Muito estilo no Ciclochique do Mês da Mobilidade

Na última sexta fui ao pedal Ciclochique, evento promovido pela Ciclovida e que faz parte da programação do Mês da Mobilidade. Trata-se de uma referência direta ao Cycle Chic, movimento criado em Copenhagen que estimula o uso da bicicleta com roupas mais casuais e/ou mais elegantes, livrando-nos da limitação de pedalar apenas com roupas fitness.

O encontro foi na Praça Portugal e seguimos por barzinhos pela região. Quer dizer… eu só pude ir ao primeiro porque precisava voltar cedo para casa. Mas o pouquinho que fiquei foi muito divertido! Pude conferir muitos looks bonitos e ainda conheci leitores e leitoras ^^ S2. E foi muito divertido chegar num barzinho de galera e curtir música bacana. Tenho que fazer isso mais vezes.

Meu look ^^

Meu look ^^

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Márcia e Marcela, mãe e filha (JURO!!!)

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Gina, toda Hippie Cycle Chic

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A super estilista de bikes e tb blogueira Dora e a querida Kelly S2

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Lucas, mais um leitor que conheci  🙂

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Galera do passeio!

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Ciclanas! S2

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Ciclanas frescas ^^

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Mário Reginaldo, Bike Anjo, e Arthur Costa, presidente da Ciclovida

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Daniel Nunes Neves, Bike Anjo, leitor, cicloativista e querido amigo 🙂

Mais fotinhas!

Ser ou não ser chique?

Por causa do termo “chique”, o Cycle Chic pode passar a ideia de algo elitista, de que você tem que pedalar com roupas caras e de grife. Mas na verdade, no próprio Cycle Chic Copenhagen, fundador do movimento, é possível encontrar fotos de pessoas chiquérrimas pedalando até com chinelo de dedo, short jeans, camiseta e tênis… A mensagem é: chique é pedalar com seu estilo, não importa qual seja ele. A meu ver, a chiqueza toda está na atitude de assumir a bike como algo seu, como seu meio de transporte e como algo que faz parte do seu estilo. Até separei algumas fotinhas nesse estilo para que vocês vejam que não só de linho e salto alto vive a chiqueza.

Claro que, tem muita gente que aproveita o evento para se montar, vestindo mesmo a brincadeira. E eu adoro isso! #nascidaparaperformance Foi divertido ver as meninas pedalando de salto, com brilhos e bordados e alguns caras de roupinha bem arrumadinha, com muita estampa legal. E também foi legal ver a galera indo pra baladinha com roupa mega casual, bermuda simples e chinelo de dedo. Gente, é muito estiloso sair pra noite do jeito que você quiser! Então, vai ter chinelo de dedo sim, e isso é chique sim, senhor! hehehe E também é muito legal, para as pessoas que gostam de se vestir com roupas mais formais, elaboradas, produzidas mesmo para a noite, descobrir que não precisam descartar a possibilidade de ir de bike para a farra.

Curtiram? Então compartilhem, comentem e mandem pra mim suas fotos sendo Cycle chics/ciclochiques no dia a dia. Quero muito conferir o estilo de vocês e conhecer suas histórias! O email do blog é debikenacidade@gmail.com.

Um abraço e vamos pedalar!

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Look de Bike – De short na Praça do Ferreira

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O look de hoje foi fotografado em um dos principais cartões postais de Fortaleza: A Praça do Ferreira. Localizada no Centro da cidade, ela tem sido palco de manifestações populares, políticas e culturais das mais variadas. Além das manifestações de movimentos sociais, que muitas vezes fazem da Praça o palco de suas reivindicações, foi lá que aconteceu um dos movimentos literários mais importantes do Ceará: a Padaria Espiritual.

Os padeiros eram artistas e intelectuais que se reuniam para fazer “O pão”, uma espécie de jornal literário que continha poesias, críticas, textos filosóficos e muito mais. E tudo cheio de ironias e brincadeiras, algo muito comum aos cearenses, que adoram “fazer hora” com tudo. Aliás, será que a expressão “fazer hora” (que significa “brincar”, “tirar onda”), vem da torre do relógio da Praça? Nunca se sabe.

Mas vamos ao look: Visual bem confortável para fazer compras. Shortinho de tecido com lantejoulas, regata fininha, super leve, para evitar o calor e casaquinho roxo que ganhei da sogra. Nos pés, tênis super velho que comprei há alguns anos para andar de skate. O famoso tênis sapão, resistente para mandar aquele oli bapho (e que eu nunca aprendi a fazer).

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Minha foto de turista ^^

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De braços abertos para a Praça!

