Vi de Bike – Luana Galdino

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Enquanto pedalava numa tarde dessas, na ciclovia da avenida Bezerra de Meneses, me deparei com uma figura vaporosa, de vestido leve, chapéu, texturas naturais e estampa floral. Tive que parar para um clique e um papo, né?

O nome da moça é Luana Galdino e tem 29 anos. Ela é costureira, super ligada em moda e usa a bicicleta como meio de transporte há mais de cinco anos. Inclusive, ela ainda tem a bicicleta que ganhou do avô quando tinha nove aninhos, e pedala nela. Só que no dia da foto ela estava na bike do companheiro, pois a dela está precisando de manutenção (uma pena, porque eu fiquei curiosíssima pra ver essa bicicleta).

Sobre o estilo, Luana me explicou que apesar de costurar, não faz todas as roupas que usa. Ela gosta de tons alegres e leves, e montou o look com detalhes florais para contrabalancear as cores neutras. Ela disse que gosta de vestidos, mas não costuma pedalar muito com eles porque acredita que chama muito a atenção dos homens e o assédio a incomoda. 😦 Quando pedala com algum modelo curtinho, lança mão da legging. Para se proteger do sol, chapéu e óculos escuros.

Eu adorei o visual porque a ideia de quebrar a monotonia com os florais, ainda mais com tons amarelos, que eu gosto tanto, funcionou muito bem. Parecia que eu tinha encontrado uma fada em pleno trânsito! ^^ E sempre que vejo alguém de chapéu sinto falta de um para proteger a cuca do sol. :/

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Espero que tenham gostado do post de hoje! Se quiserem aparecer por aqui mostrando seu estilo e contando sua história, não precisa esperar que a gente se encontre ao acaso: basta mandar um email com foto para debikenacidade@gmail.com. Vou adorar saber mais sobre vocês! 🙂

Um abraço e vamos pedalar!

No meu tempo…

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“Olha, minha filha, azamiga da sua vó”

Já comentei várias vezes aqui no blog que é muito legal viver esse momento de mudanças em Fortaleza. Ver a bicicleta sendo cada vez mais reconhecida como um veículo sustentável (embora ainda com uma longa pedalada pela frente até chegar ao cenário ideal) e mais mulheres de bicicleta nas ruas é fantástico.

Eu imagino no futuro, QUANDO (percebam o otimismo) a violência no trânsito tiver diminuído muito e a gente só tiver engarrafamento de bicicleta (que nem em Copenhagen), eu lá conversando com os meus netinhos. Eles e elas tudo acostumado a andar de bicicleta pra todo canto me perguntando se era verdade que no começo dos anos 2000 o povo só queria saber de comprar carro e as mulheres eram desencorajadas a pedalar. Aí eu vou contar pra eles que era verdade sim, que o pessoal chamava a gente de doida e que tinha que ser corajoso pra andar de bicicleta.

“Pra vocês terem uma noção, eu tinha um grupo enorme de amigas que conversava sobre o machismo no trânsito. E quando algum macho réi inventava de ser fresquim ou valentão, a gente esculhambava”, eu lá contando e eles impressionados, e quem sabe, orgulhosos, da ancestral aqui. Eu iria mostrar fotos de papel pra eles e eles iriam pirar nos looks vintage 2016.

Pois é, marido e eu gostamos de “revelar” fotos, vocês sabiam? Costumamos juntar pastas das lembranças mais marcantes de determinados períodos e aí aproveitamos promoções de compra coletiva para imprimir. Já tem um tempo que não fazemos isso, mas é graças a esse hábito que preservamos fotos do começo do namoro, da faculdade, do casamento, da reforma da nossa casa… Tudo isso teria se perdido com o fim do Orkut e do nosso computador que morreu.

Aí que eu planejo fazer dois álbuns para incluir nas lembranças da família: Um só com Looks de Bike e outro com fotos das Ciclanas. Já pensou, que incrível, ter e mostrar fotos das minhas amigas guerreiras empoderadas daqui a uns 50 anos? Gente, eu acho que vai ser um registro histórico de uma etapa importante das mulheres de Fortaleza.

