Evento – Tweed Ride Rio em Salvador

Atenção ciclistas de Salvador: No próximo sábado o Tweed Ride Rio vai até vocês! O pedal lindo, com inspiração vintage, está transpondo as fronteiras cariocas e visitando o Nordeste. O evento integra o Pedala Ribeira e acontecerá no próximo sábado, 12 de dezembro. Aiiin, como eu queria ir!!! Eu sei que em Salvador tem umas gatas muito arretadas e valentes (tem que ser pra enfrentar aquelas ladeiras). Sucesso garantido!

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Mais informações no Escritus Infinitus, blog da Aline Souza. Traz o Tweed Ride pra Fortaleza, Alineeee!

Um abraço e vamos pedalar!

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Além de Bike – Vitrola de Novembro

Olá, pessoal! Quando contei que entrei para o grupo artístico Vitrola Nova, prometi que avisaria quando fôssemos nos apresentar. Pois bem, nós vamos! Na próxima terça-feira, cantaremos no (ai, meu corassaum) palco principal do Teatro José de Alencar! Para quem não conhece, é um dos locais mais bonitos de Fortaleza, e que até foi atração de durante o Mês da Mobilidade. Gente, que honra! Cantarei naquele palco incrível! Se vocês quiserem assistir, aí vão as coordenadas:

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Estaremos no Palco principal do TJA próxima terça apresentando nosso recital de fim de ano.
Mesmo dezembro ainda não chegando, já estamos em clima de festa, Natal, retrospectiva e novidade com nosso “Vitrola de Novembro.”

Quando: Dia 24/11/15 às 19h30min
Ingressos: R$ 15 (meia) e R$30 (inteira)
É única apresentação e os ingressos são limitados!
Não perca!

Maiores informações na fanpage do Vitrola Nova.

Eu estou super animada, ensaiando bastante e naquele processo de montar o figurino. E o repertório também está super divertido, com músicas natalinas e outras surpresas. Se você ficou a fim de assistir, então garanta logo seu ingresso porque são apenas 120 lugares no Teatro. Ah, e se for de bicicleta, o TJA tem um bicicletário interno onde cabem 10 bikes. Que tal ir todo mundo pedalando para que essa demanda aumente e com isso, o pátio do Teatro fique lotado de magrelas? Nossa, eu ia cantar super mais feliz!

Então, espero vocês, hein?

Um abraço, vamos pedalar e mandar ver nesse falsete!

 

 

Além de bike – Estou ruiva!

Após a primeira lavagem, ao ar livre, sol ameno.

E aí, como ficou?

Mudança no visual sempre traz um monte de sentimentos diferentes, né? E eu estou passando por isso agora que tingi o cabelo de vermelho, principalmente porque não ficou como eu imaginava, mas também não ficou de um jeito que odiei.

Indo na contramão das mechas loiras prateadas que estão super na moda e que são lindas, eu gosto mais de tons vermelhos acobreados e marrons. Não sei porque, me acho meio amarela então não curto muito tons dourados e loiros. O problema é que tons acobreados são super difíceis de alcançar e também de explicar para os cabeleireiros. rsrsrsrs Porque são uns cabelos que mudam muito conforme a luz, então o que eu penso que é marrom fica meio loiro numa luz e super avermelhado na outra. Tipo o cabelo da Karol Pinheiro, que eu acho lindo e que ela contou num vídeo que é um tom natural! Nunca me senti tão humilhada! rsrsrsrs Fora que o cobre é, na verdade, um reflexo, então é a primeira parte da coloração que desbota. 😦

Aí dessa vez eu queria que o cabelo segurasse mais o tom de vermelho, que ficasse mais destacado, só que puxando para o marrom e o cobre. Então o profissional usou meia parte de Chocolate acobreado da Koleston (674) e duas partes de Cereja, também da Koleston (6646). O resultado foi um vermelho bem escuro, mas que nem de longe lembra marrom. Na verdade, ele ficou com um fundo meio rosado, púrpura, vinho, sei lá. Mas dependendo da iluminação ele acende, ficando mais sangue, principalmente nas mechas.