Esse look foi usado para uma tarde com o maridão. Fomos ao Centro para comprar luminárias para turbinar as gravações dos vídeos para o canal do blog no You Tube. Não vou contar maiores detalhes sobre como foi a tarde, porque nesse dia gravamos um vlog, que ainda não terminei de editar. Aliás, já se inscreveu no canal? Lá tem um vlog de uma ida aos Correios e ao banco e vários outros vídeos, tudo de bicicleta. Inscreva-se e fique sabendo assim que sair vídeo novinho 🙂

Por enquanto, fique com as fotos do look do maridão, que estava no estilo bem casual cycle nordestino, divando em suas chinelas havaianas. heheehe

 

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Detalhe do calçado

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Sendo turista 🙂

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Selfie no Centro!

Ah, e sabia que não é a primeira vez que vou ao Centro de bike? No ano passado fiz minhas compras de Natal no bairro também, e pedalando! Olha só neste post!

 

Um abraço e vamos pedalar!

Casaquinhos leves e blusas da Siloé

Praticamente todo look que eu monto para pedalar tem um casaquinho, e quase todos eles eu comprei no mesmo lugar. E como eles já estão ficando velhinhos, fui lá ver novas peças. No vídeo abaixo eu mostro para vocês essas compritchas.

Assistam e não deixem de curtir, compartilhar e se inscrever no canal do blog. Quem se inscreve fica sabendo primeiro de vídeos novos! 🙂 Ah, e também me digam o que acharam das peças e também do próprio vídeo, para eu saber se estou acertando.

Siloé

Avenida Monsenhor Tabosa, 242 – Loja 2 e 4.
Fone: (85) 3219.8958

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – Ida ao Centro com vestido marrom estampado

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Olá, pessoal! Como vocês foram de Natal? Eu ainda estou empanturrada de tanto comer. Além de todas as guloseimas que a gente prepara nesta data (e minha família é bem exagerada quando o assunto é comida) estou curtindo muito a época com mais panetone do ano. Nham!

Mas além de comer, comer, comer, outra tradição típica dessa época é fazer compras (além de todas as outras ligadas com o verdadeiro significado do Natal, de acordo com o que a data signifique para cada um). Aqui em Fortaleza, um lugar que fica abarrotado de gente é o Centro da cidade, onde há a maior concentração de comércios e onde mora o maior desafio em dezembro. Sim, porque o trânsito e a lotação fazem com que a visita ao lugar se torne uma verdadeira maratona. E nada agradável, principalmente se você vai de carro ou transporte público. É engarrafamento, lotação, motorista estressado… um inferno na terra.

Aí que eu precisava ir ao Centro comprar umas coisas e enrolei com todas as minhas forças até quando pude. Mas aí pensei: melhor ir de bike. Sem topic lotada, sem ficar presa em engarrafamento, certamente vai ser melhor. Eu já tinha ido algumas vezes e achei muito bom, então porque não desfrutar das vantagens da bicicleta nesta época?

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Escolhi um vestido marrom estampado feito de um tecido bem fininho e que estava esquecido no guarda roupa. Como ele é curtinho, short por baixo e casaco azul escuro para me proteger do sol. Nos pés, uma sapatilha que geralmente me deixa com o pé machucado, mas que tem umas cores neutras que eu adoro, então não resisti. O bom do tecido do vestido é que ele não esquentou nem ficou ensopado de suor, pois além de não ser justo, ainda seca bem depressa. Se eu estivesse de ônibus, talvez nem fosse tão confortável, já que não tem vento para ajudar na transpiração.

E como não precisava levar bolsa grande, botei uma bolsinha preta que ganhei da minha sogra só com alguns pertences básicos dentro, como batom, espelho, carteirinha de estudante (mesmo de bike não saio sem), celular e um pouquinho de dinheiro. Achei bem chato levar a bolsa assim, porque ela ficava “girando” ao redor do meu corpo e sempre acabava parando na minha coxa, e depois eu ficava chutando com o joelho enquanto pedalava. Isso me incomoda demais, por isso, não vejo a hora de descolar um cestinho pra bike.

No cabelo, uma tiara com um gatinho de feltro feito por minha madrasta. Usei o acessório por baixo do capacete mesmo, sempre lembrando de afrouxar bem o equipamento para tirar ou colocar na cabeça, evitando que o cabelo ficasse assanhado.

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Antes de ir ao Centro fazer as tais compras, ainda passei na casa de uma amiga que fica na Praia de Iracema. Depois que saí de lá, que surpresa: um amigo estava preso no engarrafamento e me fotografou sem nem eu perceber! Só soube quando cheguei em casa e vi que ele tinha publicado a foto no Facebook.