Claro que antes de nós muitas outras pedalaram e pedalam, sem serem ouvidas, fotografadas ou até sem nem perceber o quanto elas fazem parte de uma história de libertação. Pensando nisso, quem sabe não rola também um álbum só com fotos do Vi de Bike com as pessoas que fui encontrando no meu caminho? De uma coisa eu sei: a bicicleta entrou na minha história pra nunca mais sair e com certeza estará na caixinha de lembranças da minha família.

E as fotos do post de hoje entrarão nesses álbuns: São de um final de almoço com amigas Ciclanas dia desses no Benfica. Tinha mais meninas, mas eu estava morrendo de fome e só conseguia pensar em comer. Na hora de fotografar só restavam a Elaine Luz, salvadora das amigas trancadas, adêvogada amada que tem luz no nome e na alma e que já foi entrevistada pela Dora Moreira; e a Aspásia Mariana, que é nossa artista, guerreira, Mulan, Bike Anjo, bruxa plantadora de gerimuns e gateira. A Aspas fez até “pose de blogueira” pras fotos! hahahaha

Espero que vocês tenham gostado do post de hoje e que eles inspirem seu fim de semana. Sejam felizes, celebrem com suas mães a história que elas construíram e vamos juntos também centrar forças num amanhã mais próspero, gentil e do bem.  Pra galera que vai chegar saber que a gente pensou com carinho no que queria deixar pra eles.

"Em 2016, a gente era rochêda"!

“Em 2016, a gente era rochêda”!

Um abraço e vamos pedalar!

Vi de Bike – Marcela Landim

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A póbi toda arrebentada

Tô devendo este Vi de Bike há um tempão, mas acho que ele vem em boa hora. Há algumas semanas fui a um dos ensaios do Vitrola Nova e me deparei com a Marcela Landim, que também faz parte do grupo, toda machucada, a pobrezinha. Só que mesmo cheia de feridas ela estava super contente: havia feito o trajeto de casa até o ensaio de bicicleta. Era a primeira vez que fazia um percurso maior e acabou caindo no caminho. 😦

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Cara de minina malina

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Esse roxão ficou por semanas

Ela é psicóloga, tem 29 25 anos e começou a andar de bicicleta na cidade há pouco tempo. Ela já apareceu aqui, junto com a mãe dela (beijos, Márcia :*) no Ciclochique. Marcela me contou que o tombo aconteceu porque estava pedalando muito no cantinho da via, por medo dos carros, e acabou se desequilibrando nas deformidades do asfalto. Aí, tadinha, machucou joelho, queixo… Uma negação. “Além do susto e da dor dos machucados, fiquei preocupada de estar sozinha no meio da rua com a bicicleta. Mas vi que estava tudo bem com ela e quis chegar logo ao meu destino, onde sabia que poderia cuidar dos machucados”, conta. Ela sabia que um dia poderia cair e por isso, ficou um pouco frustrada, mas também conseguiu seguir em frente.

O que mais me chamou a atenção foi a alegria da garota, sabe? Porque seria muito normal se ela desanimasse pela queda e tal. E eu mesma fiquei bem preocupada com ela. Mas a sensação de superação, de estar fazendo diferente, a deixou tão feliz que considerou os machucados como um “batismo”. E ela meio que exibia os machucados também, como se fossem marcas de guerra! As pessoas chegavam preocupadas e ela dizia, com um sorrisão enorme: “É que eu vim de bicicleta hoje e caí no caminho”! rsrsrs Achei isso tão inspirador! Porque às vezes a gente se deixa desanimar por problemas, por as coisas não atenderem nossas expectativas. Na verdade, eu mesma estou um pouco nesse clima ultimamente, meio na bad, se entupindo de doces, e tals. #cancerianamodeon

Aí que falar da história da Marcela me traz alegria e espero que também traga a você, para  animar esta semana que ainda está no comecinho. Para que a gente consiga permanecer nos processos mesmo quando os obstáculos aparecem, o desânimo… Lembrar de coisas boas e do que nos fez escolher os caminhos que estamos percorrendo e saber lidar com os percalços que surgem, até que possamos chegar aos nossos destinos. E lá, cuidar dos nossos machucados e comemorar o que alcançamos. Aliás, um pouquinho de otimismo cai bem nessa hora, né? Porque fora os problemas pessoais, tem tanta coisa ruim acontecendo no mundo, inclusive aqui, em Fortaleza… 😦 Desculpem terminar assim este post feliz, mas é que eu precisava desabafar, nem que fosse um pouquinho. Não tá fácil, mas a gente vai conseguir.