Eu não queria esse efeito puxando para o vinho, mas depois achei bem bonito, então estou respirando o novo visual para ver qual é. E também porque o cabeleireiro disse que com as lavagens a tendência é que ele abra mais e puxe para o cobre. Dependendo de como ele se comporte, pode ser que eu mude o tom de vermelho da misturinha, para tirar esse fundo rosado.

À noite, poucas horas após ter tingido os cabelos. Luz fluorescente da sala

À noite, poucas horas após ter tingido os cabelos. Luz fluorescente da sala

 

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Meia caixinha desta cor…

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… mais duas caixinhas desta

Esqueci de tirar fotos antes de lavar o cabelo pela primeira vez após tingir, mas fotografei minhas unhas. A cada vez que eu coçava a cabeça ou mexia nos cabelos, as mãos ficavam vermelhas. E fora que eu fiquei toda pintada rsrsrs. Testa, orelhas, couro cabeludo, camiseta… Um monte de manchas. Comprei até uma faixinha para esconder as manchas na testa e escolhi na cor verde, que combina muito bem com ruivo. E a toalha que usei para secar o cabelo? Parece que foi usada por um dublê de um filme do Quentin Tarantino. Mas depois da primeira lavagem, dois dias depois, as manchas saíram.

Parece até que eu briguei!

Parece até que eu briguei!

Vejam aí algumas fotos do cabelo após a primeira lavagem, dois dias após tingir o cabelo. Apenas compactei as imagens para que não ficassem pesadas, mas não mexi em luz ou cor para que vocês vejam exatamente como ficou. Se acharem que a qualidade ficou muito baixa e não dá para ver direito, me avisem nos comentários que reposto as de melhor qualidade. Ah, e cliquem para ampliar.

Fotos na sombra

Fotos tiradas ao sol

Aí agora eu fico me olhando no espelho sem parar e morrendo de medo de ficar loira com as lavagens. Medo de não ter grana ou ficar com preguiça da manutenção. Aliás, ciclistas ruivas, deixem suas dicas aí nos comentários sobre como manter o ruivo e alcançar o tom acobreado dos sonhos, tá bem? Porque se a Ivete Sangalo diz que o vermelho da Koleston não sai na água, eu acredito que é possível.

Amiga, vai na fé!

Amiga, vai na fé!

E gente, cabelo vermelho é muito poder, né? Tem horas que eu fico me achando, sabe? Essa coisa de ter fogo na cabeça, hehehe

Um abraço e vamos pedalar!

 

Ganhei uma câmera!

Oi, pessoal! E esse feriadão aí, hein? Aposto que um monte de gente vai aproveitar a calmaria e folga para dar umas pedaladas pela cidade. Que nem no domingo em que fiz o vídeo abaixo, que é um agradecimento especial ao leitor Eraldo Sá, que muito generosamente me presenteou com uma sportcam Burnquist para turbinar os vídeos aqui do blog! Eu fiquei tão feliz, que nem soube direito o que dizer, apenas agradecer muito! Já tinha comentado aqui uma vez o quanto preciso comprar equipamentos para o blog e a energia super circulou. Felicidade demais receber esse carinho!

Tomara que vocês gostem do vídeo e que eles inspirem novos vídeos, e claro, novas pedaladas!

 

Um abraço e vamos pedalar!