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Flagra no trânsito. Na garupa, presentinho que ganhei da minha amiga

 

No Centro, a primeira parada foi em uma loja de arte, onde comprei um material para umas coisas (depois conto o quê). É um lugar onde há vários anos compro telas, pincéis e tintas para umas brincadeirinhas. Como é uma loja razoavelmente espaçosa, a dona deixou eu entrar de bike e tudo, enquanto escolhia minhas coisas.

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Na loja de arte

 

Depois, hora de visitar umas lojas mais no miolo do Centro, onde fica a maior movimentação. Alguns ciclistas que conheço, costumam pedalar de loja em loja, amarrando a bicicleta em postes na frente mas eu não me garanto desse jeito não. Queria mesmo era deixar a bicicleta num lugar estratégico, próximo dos lugares onde eu precisava ir e ao mesmo tempo, seguro. Então escolhi a Praça do Ferreira, que é muito aberta e movimentada. Encontrei um ponto em frente ao Cine São Luiz, onde havia vendedores de cartão de crédito, pipoqueiros e alguns artistas de rua se apresentando. Achei bem melhor que escolher um lugar escondido, porque se alguém tiver a ideia de levar a bike, nunca sabe se quem tá chegando é o dono. Ou seja: melhor que escondê-la, é deixá-la à vista 😉

Então, depois de estacionar a Shamira, fui fazer as minhas coisas e na saída da Praça encontrei uns policiais do Ronda do Quarteirão. Aí como quem não quer nada, perguntei se ali era um lugar seguro para deixar minha bicicleta e eles disseram que iam dar uma olhadinha de vez em quando, e que eu não me preocupasse. “A sua bicicleta é aquela rosa ali que quase não chama a atenção?” rsrssrsrsr.

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Comprinhas na bike, só ir para casa

 

Aí foi bem tranquilo. Fui nas lojas que precisava, e quando voltei, vi que a bicicleta ainda estava no lugar. Agradeci aos policiais, comprei um saquinho de pipocas, assisti à apresentação dos artistas de rua e depois foi só prender minha bagagem nas manoplas e na garupa da bicicleta e ir para casa. Tudo muito tranquilo e prazeroso, já que o Centro é um lugar que gosto muito e desta vez não perdi duas horas em ônibus lotado. Nem a sapatilha machucou meu pé, acreditam? Então, se você precisar comprar algum presente de Natal atrasado, a roupa do ano novo ou trocar alguma peça que não deu certo, que tal ir de bike? Desta  vez você pode até usar um dos paraciclos que a Prefeitura instalou na região 🙂 Vale até uma passada para um pastel do Leão do Sul com caldo de cana. Nham!

 

Um abraço e vamos pedalar!

 

Look de Bike – Short saia e sobreposição com transparência

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Várias pessoas já me perguntaram se eu pedalo à noite para encontrar os amigos, se vou para as baladas, e tal. Para a balada confesso que nunca pedalei, até por falta de oportunidade já que nem me lembro qual foi a última vez que fiquei acordada a noite inteira sem ser por causa de insônia ou por estar grudada na Internet. Mas costumo sim, sair à noite de bike e arrumada, principalmente para encontrar amigos ou para ir ao cinema.

Para inspirar alguma pedaleira boêmia, fotografei um look um pouquinho mais glamouroso que usei para ir ao 8º For Rainbow, evento que aconteceu no Dragão do Mar, aqui em Fortaleza, de 21 de novembro a 4 de dezembro. Só peço desculpas pela qualidade das fotos, já que a baixa iluminação prejudicou um pouquinho.

 

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Resolvi usar tons bastante parecidos na roupa e quebrar as cores com acessórios e o sapato. Então as peças foram uma camisa transparente por baixo de uma baby look branca que estava esquecida no guarda roupas e um short saia creme beeeem clarinho. Para não parecer o Renato Aragão apresentando o Criança Esperança ou alguém que resolveu antecipar o ano novo, escolhi meu sapato de casamento que é de cetim rosa-choque e um colar de miçangas coloridas comprado numa Parada pela Diversidade Sexual há alguns anos (convenhamos que cetim rosa choque e colar arco-íris são acessórios super a cara do evento).

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Agora, a resenha do look: em primeiro lugar foi bom pedalar sem casaquinho e filtro solar melequento, tenho que confessar. Porém, percebi que não é a toa que essa camiseta branca estava esquecida no armário: ela ficou muito apertada em mim, e deixou a pedalada um pouco desconfortável, principalmente na região das axilas. Mas com uma camiseta no tamanho apropriado essa sobreposição “ao contrário” fica bem interessante, e ganha um toque inesperado com o uso da transparência, portanto, não desistirei do estilo.