Um abraço e vamos pedalar!

P.S.: Para evitar cair no cantinho da via, seja pelas deformidades no asfalto ou por esbarrar o pedal no meio fio, lembre-se de ocupar pelo menos um terço da faixa. Isso também vai obrigar os motoristas a lhe ultrapassarem com mais cautela, diminuindo as finas. Claro que também vai rolar mais buzina, mas, é melhor que cair ou ser atropelado. 😉 E motoristas, tenham paciência que ciclista não é bagunça, tá bom?

Dica: Como pedalar sem pagar calcinha

Olá, pessoal! Quando comecei a pedalar percebi que algumas calças de cintura baixa ficavam desconfortáveis, pois mostravam a calcinha e/ou cofrinho quando eu me curvava. Neste vídeo curtinho eu conto como me adaptei a isso. Confiram e não esqueçam de deixar aquela curtida feliz e de se inscrever no canal!

Ah, é bom ressaltar que essa característica de não querer mostrar a barriga e ter vergonha de deixar a calcinha aparecer quando ando de bicicleta é algo meu, e eu não tenho nada contra às meninas que curtem mostrar mais o corpo. Na verdade, tenho até invejinha porque acho que essas mulheres têm bastante confiança e isso é super legal. E eu queria saber se tem algum truque para pedalar de top e blusa curtinha + cintura baixa sem mostrar a calcinha, ou se o lance é desencanar mesmo. Se vocês souberem, contem aí nos comentários!

Um abraço e vamos pedalar!

Bike vs Cars e Mesa redonda com mulheres ciclistas

Gente, muita emoção na última semana. Sério, haja coração bicicleteiro e feminista para tanta provocação e alegria. Como já contei aqui, a Aline Cavalcante veio a Fortaleza para participar de eventos do Mês da Mobilidade, inclusive alguns que foram organizados pelas Ciclanas. Eu consegui ir a dois deles e ai minha nossa senhora da buzininha trim-trim! Se só a presença da guerreira já era motivo para eu me passar de emoção, junte a isso um filme incrível e mais uma ruma de mulher ciclista arrebatadora! Meu povo, tô anestesiada até agora!

Na quinta-feira o documentário Bike vs Carros foi exibido gratuitamente no cinema do Dragão do Mar e após o filme, a Aline bateu um papo com a plateia. E foi uma lindeza ver aquele Dragão lotado de bicicleta, uma sala entupida de gente interessada em conhecer o filme e debater sobre mobilidade urbana. E o filme? Incrível, envolvente, com uma pesquisa muito bem feita! Se vocês tiverem a chance de assistir, não percam porque é mesmo muito bom! Trata-se de um documentário sueco que fala sobre a situação do trânsito e do uso da bicicleta em várias cidades pelo mundo. Aqui no Brasil, o filme mostra São Paulo e a personagem entrevistada é a Aline, que de forma super simpática, tirou dúvidas da plateia e falou do contexto de São Paulo durante o evento.

Na sexta, foi a vez da mesa redonda organizada pelas Ciclanas e da qual eu fui a mediadora. E meu povo… Sério… Foi fraco não, viu? Dillyane Ribeiro, Ivânia de Alencar e Aline Cavalcante se se juntassem formavam um Megazord. A cada fala delas a plateia se entorpecia, era provocada. E eu preciso destacar a apresentação da Ivânia que é simplesmente uma delícia. Muitas mulheres se emocionaram na plateia com a mistura arrebatadora de doçura e força dessa sertaneja bruxa. Para terem noção, ela recebeu dois pedidos de casamento de mulheres e foi tietada loucamente após a mesa. rsrsrsrs Todo mundo queria abraçá-la e tirar foto. E o humor da doutora adevogada Dillyane? Era contagiante!

E eu mal conseguia acreditar que um dia tive tanto medo de começar a pedalar e durante as pesquisas que fazia lia incansavelmente o Pedalinas, do qual Aline fazia parte. Ela tem uma responsabilidade muito grande para que hoje eu seja uma ciclista e tenha meu próprio blog sobre o assunto. E agora, lá estava eu: mediando um debate com a própria! E fazendo parte de um grupo de mulheres ciclistas da minha cidade que já ultrapassa mil componentes e que eu também ajudei a juntar! Alguém me belisca, por favor?

