado um pequeno susto: Passei numa rua onde algum ser humano de alma muito elevada achou de jogar no meio fio um monte de restos de construção. Ao passar por cima do pequeno montinho de entulho, a Shamira derrapou e por sorte eu consegui manter o equilíbrio e parar no maior estilo. Gente, fez um barulhão! Tinha umas senhorinhas sentadas na calçada que se viraram rápido pra ver se eu estava bem, mas eu consegui parar toda no estilo, de salto “alto” e tudo. Parecia a Viúva Negra hehehe.

Viúva Negra Blog de Bike na Cidade Sheryda Lopes

Pedaleiras, atenção para a dica de hoje: cuidado com restos de construção na rua. Além de conter materiais que podem fazer sua bicicleta derrapar, também podem haver restos de vidro e cerâmica, e com eles, o risco de furar o pneu da bike. 😉

 

 

 

Um abraço e vamos pedalar!

Matéria no programa Closet, da TV O Povo – Moda e o uso de bicicletas

Esta semana o programa Closet, da TV O Povo, exibiu uma matéria comigo onde conto minha experiência como ciclista urbana aqui em Fortaleza, inclusive sobre como adaptar meu estilo e peças de roupas para a pedalada. Foi uma honra aparecer no primeiro programa desta nova temporada, e ainda mais estreando um quadro novo. Fiquei muito feliz com a matéria, que foi super divertida de gravar 🙂 Ah, e mais uma vez meu cabelo ficou meio esquisito, com o diacho dessa franja, que eu fiz ano passado e que ainda está crescendo, cobrindo meu olho. Mas ainda bem que eu coloquei atrás da orelha logo no comecinho da minha fala. Na próxima vez, eu vou gravar de cabelo preso. Aliás, “na próxima vez” é ótimo, né? hahahaha Esta blogueira aqui tá ficando besta, hein, gente? rsrsrsrs

A propósito, vocês sabem que eu saí numa revista nacional, né?  ^^ Ai, que legal 🙂 Gente, tô me achando! Tô muito feliz com os contatos dos leitores do bloguinho, seja por comentários, email ou pelo Facebook, e pelo interesse dos colegas da imprensa. Muita, muita, muita gratidão! Vocês todos estão me fazendo muito feliz!

 

Um abraço e vamos pedalar!