E Eraldo, muito obrigada, mais uma vez. 🙂

Crônicas de Bike – Sobre distâncias e baterias imaginárias

(Foto: Verdinha)

(Foto: Verdinha)

Tive duas boas experiências recentemente enquanto pedalava rumo ao ensaio do Vitrola Nova. E as duas foram relacionadas a motoristas. A primeira delas foi na avenida Duque de Caxias, em pleno horário de pico. Nessa avenida eu costumo pedalar perto do canteiro central, porque na faixa da direita vão ônibus que sempre me assustam. É um pouco tenso pedalar na faixa da esquerda, porque os carros vão mais rápido e próximos a mim. Mas sério: prefiro levar 20 finas de um carro particular do que sentir aqueles monstros chegando perto de mim e me ameaçando.

Aí que eu vou bem atenta, tomando cuidado para manter bastante equilíbrio. Num determinado momento, percebo que não há carro ao meu lado e fico meio que aguardando que alguém fique rente a mim. Passa um, dois quarteirões e nada. Então, num sinal fechado com o trânsito super pesado, olho para trás. Há um carro pequeno e a motorista é uma mulher mais ou menos da mesma idade que eu. Percebi então que ela vinha dirigindo e tomando cuidado comigo, parando mais atrás de propósito e sem emparelhar ao meu lado. Não consegui resistir e voltei um pouquinho, pedi que ela abaixasse o vidro e agradeci a ela por manter a distância. Ela então sorriu e disse: “de nada”!

Lá na frente, depois de eu ter deixado a motorista gentil no engarrafamento (tadinha) já em ruas secundárias e com pouco trânsito, vinha pensando na gentileza da motorista. Às vezes eu tenho que me esforçar um pouco para prestar atenção nessas coisas boas que acontecem, sabe? Porque a tendência é só lembrar das finas e da grosseria de alguns motoristas. Mas acho importante (até para a nossa saúde mental) lembrar também que existem atitudes gentis e pacíficas.

Daí, sigo pedalando e pensando nisso quando me aproximo de um supermercado e de um semáforo fechado. Havia um carro tentando sair do estacionamento e ficou parado aguardando uma brecha. Não dava para eu passar, então parei a bicicleta enquanto esperava o sinal ficar verde. Observo então a motorista que saía do estabelecimento e vi que, mais uma vez, era uma mulher. Só que ela era mais velha que eu. E estava… cantando e tocando bateria no volante esperando para entrar no asfalto. Sério, gente! Muito bom! Eu não sei se estava tocando alguma música muito boa, porque não dava para ouvir nada e o vidro estava abaixado. Parecia que ela estava simplesmente cantando algo e tocando uma bateria imaginária muito pauleira. E curtindo pra caramba!

Eu comecei a observá-la e abri um sorriso inevitável. Aí ela olhou pra mim e como que, pega no flagra, fez uma cara de susto e caiu na gargalhada. Eu comecei a bater cabelo junto com ela e ela riu mais ainda. Aí o sinal abriu, nós demos tchau uma para a outra e nunca mais nos vimos.

Mas vocês percebem o quanto algumas situações podem ser uma chance pra gente relaxar um pouco? Quer dizer: buzina não deixa sinal verde. Raiva não faz aparecer uma vaga. Escrotizar ciclista também não vai deixar o trânsito melhor. Então… buzinar menos, desacelerar mais, cantar mais.

Por quê não?

Um abraço e vamos pedalar!

Look de Bike – Calça Jeans, bolero e sandália de borracha

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Look fotografado quase no final do dia. (Foto: Ricardo Guilherme Lins)

Nossa, há quanto tempo não publico um look, né? Confesso que estava sem muita criatividade ultimamente para bolar um visual que valesse a pena ser fotografado. E também estava me programando mal, então, sempre que lembrava da foto não dava mais tempo, porque precisava sair. Então, vamos lá!

No Dia Mundial sem Carro fui à ciclovia da Bezerra de Menezes para fazer um vídeo em parceria com o videomaker Ricardo Guilherme Lins. Em breve ele será publicado no canal do blog no You Tube (aliás, você já se inscreveu?) e por isso não vou contar muito sobre a pauta. Basta dizer que passaria muito tempo de pé e que de lá ainda iria pedalar para outra região da cidade, para uma reunião com um anunciante. Por isso, montei um visual super básico e confortável.