Gente, vou guardar essa foto pro resto da vida!Gente, vou guardar essa foto pro resto da vida!

Paulo Aguiar, do Pedala Manaus; Ênio Paipa, Bike ANjo de Recife e Arthur Costa, presidente da Ciclovida (Fortaleza) toparam uma fotinha comigo

Paulo Aguiar, do Pedala Manaus; Ênio Paipa, Bike ANjo de Recife e Arthur Costa, presidente da Ciclovida (Fortaleza) toparam uma fotinha comigo

E o babado todo já está disponível no You Tube, então quem não é daqui ou não pôde comparecer, pode ter acesso às discussões e fomentar um debate pelos comentários. Será que em algum momento deu pra ver que eu tava quase chorando? rsrsrsrs

Eu até tento, mas é difícil explicar para vocês como estou me sentindo. Tudo muito intenso, muito vibrante. A única forma de vocês entenderem mesmo é fazendo parte dessa mudança que está acontecendo. Então, aproveitem esse contexto que, embora ainda tenha muito a melhorar, é muito mais favorável que há alguns anos. Sério. Faz muita diferença conhecer mulheres que pedalam, de carne e osso, acessar debates, ter acesso a informação… Então, tirem a coragem da gaveta e botem a bike na rua. O que não vai faltar é apoio, pelo menos aqui neste blog. 😉 E meninas, procurem as mulheres que pedalam na cidade de vocês e se ajudem! Isso é muito importante!

E lembrem-se de levar muito amor e luz no cestinho. S2

 

E o Mês da Mobilidade continua e a programação tá muito incrível! Programe-se para não perder nada!

 

Um abraço e vamos pedalar!

 

 

 

Bike vs Carros, Aline Cavalcante e Ciclanas no Mês da Mobilidade

Gente, é hoje! Minha nossa senhora do aro empenado, é hoje que eu vou conhecer a Aline Cavalcante! Ela é uma das convidadas do Mês da Mobilidade e vai participar de dois eventos organizados pelas Ciclanas, além de comparecer à exibição do documentário sueco Bike vs Cars, com debate sobre o filme. E além da Aline, tem mais mulher lacradora indo debater o uso da bicicleta por mulheres, e eu nem acredito que vou mediar uma mesa tão poderosa! Ai minha deusa protetora da barra da saia presa no freio de trás, haja coração! Mas calma aí, que eu tô atropelando tudo. Vamos por partes:

Bike vs Carros 

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“Nessa quinta, como parte da programação do Mês da Mobilidade, teremos a exibição do documentário sueco Bikes vs Carros. A exibição contará com um debate com nossa convidada especial, Aline Cavalcante. Se o filme já é imperdível, esse debate promete desconstruir todo o que você já pensou sobre transporte e trânsito. Você não vai deixar essa oportunidade passar, né”?

Esse documentário tem sido exibido em diversos eventos a respeito de mobilidade urbana e o uso da bicicleta em várias cidades pela mundo. Uma das personagens é a Aline, que fala sobre o contexto de São Paulo e relembra casos dolorosos, como a morte da Julie Dias, que em 2012 foi atropelada em plena avenida Paulista, onde ainda não havia ciclovia. Eu estava super curiosa para assistir esse filme e com certeza a chance de conhecer a Aline Cavalcante torna o babado imperdível. Eu sou fã assumida da garota, principalmente por causa do Pedalinas, blog que serviu de fonte de pesquisa e inspiração para que hoje eu seja uma ciclista urbana. Hoje em dia, ela acumula debate e atuação em outros espaços ligados à mobilidade urbana e continua empoderando a mulherada por aí.

Bike vs Carros + debate com Aline Cavalcante

Quando: 10 de setembro às 19h.

Onde: Cinema do Dragão do Mar.

Mais informações: Evento no Facebook.

 

 Sobre duas rodas: caminhos para emancipação feminina

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“Nessa sexta feira, 11 de setembro, a partir das 19h no Auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, vamos debater juntas como a bicicleta tem servido às mulheres enquanto instrumento de emancipação, desafiando o machismo, a carrocracia e reafirmando o direito da mulher ao espaço público”.