No mais, tudo sussa. O short saia proporcionou uma pedalada confortável e o sapato também, mesmo sendo um pouquinho mais alto do que eu costumo usar. Pena que quando cheguei em casa a sola dele descolou todinha 😦  Acho que o luxo e glamour de Deydiane Piaf e Elke Maravilha foram demais pro bichim, que já tem três aninhos de idade. Agora vou mandar consertá-lo e depois vou guardar de recordação.

 

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Elke Maravilha e eu

 

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Deydiane Piaf (Denis Lacerda), diva campeã do Prêmio Multishow de Humor, tá, bb? Sou fã!

Sobre o For Rainbow:

Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual é um dos mais importantes espaços de debate e difusão do respeito à pluralidade sexual e de gênero no Brasil.

Com uma média de 5 mil pessoas por ano, o evento traz mostras de filmes cujas temáticas são ligadas ao universo LGBT, além de oficinas de realização audiovisual e apresentações de teatro, dança e música, entre outras atividades. Fonte: Site do evento.

O legal é que um dos primeiros passeios que fiz quando comecei a pedalar no ano passado foi justamente para esse Festival. Desta vez só pude assistir a um filme, o “Hoje eu quero voltar sozinho” e amei. Além de rever amigos pude assistir a um dos filmes que mostra a comunidade LGBTT para além das lentes clichês dos filmes de comédia. É bom para abrir a cabeça. #ficadica

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – Camisa rosa e saia bege

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O look de hoje foi fotografado na volta de um freelancer. Na composição, camisa social num tom de rosa e uma saia bege que eu adoro porque tem um tecido que aguenta bastante lavagem à máquina  (fator importantíssimo, na minha opinião),  e amassa pouco. Já essa camisa aí é um pouco mais problemática, e por isso fica mais tempo no guarda roupa. Na foto já dá para ver que ela ficou beeem amarrotada, e isso nem tem tanto a ver com a bicicleta. Mesmo de ônibus ou carro, ela já tem tendência a ficar amassada e meio torta. Uma pena, pois além de ser uma das poucas camisas sociais que eu tenho, ela tem essa cor sóbria, bem coringa e que é bem diferente de outras cores que gosto de usar.

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Nos pés, sandália de salto baixinho que já apareceu aqui em outro look. Mais uma vez, achei tranquilo pedalar com ela, embora tenha passado um pequeno susto: Passei numa rua onde algum ser humano de alma muito elevada achou de jogar no meio fio um monte de restos de construção. Ao passar por cima do pequeno montinho de entulho, a Shamira derrapou e por sorte eu consegui manter o equilíbrio e parar no maior estilo. Gente, fez um barulhão! Tinha umas senhorinhas sentadas na calçada que se viraram rápido pra ver se eu estava bem, mas eu consegui parar toda no estilo, de salto “alto” e tudo. Parecia a Viúva Negra hehehe.

Viúva Negra Blog de Bike na Cidade Sheryda Lopes

Pedaleiras, atenção para a dica de hoje: cuidado com restos de construção na rua. Além de conter materiais que podem fazer sua bicicleta derrapar, também podem haver restos de vidro e cerâmica, e com eles, o risco de furar o pneu da bike. 😉

 

 

 

Um abraço e vamos pedalar!

Matéria no programa Closet, da TV O Povo – Moda e o uso de bicicletas

Esta semana o programa Closet, da TV O Povo, exibiu uma matéria comigo onde conto minha experiência como ciclista urbana aqui em Fortaleza, inclusive sobre como adaptar meu estilo e peças de roupas para a pedalada. Foi uma honra aparecer no primeiro programa desta nova temporada, e ainda mais estreando um quadro novo. Fiquei muito feliz com a matéria, que foi super divertida de gravar 🙂 Ah, e mais uma vez meu cabelo ficou meio esquisito, com o diacho dessa franja, que eu fiz ano passado e que ainda está crescendo, cobrindo meu olho. Mas ainda bem que eu coloquei atrás da orelha logo no comecinho da minha fala. Na próxima vez, eu vou gravar de cabelo preso. Aliás, “na próxima vez” é ótimo, né? hahahaha Esta blogueira aqui tá ficando besta, hein, gente? rsrsrsrs

A propósito, vocês sabem que eu saí numa revista nacional, né?  ^^ Ai, que legal 🙂 Gente, tô me achando! Tô muito feliz com os contatos dos leitores do bloguinho, seja por comentários, email ou pelo Facebook, e pelo interesse dos colegas da imprensa. Muita, muita, muita gratidão! Vocês todos estão me fazendo muito feliz!

 

Um abraço e vamos pedalar!