A blusinha de algodão azul super casou com a calça jeans reta. Não sei se já comentei aqui, mas detesto calça muito apertada, por isso evito modelos cigarrete e skinny. E como já era fim de tarde não foi preciso usar casaquinhos para me proteger do sol. Então, coloquei esse bolerinho de renda que eu acho bem delicadinho e ainda ajudou a variar um pouco dos visuais que costumo compor.

Nos pés, uma sandália de borracha muito confortável e velha, mas em perfeitas condições de uso. Eu estava inclusive desprezando a pobrezinha e passei bastante tempo sem usá-la. Mas aí, no dia da exibição do filme Bike VS Cars eu a usei e um monte de gente elogiou. Foi preciso alguém de fora me lembrar do valor da bichinha. E depois eu me toquei de que a sandália é roxa, um tom diferente dos calçados usuais e super bonito. Acho que toque de cor dá uma boa dose de personalidade à roupa, vocês não?

E para finalizar, no pescoço, um colar que ganhei recentemente da Eudora, marca da qual sou revendedora. Ele tem uma pedra grande preta que eu acho super bonita.

Pedalando

No geral, todo o visual funcionou muito bem. A regata não é muito colada e não fica tão úmida enquanto pedalo. Já a calça… Bom, ela tem um problema: tem a cintura muito baixa e eu sempre tinha a sensação de que estava descendo e mostrando a calcinha/cofrinho, já que a blusa não era tão longa. Então, ficava puxando a calça a cada parada que fazia, e isso deixou a experiência um pouco desconfortável, mas não impossível. Já a sandália, pura perfeição: confortável, bem presa ao pé e cheia de entradas que deixou os dedinhos bem refrescados.

Mas… cadê Shamira? Claro que todo look aqui tem que ter a querida, né? Só que eu esqueci que ia fotografar e acabei estacionando a bike do outro lado da rua, junto com a do Ricardo. Para não ter que voltar, destrancá-la, e tal, ela acabou aparecendo no segundo plano. Não repararam na primeira foto? Então, vamos tentar novamente:

Look De Bike na Cidade Sheryda Lopes Blog bicicleta Fortaleza by Ricardo Guilherme Lins (4)

tã-daaaan! (Foto: Ricardo Guilherme Lins)

Um abraço e vamos pedalar!

Passeio ciclístico pelo Centro – Mês da Mobilidade 2015

Setembro está bombando com a programação do Mês da Mobilidade 2015. São muitos eventos incríveis para quem deseja refletir sobre alternativas de meio de transporte e a forma como vemos o meio urbano. E uma dessas oportunidades foi um passeio ciclístico pelas ruas do Centro de Fortaleza. Tivemos um guia sensacional, o Paulo Probo, que falou sobre cada um dos lugares visitados. Foi uma chance legal de saber um pouquinho mais e enxergar a beleza de muitos locais pelos quais a gente passa correndo, sem tempo de respirar ou olhar em volta.

Depois que o vídeo ficou pronto, senti que faltou falar mais sobre cada um dos lugares visitados. Mas eu estava tão preocupada com a duração da bateria do celular que acabei não me ligando disso durante as gravações. Ainda assim, acho que dá para ter a noção de o quanto o passeio foi interessante e do quanto nossa cidade merece ser observada com mais carinho e calma.

Gente, a programação do Mês da Mobilidade 2015 tá incrível, e ainda tem evento até o fim do mês. E amanhã é o Dia Mundial sem Carro, daí tanto evento legal para refletir sobre nossa cidade e a forma como nos locomovemos. E eu quero saber como vocês vão se locomover amanhã e fazer um post com suas fotos. Para saber como participar dessa espécie de pauta coletiva, volte aqui no bloguinho mais tarde que vai ter post novo. 😉

Um abraço e vamos pedalar!