Eeeita, Giovanaaaa! Vocês conseguem imaginar como essa mesa vai ser bapho? Sério. Mais um evento organizado pelas Ciclanas e que vai divar, com certeza. Saca só o currículo das mina.

Aline Cavalcante, cicloativista paulista, protagonista do filme Bike Vs Cars, e integrante do Coletivo Pedalinas.
Ivânia de Alencar, líder de agricultores familiares cearenses, fundadora do “Ciclovida” de Pentecostes-CE, pelo qual realizou uma cicloviagem por toda a América Latina em busca de sementes criolas (o feito virou documentário também);
Dillyane Ribeiro, advogada membro do Coletivo Urucum, mestranda em Estudos de Gênero pela Universidad Nacional de Colómbia, artivista e atriz em formação.

E tem eu, mediando o babado todo! ^^ Meu povo, estou com o coração na mão e seria ótimo ter leitores e leitoras na plateia para me dar aquele apoio básico. Então, bora?

 Sobre duas rodas: caminhos para emancipação feminina

Quando: 11 de setembro às 19h.

Onde: Auditório do Dragão do Mar.

Mais informações:Evento no Facebook.

Oficina mecânica com as Ciclanas e Aline Cavalcante

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É o seguinte: Se eu não aprender a arrumar a minha bicicleta depois dessa, pode me processar! Porque o que eu já perdi de chance de participar de oficina, não é brincadeira. E dessa vez, além das Ciclanas que sacam dos paranauês, ainda tem a Aline para compartilhar conhecimento. Então, prepara o lencinho umedecido para tirar a graxa da pele e vamos nessa!

Oficina mecânica

Quando: 13 de setembro às 15h.

Onde: Praça da Gentilândia.

Mais informações: Evento no Facebook.

Ufa! Só evento babado, né? E não é só isso! O Mês da Mobilidade tem muito mais coisa prevista e você pode conferir a programação todinha aqui! Então, aproveita e anota tudinho na agenda!

 

Um abraço e vamos pedalar!

Vi de Bike – amigos no Benfica + Evento Ciclochique hoje

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Há alguns dias participei como voluntária da contagem de ciclistas realizada pela Ciclovida (confira o resultado aqui) no cruzamento da avenida da Universidade com a avenida Domingos Olímpio. Quando terminamos os trabalhos, resolvi dar uma volta pelo Benfica. Fui a um restaurante vegetariano que adoro, encontrei amigas e, na volta, fiz algumas fotos dessa galera simpática. Compondo o cenário, novas ciclofaixas que contemplam o bairro, passando ao lado da famosa (e querida) Praça da Gentilândia.

Brevemente, da esquerda para a direita, conheça essa turma:

Felipe Bira, 22 anos. Estudante e viajante (conforme suas próprias palavras). Pedala há cerca de três anos.

Manjari, 32 anos. Ciclana e mãe. Pedala há tanto tempo que nem sabe quando começou.

Luiza Helena, 22 anos. Yogue e viajante (acho bapho esse povo que se descreve como viajante). Pedala há seis meses.

Evilene Castro, 32 anos. Ciclana e professora. Utiliza a bicicleta como meio de transporte há três anos.

A Manjari e a Evilene eu já conheço, e sei que são pura energia positiva. Os outros dois conheci no dia e senti boas vibes também. E o que une a todos? A bicicleta, é claro! ^^

E vocês? Conhecem essa ciclofaixa? O que acharam? E há quanto tempo vocês pedalam? Contem aí nos comentários!

Ciclochique

Aaaaah! E logo mais, à noite, tem Ciclochique, viu? O evento é parte do Mês da Mobilidade e tem o intuito de mostrar que é possível pedalar com looks que vão além do esportivo. Ou seja: dá pra ir prontinho para o trabalho, encontrar a galera, curtir balada, cinema… Então, escolham se vão adotar um look mais casual, ou se vão aproveitar o evento para se montar e ostentar luxo e glamour. O importante é estilo e claro, o amor pelas bikes. 🙂 Eu ainda estou em dúvida sobre o que vou usar, e olha que já treinei até pedalar de salto durante a divulgação do evento há algumas semanas.

Ciclochique

Mais informações no evento no Facebook. E para saber mais sobre o Mês da Mobilidade, acesse o post que fiz sobre o assunto. Sério, esse mês tá incrível!

 

Um abraço e vamos pedalar!